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	<title>Kotaku Brasil &#187; RPG</title>
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	<description>Para quem é louco por games</description>
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		<title>Kotaku Brasil &#187; RPG</title>
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		<title>Eis um JRPG que é de nicho até mesmo no Japão</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 20:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Falcão</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Os japoneses podem não saber, mas os ocidentais acham que tudo o que vem da terra do sol nascente é esquisito demais para o grande público da América e da Europa. O que deve ter encorajado ainda mais uma produtora de lá a criar um novo RPG para agradar um tipo específico de jogador no [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/galapagos-rpg-nicho-japao/">Eis um JRPG que é de nicho até mesmo no Japão</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os japoneses podem não saber, mas os ocidentais acham que tudo o que vem da terra do sol nascente é esquisito demais para o grande público da América e da Europa. O que deve ter encorajado ainda mais uma produtora de lá a criar um novo RPG para agradar um tipo específico de jogador no Japão. É tipo um nicho dentro do nicho.<span id="more-141703"></span></p>
<p>O subtítulo da nova série, inclusive, é realmente &#8220;Um RPG feito para consumidores específicos do Japão&#8221;. A ideia vem do pessoal da Compile Heart, responsável por <a href="http://kotaku.com/5962437/this-is-the-most-inappropriate-ps-vita-game-yet"><em>Monster Monpiece</em></a> e <em>Hyperdimension Neptunia. </em>O estúdio montou <a href="http://www.compileheart.com/galapagos_rpg/" target="_blank">uma nova equipe de desenvolvimento</a> chamada Galapagos RPG. O nome &#8220;Galapagos&#8221; vem da  <a href="http://www.nytimes.com/2009/07/20/technology/20cell.html?em&amp;_r=0" target="_blank">&#8220;Síndrome de Galápagos&#8221;</a>, nome dado ao fenômeno que descreve o isolamento da cultura japonesa de telefones celulares com relação ao Ocidente.</p>
<p>Presume-se que o primeiro game da nova equipe seja do gênero de fantasia e que deve sair no Japão ainda esse ano, mas detalhes devem ser revelados no site do estúdio na quarta, dia 24. E <a href="http://www.kotaku.com.br/11-novos-jrpgs-bacanas/" target="_blank">a lista de JRPGs em que devemos prestar atenção</a> continua crescendo.</p>
<p><strong>&gt;&gt;</strong> <a href="http://www.compileheart.com/news/2013/0422/" target="_blank">Galápagos RPG e um novo game de nicho</a> [Compile Heart, em japonês]</p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/galapagos-rpg-nicho-japao/">Eis um JRPG que é de nicho até mesmo no Japão</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>11 novos JRPGs em que você deve ficar de olho</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 17:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jason Schreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<category><![CDATA[jrpg]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Você já deve saber, mas somos apaixonados por RPGs japoneses aqui no Kotaku. Todos nós já curtimos um pouco de Final Fantasy, Dragon Quest, ou qualquer jogo da série Tales. Mas hoje é diferente: não vamos falar dos peixes grandes do JRPGs. Não. Hoje o foco é em alguns dos games indies do gênero que estão rodando por [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/11-novos-jrpgs-bacanas/">11 novos JRPGs em que você deve ficar de olho</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p data-textannotation-id="a78a4dff1c01bfd0986854ac9c90c836">Você já deve saber, mas somos apaixonados por RPGs japoneses aqui no <em>Kotaku. </em>Todos nós já curtimos um pouco de <em>Final Fantasy</em>, <em>Dragon Quest</em>, ou qualquer jogo da série <em>Tales</em>. Mas hoje é diferente: não vamos falar dos peixes grandes do JRPGs. Não. Hoje o foco é em alguns dos games indies do gênero que estão rodando por aí.<span id="more-140872"></span></p>
<p data-textannotation-id="97168409bb1e16c90b9fe9adf1063948">&#8220;Mas espera aí!&#8221;, você diz praticamente berrando na minha direção. &#8220;Jogos japoneses pequenos raramente chegam aqui no Ocidente. Por que devemos nos preocupar com esses games, então?&#8221;. Ora, interlocutor imaginário, nesse mundo globalizado você já deveria saber que nem tudo o que é japonês é realmente feito no Japão.</p>
<p data-textannotation-id="97168409bb1e16c90b9fe9adf1063948">Nos EUA, por exemplo, existe uma vasta quantidade de estúdios independentes que ecoam nos seus jogos as maravilhas dos JRPGs clássicos de outrora, conseguindo simultaneamente criar algo contemporâneo, mas que tenha traços de um robusto design moderno. Então vamos ser flexíveis com a terminologia, ok? Não estamos falando de RPGs estritamente japoneses, mas RPGs-no-estilo-japonês, se você preferir.</p>
<p data-textannotation-id="97168409bb1e16c90b9fe9adf1063948">Hoje quero dividir com você 11 desses JRPGs indies que merecem a sua atenção. Uma parte deles já foi lançada, outra está prestes a aparecer em várias plataformas por aí. Se você está de olho em algum outro game do gênero e também quer dividir o seu entusiasmo com a gente, é só correr para seção de comentários.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-140875" alt="divisoriakotaku2" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/divisoriakotaku22.jpg" width="640" height="27" /></p>
<h1 data-textannotation-id="fdc5599492c1f67ebe42c6e01e3ba4df">Alcarys Complex</h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/G5gxQUQaq7Y?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/G5gxQUQaq7Y?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>O combate em <em>Alcarys Complex</em> é um tanto&#8230; complexo. O RPG indie foi lançado no fim do ano passado por uma companhia chamada Modest Arcade. Passei umas horinhas com uma versão prévia desse jogo na última semana, e demorei quase 40 horas para matar um coelho. Mas o roteiro é fantástico e as ideias do jogo são realmente interessantes: seus personagens não evoluem quando matam inimigos, mas quando conversam com outras pessoas. Conversas, veja só! Eles tem uma demo no site deles, se quiser testar.</p>
<h1 data-textannotation-id="838cbbdb4de5bb63572635fe21cba4e1">Penny Arcade: On The Rain-Slick Precipice of Darkness 4</h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IlOZUWR7PWs?hl=en_US&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/IlOZUWR7PWs?hl=en_US&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Celebrando o melhor do estilo japonês nos RPGs, no quarto episódio da série <em>Precipice of Darkness</em> do Penny Arcade, você pode capturar monstrinhos para lutar pra você, no melhor estilo Pokémon. Consegui passar um tempo com o game durante a PAX East deste ano, e ele parece cada vez mais bonito. O lançamento está marcado entre abril e julho deste ano, para PC e Xbox Live Indie Games.</p>
<h1 data-textannotation-id="42c9bcbd9c90ca307dcf2ad8015b465e">Anodyne</h1>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/OjWRU5toicQ" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Clones de <em>Zelda</em> são encontrados aos baldes por aí. <em>Bons</em> clones são bem mais difíceis. E quando você encontra com um clone de <em>Zelda</em> tão bom que parece ter saído diretamente dos piores pesadelos de alguém? Isso é raro e ao mesmo tempo muito incrível.</p>
