O novo portátil da Sony, atualmente chamado NGP, pode ser uma vítima tardia do terremoto que devastou o Japão em março. Jack Tretton, presidente da Sony of America, disse em entrevista que o desastre pode atrasar até 2012 o lançamento do console em alguns mercados.

O lançamento do próximo portátil da linha PlayStation Portable, apelidado de NGP, pode não alcançar os quatro cantos do globo em 2011 devido ao terrível terremoto e ao tsunami que devastaram o Japão no início de março.
O presidente da Sony Computer Entertainment of America, Jack Tretton, disse ao site Bloomberg que o desastre pode forçar a Sony a lançar sua próxima geração de portáteis para “apenas um mercado até o final do ano.”
Embora não seja algo surpreendente – quando anunciou o novo portátil, a Sony se comprometeu apenas a “fazer a estreia do NGP acontecer até o final de 2011″ – isso pode ser bem decepcionante. Mas também não é algo incomum para a Sony, que lançou o PSP no Japão em dezembro de 2004, mas só entregou o portátil para norte-americanos e europeus no ano seguinte.
Tretton não especifica qual mercado do NGP (ou PSP2) vai ganhar prioridade e receber o console ainda este ano, mas dado o sucesso contínuo do PSP no Japão, a terra natal da Sony parece ser uma das melhores e mais óbvias opções.
[Via Bloomberg, em inglês]


A tragédia no Japão matou e deixou várias pessoas mortas, feridas e/ou desabrigadas.
E tão se importando com o quê?
GADGETS, LUCRO DA EMPRESA SONY E LANÇAMENTOS MUNDIAIS.
"A tragédia no Japão matou e deixou várias pessoas mortas"
com isso vc já disse tudo, cara.
Aonde o egoísmo nos leva. Um atraso no console não é muita coisa comparando com aquela catástrofe.
É uma pena.. to esperando ansioso pra ver o NGP.
Isso mais, Monster Hunter 3DS… e é bye bye Sony…
no Japao todos chora..
[...] começo da semana, Jack Tretton, da Sony Computer Entertainment America, disse que a empresa talvez tivesse que adiar o lançamento do seu novo portátil, o NGP, por causa dos [...]
Atrasa nada, o dinheiro fala mais alto, eles arrumar até canoas se for o caso