<h1 data-textannotation-id="a32658cb6af272eebb88636473a7d3ce">Dragon Fantasy</h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_8eV0krZgIA?hl=en_US&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/_8eV0krZgIA?hl=en_US&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>O primeiro game de <em>Dragon Fantasy</em>, um RPG 8-bit que foi feito para emular traços de clássicos com que crescemos jogando, será lançado para o Vita e o PS3 na semana que vem. A segunda parte, uma continuação em 16-bit, e será lançado no meio do ano. A primeira parte está cheio de calabouços e florestas para serem explorados, permeados por um combate por turnos clássico. O segundo lembra muito <em>Chrono Trigger</em>, e tem até mesmo o seu próprio Mode 7. Quem é das antigas, vai se lembrar.</p>
<h1 data-textannotation-id="6ad309e508134c26a458b5fab30f9b3c">Tempus Chronicle</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr02.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-140882" alt="Tempus Chronicle" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr02.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p data-textannotation-id="848c8681c811d46665c5268f747d6a88">Conheci <em>Tempus Chronicle</em> pela primeira vez no ano passado, quando seus desenvolvedores tentaram arrecadar US$ 200 mil para a série de RPG em episódios que estavam tentando tirar do papel, um game que eles descreviam como uma mistura entre <em>Lost</em> e <em>Final Fantasy</em>. Infelizmente a campanha não rolou, mas o jogo será criado mesmo assim, apesar de ainda não termos uma data de lançamento. Vamos ficar de olho!</p>
<h1 data-textannotation-id="fef93a7bf1a61ca76d5a4995a6ce5289"><strong>Sully: A Very Serious RPG!</strong></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sJwZaAA_Z8o?hl=en_US&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/sJwZaAA_Z8o?hl=en_US&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Misturando a estética de <em>Phantasy Star IV</em> com um humor pastelão, <em>Sully: A Very Serious RPG! </em>chamou minha atenção pela primeira vez quando o vi rodando em uma estande da PAX East no mês passado. A ideia do jogo chama atenção, já que quase ninguém está pensando em criar um jogo desse gênero que não se leva a sério.</p>
<h1 data-textannotation-id="cb21af571a7492309a1344cd6330fd21">Nameless: The Hackers</h1>
<p><object width="640" height="480" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BZTgrpH8QT8?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="480" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/BZTgrpH8QT8?version=3&amp;hl=en_US" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p data-textannotation-id="17359eed577b6d7149eb9037b5af5b54">Estou curtindo esse bizarro RPG no meu smartphone há alguns dias, e parece ser ter um conceito inovador. Metade novela visual, metade RPG com combate por turnos onde cada luta é uma metáfora para um hack de computador, <em>Nameless: The Hackers</em> é uma boa distração para o meu dia-a-dia.</p>
<h1 data-textannotation-id="8a6f1647e4f7c65f7bf30111151af179">Boot Hill Heroes</h1>
<p><object width="640" height="480" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/95btKyH-6B4?hl=en_US&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="480" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/95btKyH-6B4?hl=en_US&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Se você vai tirar referências óbvias de um game, tem coisas piores para escolher do que <em>Mother 3</em>, e as pessoas por trás de <em>Boot Hill Heroes</em> sabem disso. Não temos nenhuma data de lançamento ainda para o RPG passado no Velho Oeste, mas joguei uma demo na PAX East esse ano e estou ansioso para colocar as mãos no produto final.</p>
<h1 data-textannotation-id="c2440f5fbd2986a692344ae98ca3951f">Pier Solar</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-140883" alt="Pier Solar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr03.jpg" width="640" height="360" /></a></p>
<p data-textannotation-id="8310efadb19e18dfb9633e8b3089ccbe">Depois de uma excelente campanha no Kickstarter para conseguir reviver sua versão do Mega Drive – sim, eu disse Mega Drive –, o clássico RPG deve aparecer agora em outras plaformas. Isso significa que os devs por trás de <em>Pier Solar</em> agora tem uma tarefa trabalhosa em mãos. O bacana é que todo mundo que jogou o original no console da Sega lembra com muito carinho desse RPG. Estou empolgado que finalmente vou conseguir jogá-lo.</p>
<h1 data-textannotation-id="2f18294c4ac016c563d61b8ceea494b4">Echoes of Eternea</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr04.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-140884" alt="Echoes of Eternea" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr04.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p data-textannotation-id="ae034da2d068728bb56f527f367628e1"><em>Echoes of Eternia </em>também passou por uma campanha no Kickstarter ano passado, mas parece que veio diretamente de 1998. Talvez isso seja um insulto para algumas pessoas, mas para os fãs de JRPG, pode ter certeza que é o maior dos elogios.</p>
<h1 data-textannotation-id="ce698f6a8975283dd7517a836e548876">Citizens of Earth</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr05.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-140885" alt="Citizens of Earth" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/04/11jrpgs_kotakubr05.png" width="640" height="261" /></a></p>
<p>Tenho o coração mole em relação aos RPGs de comédia. <em>Citizens of Earth </em>— um jogo meio estranho onde você toma o papel de um político caricato – acerta exatamente nesse ponto, injetando muito humor em um game com sabor de <em>Earthbound.</em></p>
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		<title>O maravilhoso mundo das estações-dungeons do metrô do Japão</title>
		<link>http://www.kotaku.com.br/metro-japao-dungeons/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 13:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Ashcraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[metro]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como qualquer morador local poderia dizer para você, o metrô do Japão é pontual, limpo e conveniente. As suas estações, entretanto, podem ficar um tanto quanto complicadas e confusas. Estações de trem, pela própria natureza, com todas aquelas escadas e escadas rolantes, parecem labirintos ou dungeons. Algumas só têm uma semelhança maior que outras. Recentemente, [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/metro-japao-dungeons/">O maravilhoso mundo das estações-dungeons do metrô do Japão</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como qualquer morador local poderia dizer para você, o metrô do Japão é pontual, limpo e conveniente. As suas estações, entretanto, podem ficar um tanto quanto complicadas e confusas.<span id="more-137701"></span></p>
<p>Estações de trem, pela própria natureza, com todas aquelas escadas e escadas rolantes, parecem labirintos ou dungeons. Algumas só têm uma semelhança maior que outras.</p>
<p>Recentemente, um japonês postou uma foto da estação de Shibuya, em Tóquio, (acima) também conhecida como &#8220;Calabouço de Shibuya&#8221;. As pessoas têm chamado o lugar assim há anos.</p>
<p>E por um bom motivo. O level design dela é melhor do que o que você encontra na maioria dos grandes RPGs por aí.</p>
<p>Outras estações do metrô de Tóquio também parecem dungeons. Aqui está a estação Otemachi.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137703" alt="metrorpg_kotakubr1" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr1.jpg" width="640" height="360" /></p>
<p>A Akasaka-mitsuke</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137704" alt="metrorpg_kotakubr2" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr2.jpg" width="640" height="360" /></p>
<p>Tameike-sanno</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137705" alt="metrorpg_kotakubr3" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr3.jpg" width="640" height="360" /></p>
<p>E isso não é só um negócio de Tóquio. Outras estações ao redor do Japão também se parecem com dungeons de RPG. Abaixo você vê a de Yokohama.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137706" alt="metrorpg_kotakubr4" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr4.gif" width="640" height="506" /></p>
<p>A estação de Nagoya.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137707" alt="metrorpg_kotakubr5" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr5.png" width="640" height="487" /></p>
<p>A estação de Kyoto.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137708" alt="metrorpg_kotakubr6" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr6.gif" width="640" height="459" /></p>
<p>A de Osaka.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137709" alt="metrorpg_kotakubr7" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr7.gif" width="640" height="396" /></p>
<p>A Estação Hakata, em Fukuoka.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137710" alt="metrorpg_kotakubr8" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr8.gif" width="640" height="443" /></p>
<p>E a estação de Kobe, que parece uma dungeon de começo de jogo. Você tem que ganhar uns níveis antes de ir para Tóquio!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-137711" alt="metrorpg_kotakubr9" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/metrorpg_kotakubr9.gif" width="640" height="360" /></p>
<p>&gt;&gt;<a href="http://shimasoku.com/kakolog/read/poverty/1357832180/" target="_blank">As estações-dungeon do Japão</a> [2ch, <a href="http://himasoku.com/archives/51771409.html" target="_blank">Himabito Sokuhou</a>,<a href="http://www.itmedia.co.jp/news/articles/0806/20/news069.html" target="_blank">ITMedia</a> e <a href="http://coffeewriter.com/080617.html" target="_blank"> Cafeore Writer</a>, em japonês]</p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/metro-japao-dungeons/">O maravilhoso mundo das estações-dungeons do metrô do Japão</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Richard Garriott, criador de Ultima, está pronto para revolucionar o RPG de novo</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 15:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evan Narcisse</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[kickstarter]]></category>
		<category><![CDATA[richard garriot]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[shroud of the avatar]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Richard Garriott é conhecido por ser um tanto excêntrico. Além de ter alugado um foguete para dar um rolê no espaço, e logo ter perdido meio milhão de dólares em uma fraude envolvendo um ilusionista, o homem também é chamado às vezes pelo épico apelido Lord British. Desde quando lançou o vovô dos MMOs modernos, [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/richard-garriott-shroud-of-the-avatar/">Richard Garriott, criador de Ultima, está pronto para revolucionar o RPG de novo</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Richard Garriott é conhecido por ser um tanto excêntrico. Além de ter <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=Hbux5tiey0c" target="_blank">alugado um foguete para dar um rolê no espaço</a>, e logo ter perdido meio milhão de dólares em uma fraude envolvendo um ilusionista, o homem também é chamado às vezes pelo épico apelido Lord British. Desde quando lançou o vovô dos MMOs modernos, o clássico <em>Ultima</em>, Garriott havia dado uma sumida da indústria, e todo pensavam que ele havia saído dos games. Mas parece que, na verdade, os games nunca saíram dele.<span id="more-136493"></span></p>
<p>O criador fez uma visita ao escritório do Kotaku em Nova York para revelar o seu novo<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> </span><em style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Shroud of the Avatar</em><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">, que agora ele sente que está pronto o bastante para mostrar ao resto do mundo. Garriott confessou que estava desenvolvendo o jogo em sigilo com uma pequena equipe em Austin, no Texas, EUA.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Com seu novo projeto, Garriott quer livrar os jogadores das amarras dos games em que se encarna um herói valentão que é forçado a seguir uma jornada batida. Ele promete que, em vez disso, você terá uma grande variedade de experiências como um morador comum do vilarejo que não está exatamente sedento pelo combate. Assim como muitos desenvolvedores das antigas que ainda estão na ativa hoje, Garriott planeja conseguir fundos para terminar </span><em style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Shroud of the Avatar</em><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> através do Kickstarter. O projeto, inclusive, </span><a style="font-size: 13px; line-height: 19px;" href="http://www.kickstarter.com/projects/portalarium/shroud-of-the-avatar-forsaken-virtues-0">já está no ar e você pode contribuir com quanto quiser</a><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">.</span></p>
<p>Durante sua visita, Garriott também falou sobre a sua história como game designer, sobre por que ele prefere fazer jogos para PC, e por que é melhor que Chris Roberts, criador de Wing Commander, saia dos filmes para voltar aos jogos. Ele também explicou a diferença entre um game onde você vive um papel (um <em>role-playing game</em>) e um RPG. O criador também dividiu com a gente suas teorias sobre as mudanças cíclicas que ocorrem com toda troca de geração de consoles – e por que ele está cansado desse roda-roda.</p>
<p>A entrevista foi dividia em duas partes, a primeira você pode ver na abertura do post, enquanto a segunda está logo aqui embaixo. <em>[Infelizmente, não temos versões em português dos vídeos]</em>.</p>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6RawpdadJrY?hl=en_US&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/6RawpdadJrY?hl=en_US&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Se você quiser dar uma olhadinha em uma versão preliminar de <em>Shroud of the Avatar</em>, então sugiro prestar atenção no segundo vídeo, onde Garriott mostra em que ponto de desenvolvimento o jogo já está.</p>
<p>Sem a contribuição seminal de Garriott para o mundo dos games, sucessos como <em>Planescape: Torment</em> e <em>Wasteland </em>provavelmente não teriam existido. As continuações espirituais desses jogos se saíram muito bem nas suas respectivas campanhas de financiamento coletivo. Esperamos que o próximo grande jogo de Lord British tenha tanto sucesso quanto seus colegas de gênero.</p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr02.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136495" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr02.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr03.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136510" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr03.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr04.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136497" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr04.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr10.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136498" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr10.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr11.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136499" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr11.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr12.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136500" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr12.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr05.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136501" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr05.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr13.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136502" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr13.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr06.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136503" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr06.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr14.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136504" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr14.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr07.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136505" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr07.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr15.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136506" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr15.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr08.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136507" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr08.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr16.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136508" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr16.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr09.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-136509" alt="Shroud of the Avatar" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/03/garriot_kotakubr09.png" width="640" height="360" /></a></p>
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		<title>Kotaku RPG: o time está formado</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 20:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kotaku Offline]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[amigos do fórum]]></category>
		<category><![CDATA[kotaku brasil]]></category>
		<category><![CDATA[kotaku offline]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[rpg de mesa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entre alguns feiticeiros, centenas de anões, um elemental da tempestade muito louco e NENHUM BARDO (qual é, galera), tivemos que escolher apenas 5. Está na hora de revelar a escalação do RPGZÃO do Kotaku Brasil. Quando pensamos em organizar uma mesa de RPG virtual com os Amigos do Fórum, jamais esperávamos que fôssemos receber tantas [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/kotaku-rpg-o-time-esta-formado-e-a-aventura-esta-no-forno/">Kotaku RPG: o time está formado</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre alguns feiticeiros, centenas de anões, um elemental da tempestade muito louco e NENHUM BARDO (qual é, galera), tivemos que escolher apenas 5. Está na hora de revelar a <a href="http://www.kotaku.com.br/rpg-kotaku-brasil-convocacao/" target="_blank">escalação do RPGZÃO do Kotaku Brasil</a>.</p>
<p><span id="more-134616"></span>Quando pensamos em organizar uma mesa de RPG virtual com os Amigos do Fórum, jamais esperávamos que fôssemos receber tantas respostas. Recebi mais de 100 ideias de personagens, algumas assustadoramente criativas, bizarras e hilárias. Infelizmente, não podemos chamar todos vocês para a mesa &#8211; por mais que a ideia de um MMORPG offline pareça emocionante &#8211; e tivemos que fazer uma seleção minuciosa para formar o grupo de aventureiros.</p>
<p>Vocês se superaram em todos os sentidos, e foi muito difícil escolher apenas 5 para embarcar nessa aventura. Confira abaixo se você está entre os selecionados (e lembre-se que a relação candidato/vaga ficou bem mais alta do que qualquer vestibular de medicina por aí):</p>
<blockquote><p><strong>- Ricardo Farias<br />
- John Loki<br />
- Felipe Antoniolli<br />
- Bruno Rocha Leão<br />
- Gustavo Ramos</strong></p></blockquote>
<p>Os escolhidos serão notificados por e-mail, para começarmos a montar fichas e aquecer os dados da sorte. Lembrando que os personagens que vocês enviaram não serão, necessariamente, os mesmos que iremos usar na campanha. Vamos conversar isso melhor em grupo, como deve ser. Se algum dos selecionados não puder jogar, faremos outra seleção através dos e-mails já enviados.</p>
<p>Se você não foi um dos escolhidos, não fique triste. Se tudo der certo, faremos mais mesas para incluir mais pessoas. Por enquanto, com apenas um mestre, não damos conta do recado. Mas nunca se sabe o que pode acontecer.</p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/kotaku-rpg-o-time-esta-formado-e-a-aventura-esta-no-forno/">Kotaku RPG: o time está formado</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Dez RPGs japoneses modernos para jogar antes de morrer</title>
		<link>http://www.kotaku.com.br/10-jrpgs-modernos-para-jogar/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 15:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jason Schreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[fire emblem: awakening]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
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		<category><![CDATA[radiant historia]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[the last story]]></category>
		<category><![CDATA[the world ends with you]]></category>
		<category><![CDATA[valkyria chronicles]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vamos deixar as coisas claras aqui: os RPGs japoneses não estão morrendo. Eles nunca morreram. Eles não vão morrer no futuro próximo. Já escrevi bastante sobre o assunto, mas parece que a cada dia surge uma nova notícia, um artigo ou um editorial procurando atenção. &#8220;Os RPGs japoneses estão obsoletos?&#8221;, &#8220;Os RPGs japoneses perderam a [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/10-jrpgs-modernos-para-jogar/">Dez RPGs japoneses modernos para jogar antes de morrer</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos deixar as coisas claras aqui: os RPGs japoneses não estão morrendo. Eles nunca morreram. Eles não vão morrer no futuro próximo.<span id="more-133565"></span></p>
<p>Já <a href="http://www.kotaku.com.br/um-guia-sobre-rpgs-japoneses/" target="_blank">escrevi bastante sobre o assunto</a>, mas parece que a cada dia surge uma nova notícia, um artigo ou um editorial procurando atenção. &#8220;Os RPGs japoneses estão obsoletos?&#8221;, &#8220;Os RPGs japoneses perderam a relevância?&#8221;, &#8220;Foi-se o tempo dos JRPGs?&#8221;. Não. Chega. &#8220;Conseguirá Xenoblade revitalizar o RPG japonês?&#8221;, &#8220;Conseguirá Ni no Kuni revitalizar o RPG japonês?&#8221;, &#8220;Conseguirá Persona revitalizar o RPG japonês?&#8221;. Não. Ninguém precisa revitalizar nada.</p>
<p>Permitam-me explicar meu ponto de vista. Reuni a seguir uma lista com 10 RPGs japoneses &#8211; todos modernos, todos diferentes e todos que valem a pena serem jogados hoje. Eles representam cada um dos principais consoles, com exceção do Wii U, e todos foram lançados nos últimos cinco anos. Todos eles valem o seu tempo.</p>
<h1>Lost Odyssey (Xbox 360)</h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bskD7mEZLAM?version=3&amp;hl=en_GB" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/bskD7mEZLAM?version=3&amp;hl=en_GB" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><em>Lost Odyssey</em> é um longo jogo de fantasia criado por Hironobu Sakaguchi, pai de Final Fantasy, e vale a pena ser jogado, pelo menos, pelos sonhos &#8211; pequenas histórias fantásticas que são contadas entre as missões. Ele foi lançado em 2008 nos EUA, bem antes de o Japão perder toda a esperança no Xbox 360 &#8211; e é o melhor RPG japonês que você vai encontrar no videogame da Microsoft.</p>
<h1><span style="font-size: 1.17em;">Legend of Heroes: Trails in the Sky (PSP)</span></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IWfSK9ZkDhY?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/IWfSK9ZkDhY?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Também conhecido como &#8220;O RPG que eu nunca vou parar de falar sobre&#8221;, Trails in the Sky é uma longa aventura no PSP que captura tudo o que há de legal nos JRPGs: é charmoso, engraçado e repleto de ótimas músicas, mesmo que às vezes pareça um pouco devagar.</p>
<h1><span style="font-size: 1.17em;">Ni no Kuni (PS3)</span></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7QBu1YRWbkA?version=3&amp;hl=en_GB" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/7QBu1YRWbkA?version=3&amp;hl=en_GB" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Como eu disse no meu review, &#8220;Ni no Kuni é lunático, charmoso, bonito, fascinante, inteligente, agradável, desafiador, surreal, e agressivamente colorido&#8221;. É um RPG japonês fantástico, e com um ritmo mais lento, um jogo que vai atordoar os seus sentidos e partir seu coração no melhor sentido possível.</p>
<h1><span style="font-size: 1.17em;">Radiant Historia (DS)</span></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xD9FevMw1_o?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/xD9FevMw1_o?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Quase um sucessor espiritual de Chrono Trigger, Radiant Historia captura a glória de um clássico RPG de Super Nintendo e acrescenta algumas modernidades: você pode acelerar os diálogos, por exemplo, e ver os inimigos aleatório antes que eles apareçam na tela de batalha. Princesas sequestradas, viagem no tempo, armaduras gigantescas &#8211; ele tem tudo o que você espera de um RPG old school.</p>
<h1><span style="font-size: 1.17em;">Fire Emblem: Awakening (3DS)</span></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/n-BB3KbVUYI?version=3&amp;hl=en_GB" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/n-BB3KbVUYI?version=3&amp;hl=en_GB" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Esse jogo justifica, por si só, a compra de um 3DS. Ele é como um jogo de xadrez aditivado que leva você a traçar estratégias em grandes campos de batalha, subindo níveis de seus personagens de tentando descobrir quais guerreiros vão fazer o melhor casal (para ter os melhores filhos).</p>
<h1><span style="font-size: 1.17em;">Mario &amp; Luigi: Bowser&#8217;s Inside Story (DS)</span></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Uy5vAzLCQlg?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Uy5vAzLCQlg?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Poucos jogos são tão inteligentes e peculiares quanto os RPGs de Mario, e Bowser&#8217;s Inside Story, lançado para o DS em 2009, é a prova disso. Você passa a maior parte do tempo dentro do corpo de Bowser, e se isso não é suficiente para convencer alguém a jogar, eu não sei o que seria.</p>
<h1>Valkyria Chronicles (PS3)</h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/q_aUGqt_wl4?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/q_aUGqt_wl4?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>É a prova de que os designers de JRPG não têm medo de arriscar. <em>Valkyria Chronicles</em> é um RPG tático que se passa em uma versão da Europa dos anos 1930. Você organiza suas tropas num campo de batalha no que pode ser descrito como um cruzamento entre tempo real e batalha por turnos, ao estilo XCOM. É um jogo adorável, que não deve ser ignorado &#8211; mesmo que a Sega jamais vá trazer o terceiro episódio para o Ocidente.</p>
<h1>The World Ends With You (DS)</h1>
<p><object width="640" height="480" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XPFEkmq0z6k?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="480" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/XPFEkmq0z6k?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Por um tempo eu não achei que fosse gostar de The World Ends With You, um RPG da Square Enix que se passa numa versão distorcida de Tóquio. Mas existe algo especial sobre a evolução do protagonista Neku, que passa de misantropo a herói, sem contar que o sistema de batalha é muito bom, principalmente no iOS.</p>
<h1><span style="font-size: 1.17em;">The Last Story (Wii)</span></h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2Bl0sDmA9IU?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/2Bl0sDmA9IU?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Um dos melhores RPGs japoneses desta geração, The Last Story só é prejudicado pelo hardware inferior do Wii. É um jogo que deveria ser visto em alta definição, mas que fica preso a um console incapaz de reproduzir HD. Mesmo assim, The Last Story é uma historinha adorável com um sistema de batalha que é quase como uma versão fantasia de Gears of War.</p>
<h1>Persona 4 Golden (Vita)</h1>
<p><object width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lnwXbSYcywg?hl=en_GB&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/lnwXbSYcywg?hl=en_GB&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>É difícil achar alguém que não adore Persona 4, o RPG/simulador-de-colegial que faz você assistir aula de manhã e matar demônios à tarde. Jogar no Vita significa jogar onde você quiser, então se você não tem os recursos para sentar na frente de uma TV por mais de 60 horas, vá de <em>Persona 4: Golden</em> sem medo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8212;&#8212;&#8211;____&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<div>Então aí temos 10 RPGs japoneses extramente diferentes, cada um especial à sua maneira. Se você jogou todos eles e ainda acha que o JRPG é um gênero morto, ou quase morrendo, ou obsoleto ou antiquado ou irrelevante ou com medo de mudar&#8230; eu acho que você está se enganando.</div>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/10-jrpgs-modernos-para-jogar/">Dez RPGs japoneses modernos para jogar antes de morrer</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma saudade: as cidadezinhas de RPG condenadas à destruição</title>
		<link>http://www.kotaku.com.br/lista-cidades-condenadas-games/</link>
		<comments>http://www.kotaku.com.br/lista-cidades-condenadas-games/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 19:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gergo Vas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>
		<category><![CDATA[retro]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nos games você pode viajar pelo mundo, passar dias em lugares exóticos e até viajar para fora do seu sistema solar. Mas aquela saudade de casa volta e meia aperta. E aí lembramos que, lá pelo meio do jogo, aquela cidade em que você começou a sua jornada já não passa de um amontoado de [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/lista-cidades-condenadas-games/">Uma saudade: as cidadezinhas de RPG condenadas à destruição</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos games você pode viajar pelo mundo, passar dias em lugares exóticos e até viajar para fora do seu sistema solar. Mas aquela saudade de casa volta e meia aperta. E aí lembramos que, lá pelo meio do jogo, aquela cidade em que você começou a sua jornada já não passa de um amontoado de poeira, fogo e destruição.<span id="more-133159"></span></p>
<p>O clima tranquilo e harmonioso das vilas onde a história de alguns games começam dão sempre a impressão de que está tudo bem na vida do seu personagem. Parece que o jogo só começa de verdade quando você é forçado a tomar atitudes drásticas e fugir da cidade natal que tanto ama, só para vê-las sendo sumariamente destruídas na sequência.</p>
<p>Separamos na lista abaixo algumas das áreas que não necessariamente são as &#8220;cidades iniciais&#8221;, mas todas têm algo em comum: um encontro marcado com o destino, que chega cedo ou tarde, mas que inevitavelmente são transformadas em ruínas – e você não pode fazer nada para salvá-las.</p>
<p><strong>Atenção! Tem alguns spoilers na lista a seguir (mas nada muito grave).</strong></p>
<h1>Raccoon City (da série Resident Evil, mas principalmente Resident Evil 2)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr02.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-133198" alt="Raccoon City (da série Resident Evil, mas principalmente Resident Evil 2)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr02.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4Cgbuv3cB1Q">Two Best Friends Play <em>RE2</em></a></p>
<h1>Midgar (Final Fantasy VII)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr03.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133199" alt="Midgar (Final Fantasy VII)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr03.jpeg" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://finalfantasy.wikia.com/wiki/Midgar"><em>FF</em> Wiki</a></p>
<h1>Lahan Village (Xenogears)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr04.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-133200" alt="Lahan Village (Xenogears)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr04.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://xenosaga.wikia.com/wiki/Lahan_Village"><em>Xenosaga</em> Wiki</a></p>
<h1>Kvatch (The Elder Scrolls IV: Oblivion)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr05.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133205" alt="Kvatch (The Elder Scrolls IV: Oblivion)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr05.jpeg" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.uesp.net/wiki/Oblivion:Kvatch">UESP</a></p>
<h1>Silent Hill (da série Silent Hill)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr06.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133206" alt="Silent Hill (da série Silent Hill)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr06.jpeg" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://silenthill.wikia.com/wiki/Silent_Hill,_Maine"><em>Silent Hill</em> Wiki</a></p>
<h1>West Harbor (Neverwinter Nights 2)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr07.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-133207" alt="West Harbor (Neverwinter Nights 2)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr07.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SgQJeLczQIQ">biglos9d&#8217;s LP</a></p>
<h1>Tristram (da série Diablo)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr08.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133201" alt="Tristram (da série Diablo)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr08.jpeg" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: próprio autor</p>
<h1>Chicago (Deus Ex: Invisible War)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr09.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-133202" alt="Chicago (Deus Ex: Invisible War)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr09.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CLDlDG1q0_o"><em>Deus Ex: Invisible War</em> Intro</a></p>
<h1>Drogen (Breath Of Fire)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr10.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-133203" alt="Drogen (Breath Of Fire)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr10.png" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oLvJu5ZHJCo">DavetheUsher&#8217;s LP</a></p>
<h1>Oakvale (da série Fable)</h1>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr11.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133204" alt="Oakvale (da série Fable)" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/cidades_kotakubr11.jpeg" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://fable.wikia.com/wiki/Oakvale"><em>Fable</em> Wiki</a></p>
<p>Você está pensando em alguma vila com um destino muito pior do que as listadas aqui? Então venha dividir a sua cidade-natal favorita com a gente.</p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/lista-cidades-condenadas-games/">Uma saudade: as cidadezinhas de RPG condenadas à destruição</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Kotaku RPG: Vamos matar uns dragões e coletar uns loots</title>
		<link>http://www.kotaku.com.br/rpg-kotaku-brasil-convocacao/</link>
		<comments>http://www.kotaku.com.br/rpg-kotaku-brasil-convocacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 22:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kotaku Offline]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[amigos do fórum]]></category>
		<category><![CDATA[kotaku brasil]]></category>
		<category><![CDATA[kotaku offline]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[rpg de mesa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No final do ano passado prometi que ia formar uma mesa de RPG para os Amigos do Fórum. E promessa é dívida. A gente pode até pagar atrasado e com juros, mas pagamos. Então tire o pó de seus tomos de magia, afie sua espada e compre um daqueles sacos de batata frita tamanho família, [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/rpg-kotaku-brasil-convocacao/">Kotaku RPG: Vamos matar uns dragões e coletar uns loots</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No final do ano passado prometi que ia formar uma mesa de RPG para os <a href="http://www.kotaku.com.br/podcast/" target="_blank">Amigos do Fórum</a>. E promessa é dívida. A gente pode até pagar atrasado e com juros, mas pagamos. Então tire o pó de seus tomos de magia, afie sua espada e compre um daqueles sacos de batata frita tamanho família, porque está na hora de jogarmos um pouco de RPG à moda antiga.</p>
<p><span id="more-132476"></span>Antes de Fallout, de Final Fantasy e de Skyrim, jogar RPG envolvia sentar em volta de uma mesa com alguns amigos, criar personagens em fichas de papéis e rolar dados bizarros com até 20 faces. Um dos jogadores assumia o papel de mestre do jogo, criando o mundo, os inimigos e os desafios de uma aventura para os outros jogadores, que controlavam os heróis e aventureiros. Todos trabalhavam juntos para construir uma história incrível, divertida e gratificante. Sem gráficos modernos ou inteligências artificiais, o esquema era descrever suas ações e usar uma série de regras para <a href="http://youtu.be/iztRfwxiq28" target="_blank">fazer o jogo funcionar</a>.</p>
<div id="attachment_132486" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-132486" alt="Os gráficos não são tão bons quanto esses, mas o multiplayer é bem maneiro" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/02/skyrim-4.jpg" width="640" height="360" /><p class="wp-caption-text"><em>Os gráficos não são tão bons quanto os de Skyrim, mas o multiplayer é bem maneiro</em></p></div>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fiTEHqAeanw" target="_blank">Não é nada fácil</a>, mas pode ser tão divertido quanto qualquer jogo de videogame. Tudo o que precisamos é de alguns jogadores para uma aventura que eu irei mestrar. Você não precisa ter nenhum conhecimento sobre RPGs de mesa, e pode estar em qualquer lugar do mundo (a mesa será virtual), mas precisa estar disposto a aprender e ter pelo menos algumas horinhas disponíveis quinzenalmente para podermos jogar. O único problema é que só temos 5 vagas para essa primeira campanha, então teremos que fazer uma seleção para escolher os jogadores.</p>
<p><strong>Para participar da seleção, você precisa imaginar um personagem bem bacana e enviar para mim através do email <a href="mailto: marcus@kotaku.com.br" target="_blank">marcus@kotaku.com.br</a></strong>.</p>
<p>Pode inventar qualquer coisa, desde que seja um personagem interessante com uma história legal. Não precisa se preocupar com números e detalhes agora, até porque o personagem que você criar não vai necessariamente ser o que vamos usar no jogo. Você tem até dia 25 de fevereiro para enviar seu personagem, e os selecionados começam a aventura no começo de março. Mas os horários e datas a gente combina depois. Boa sorte, galera!</p>
<h1>Considerações importantes</h1>
<p>- O sistema que vamos usar é o <a href="http://pathfinderdb.com/" target="_blank">Pathfinder</a><br />
- A mesa sera quinzenal, com sessões de até 3 horas<br />
- As sessões serão feitas virtualmente, através do <a href="http://roll20.net/" target="_blank">roll20.net</a><br />
- Você não precisa ter experiência com RPG de mesa, a gente te ensina aos poucos<br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iT4MNkhQAqI" target="_blank">Elfas ruivas vão ganhar o dobro de XP</a></p>
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		<item>
		<title>Os JRPGS são os reis dos sistemas de batalha</title>
		<link>http://www.kotaku.com.br/tipos-sistema-de-combate-jrps/</link>
		<comments>http://www.kotaku.com.br/tipos-sistema-de-combate-jrps/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 22:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jason Schreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[jrpg]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de batalha]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Ah, eu não gosto muito das batalhas. Eu só jogo JRPGs pela história.&#8221; É bem possível que você já tenha lido essa frase em algum lugar, talvez tenha escrito ou somente pensado sobre o assunto. Parece que existe um consenso, para o bem ou para o mal, que os méritos dos RPGs japoneses estão apenas [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/tipos-sistema-de-combate-jrps/">Os JRPGS são os reis dos sistemas de batalha</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ah, eu não gosto muito das batalhas. Eu só jogo JRPGs pela história.&#8221;</p>
<p>É bem possível que você já tenha lido essa frase em algum lugar, talvez tenha escrito ou somente pensado sobre o assunto. Parece que existe um consenso, para o bem ou para o mal, que os méritos dos RPGs japoneses estão apenas na história e nos personagens, além de um certo charme em geral. Mas nunca no combate, que acaba apenas sendo algo que você faz entre os maravilhosos vídeos esbanjando CGs. É como se fosse uma obrigação.</p>
<p>Estou aqui para deixar tudo mais claro: a ideia de que as lutas dos JRPGs são uma perda de tempo é uma grande besteira.<span id="more-129181"></span></p>
<p>É claro que as lutas nos JRPGs podem ser bem irritantes de vez em quando. O combate por turnos em um jogo como <em>Dragon Quest IX</em> pode ser um obstáculo chato quando você está só tentando passar por uma fase infestada de inimigos fortes. Em muitos games, a melhor estratégia para batalhas aleatórias é ficar socando o botão de ataque até ouvir a musiquinha de vitória. Essas lutas não são necessariamente divertidas; são apenas blocos inertes de tarefas que você tem que superar para chegar no principal do jogo: a história. Suas recompensas para as sessões de luta são o diálogo, as animações e novos lugares bonitos para descobrir.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/cPBngSopoyI" height="480" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>[Dragon Quest, um dos maiores clássicos do gênero]</em></p>
<p>Os críticos dos JRPGs normalmente descambam para esse argumento quando falam sobre o gênero, dizendo que o combate nesses games é sempre o mesmo: você ataca, usa magia, itens e fica por aí. E eles acabam ignorando modos criativos de batalha como em <em>The World Ends With You</em>, <em>Valkyria Chronicles</em>, <em>Vagrant Story</em> e muitos outros. Eles dizem que o combate nos JRPGs é monotono e chato.</p>
<p>É claro que isso não é verdade. Apesar de curtir o estilo de luta arrastado de <em>Dragon Quest,</em> entre uma partida monotamente-relaxante e outra, quero falar de como as batalhas nos JRPGs têm as mais variadas formas e tamanhos.</p>
<p>Então vamos dar uma olhada em três estilos de combate totalmente diferentes. Vamos separá-los, entender suas vantagens e fraquezas, e determinar o que os faz funcionar nos respectivos jogos. Porque as lutas no JRPGs são as mais bacanas.</p>
<h1>Final Fantasy XIII</h1>
<p>No 13º <em>Final Fantasy</em>, as batalhas são baseadas em dois conceitos. O primeiro é que o seu personagem pode ter todas as classes – que no jogo são chamadas de Paradigms –, que podem ser mudadas a qualquer momento durante a batalha. O segundo conceito mais importante é que todo inimigo tem uma barra de energia chamada Stagger, que você deve gradualmente encher enquanto desce a lenha com as suas armas. Assim que a barra estiver completa, o inimigo ficará bem mais vulnerável durante um certo período em que você pode dar mais dano do que o normal com as suas armas de longa distância, como bumerangues, lanças e rifles.</p>
<p>Cada classe tem papéis diferentes; o Ravager, por exemplo, aumenta a barra de Stagger rapidamente, mas ela irá se esvaziar na mesma velocidade se você não colocar um Commando para mantê-la estável em golpes de curto-alcance. A luta ideal, nesse caso, é aquela em que você consegue balancear bem todos os seus personagens.</p>
<p><strong>O que é bom?</strong> O mais bacana desse sistema é que permite uma grande variedade de estratégias. Magias de mudança de status e buffers podem parecem supérfluos em grande parte dos JRPGs, mas em <em>FF13</em>, eles têm um papel fundamental. O combate aqui nunca é entediante: você deve focar em ficar trocando de classes, balanceando habilidades e sempre lembrando de curar o seu grupo conforme a barra de Stagger no inimigo vai aumentando.</p>
<p><strong>O que é ruim?</strong> O lance de trocar os Paradigms transforma qualquer batalha simples em um exercício que exige atenção e concentração por parte do cérebro. Isso pode parecer algo bom, mas em um jogo de no mínimo 50 horas, algumas vezes você quer apenas passar sossegado por algumas lutas no mundo. Mas em vez disso, tem que se concentrar na tela e pensar.</p>
<p><em>Final Fantasy XIII</em> também não é muito bom em recompensar o jogador em intervalos frequentes; passam quase 10 horas antes que você tenha qualquer tipo de liberdade na combate do jogo. Os tutoriais são importantes, e é essencial para um game nos ensinar como jogar de acordo com as suas regras, mas muito jogadores desistem de FF13 antes mesmo de descobrirem o que realmente podem fazer.</p>
<p><strong>Qual é a real?</strong> O sistema de combate de <em>Final Fantasy XIII</em> é fascinante – a ideia de trocar as classes dos personagens no meio da batalha para abrir novas técnicas e estratégia é inovadora – e gostaria muito de ver outros desenvolvedores arrumando e refinando esse conceito em seus próprios jogos.</p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/01/combatejrpgs_kotakubr02.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-129250" alt="Persona 4" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/01/combatejrpgs_kotakubr02.jpeg" width="640" height="363" /></a></p>
<h1>Persona 4 Golden</h1>
<p><em>Persona 4</em> tem o sistema baseado em turnos mais &#8220;tradicional&#8221; desta lista. Em <em>P4</em>, a batalha gira em torno dos menus, turnos e personagens, que ficam paradinhos esperando a sua vez para dar porrada. Conforme você progride através do mundo televisivo surreal que ambienta a história, você deverá lutar contra inimigos chamados de Shadows. Existem muitos tipos desses inimigos, e você os derrota entrando em um evento de combate, onde você diz para os seus personagens atacarem e lançarem magias. A maioria desses monstros tem fraquezas contra elementos que você pode explorar com as suas magias para fazê-los perder uma rodada. Quando todos no grupo de inimigos estiverem desacordados, o seu time pode se juntar e fazer uma jogada de altíssimo dano para cada monstrinho no campo de batalha.</p>
<p><strong>O que é bom?</strong> O sistema de fraquezas elementais funciona como um grande quebra-cabeça; dá muita satisfação você conseguir eliminar os inimigos tentando acertar a magia certa em monstros específicos. E a hilária animação de &#8220;TODO MUNDO ATACANDO!&#8221; é um recompensa divertida para a sua demonstração habilidosa de ataques.</p>
<p><strong>O que é ruim?</strong> Não deixa de ser um &#8220;grind&#8221;. O jogo tem mais de 60 horas, cheio de chefões complicados que exigem que você aumente o nível dos seus personagens o tempo inteiro. Isso significa que você ou 1) deve fazer &#8220;grind&#8221;, ou 2) lutar com todos os malditos monstros em cada fase para continuar na frente de todas as lutas. De certa forma, a opção de &#8220;auto-ataque&#8221; aumenta o ritmo dessas lutinhas obrigatórias enquanto manda seus personagens lutarem até que caiam mortos ou saiam vitoriosos da batalha.</p>
<p><em>Persona 4</em> também é bem sacana ao jogar a tela de Game Over na sua cara quando o seu personagem principal morre, o que é uma forma cruel e incomum de punição em um RPG repleto de inimigos realmente cabeludos. Não é nem um pouco bacana.</p>
<p><strong>Qual é a real?</strong> As batalhas de <em>Persona 4</em> – especialmente contra os chefões – exigem uma boa dose de estratégia. Mas às vezes o plano de ataque ideal é encontrar uma sequência de escolhas e insistir nela. As magias de defesa funcionam na primeira rodada; as magias de ataque, na segunda; ataques na terceira; e repita até que algum lado saia vivo da história. É fácil ficar de saco cheio, e muitas lutas são bem mais longas do que deveriam ser.</p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/01/combatejrpgs_kotakubr03.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-129251" alt="The Legend of Heroes: Trails in the Sky" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2013/01/combatejrpgs_kotakubr03.jpeg" width="640" height="368" /></a></p>
<h1>The Legend of Heroes: Trails in the Sky</h1>
<p><em>Trails in the Sky</em> é um jogo muito adorado mas não muito conhecido nesses lados do mundo (e agora pode ser descolado também no Vita em formato digital). Eu amo os personagens, o mundo e a música do jogo. Mas <em>Trails in the Sky</em> realmente surpreende por fazer com que cada luta pareça ser importante.</p>
<p>O combate aqui dá importância ao tempo e ao espaço. É baseado em turnos, mas você pode ver a ordem do combate no canto esquerdo da tela, no mesmo esquema de <em>Final Fantasy X</em> ou <em>Grandia,</em> e você consegue manipular essa ordem de formas sutis. Cada treta também acontece em uma espécie de tabuleiro. Você comanda os seus personagens por esse tabuleiro em vez de simplesmente atacar, e a posição de cada um tem um papel fundamental na interação com os inimigos no campo de batalha.</p>
<p><strong>O que é bom?</strong> Lutar em <em>Trails in the Sky</em> é como brincar com um canivete suíço: você tem uma série de habilidades divertidas e deve analisar todas elas para saber qual usar no momento certo. Algumas lutas desafiadoras fazem com que você tenha que tomar decisões complicadas: você gostaria de usar a habilidade do seu personagem agora, ou deixar que ele carregue a energia para soltar uma habilidade mais poderosa depois? Isso é estratégia.</p>
<p><strong>O que é ruim?</strong> Assim como <em>Persona 4</em>, <em>Trails in the Sky</em> pode te deixar irritado e entediado. Tem muitos monstros e lugares que você deve visitar e revistar várias vezes. Até mesmo o melhor sistema de batalha consegue tirar a sua paciência quando você tem que ficar entrando em muitas lutas.</p>
<p><strong>Qual é a real?</strong> Além do &#8220;grind&#8221; obrigatório, a combinação das habilidades em Trails me faz gostar muito do jogo. Parece que cada peça de um quebra-cabeça se encaixa perfeitamente.</p>
<p>É fácil dizer que os combates nos RPGs japoneses são bestas e desinteressantes. É fácil também generalizar e dizer que todo um gênero se tornou obsoleto porque você acredita que todo JRPG é dotado de tediosos sistemas de combate por turno. Só tem um jeito de descobrir isso: vá, jogue e se divirta.</p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/tipos-sistema-de-combate-jrps/">Os JRPGS são os reis dos sistemas de batalha</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Qual é a desse Bravely Default, o novo RPG da Square Enix?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 17:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Richard Eisenbeis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[3ds]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Bravely Default: Flying Fairy é o mais novo RPG da Square Enix para o 3DS. E apesar de ser uma franquia nova, ela tem muito em comum com os jogos da Era de Ouro da empresa. A mecânica é baseada as boas e velhas batalhas por turnos, mas com uma novidade: o sistema de &#8220;Brave&#8221; [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/descubra-bravely-default-novo-rpg-square-enix/">Qual é a desse Bravely Default, o novo RPG da Square Enix?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bravely Default: Flying Fairy</em> é o mais novo RPG da Square Enix para o 3DS. E apesar de ser uma franquia nova, ela tem muito em comum com os jogos da Era de Ouro da empresa.<span id="more-122507"></span></p>
<p>A mecânica é baseada as boas e velhas batalhas por turnos, mas com uma novidade: o sistema de &#8220;Brave&#8221; e de &#8220;Default&#8221;.</p>
<p>Ao selecionar &#8220;Default&#8221; na sua vez, você pode pular o turno e guardá-lo para mais tarde. Quando quiser gastá-lo, você seleciona &#8220;Brave&#8221;. Cada personagem pode juntar até três turnos e, portanto, executar até quatro ataques de uma vez só, se quiser.</p>
<p>[viddler http://www.viddler.com/embed/74d8ad9c/?f=1&amp;autoplay=false&amp;player=mini&amp;disablebranding=0 640 360]</p>
<p>Dá para &#8220;bravear&#8221; até mesmo se você não tiver nenhum turno extra, mas aí o personagem compensa ficando sem agir depois.</p>
<p>O jogo ainda tem um sistema de classes robusto, com um muitos &#8220;jobs&#8221; clássicos tirados de games parecidos. Quando o herói ganha um nível, evolui os atributos básicos e o Job separadamente. Você ainda pode ter acesso a habilidades e magias de outras classes, além da que você está &#8220;vestindo&#8221; no momento. Cada chefe derrotado durante a história deixa um cristal e, com ele, uma classe nova para melhorar seu arsenal.</p>
<p><em>Bravely Default</em> foi lançado em 11 de outubro para o Nintendo 3DS no Japão. Não há previsão de chegada aos EUA.</p>
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		<title>Com US$ 3,9 milhões, o Kickstarter tem um novo game recordista</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 13:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Plunkett</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No começo do ano, o adventure da Double Fine acumulou US$ 3,3 milhões dos fãs pelo Kickstarter. Na época, foi a maior quantia acumulada por um projeto de videogame no serviço de financiamento coletivo. Mas essa marca acaba de ser superada por Project Eternity, um RPG dos veteranos do estúdio Obsidian. A campanha foi encerrada nesta [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/recorde-kickstarter-obsidian/">Com US$ 3,9 milhões, o Kickstarter tem um novo game recordista</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No começo do ano, o <a href="http://www.kotaku.com.br/um-balanco-da-campanha-da-double-fine-no-kickstarter/" target="_blank">adventure da Double Fine</a> acumulou US$ 3,3 milhões dos fãs pelo Kickstarter. Na época, foi a maior quantia acumulada por um projeto de videogame no serviço de financiamento coletivo. Mas essa marca acaba de ser superada por <em>Project Eternity</em>, um RPG dos veteranos do estúdio Obsidian.<span id="more-120358"></span></p>
<p>A campanha foi encerrada nesta terça-feira (16) e acumulou US$ 3,89 milhões &#8211; isso porque, de começo, eles queriam &#8220;só&#8221; US$ 1,1 milhão. Isso não só estabelece um novo recorde para financiamento aberto de games, mas também serve como um lembrete de que enquanto o desenvolvedor em questão tiver uma boa reputação e prometer algo que as pessoas querem, essas pessoas <em>vão pagar</em>.</p>
<p>Dentre os jogos que tornaram a produtora famosa estão <em>Knights of the Old Republic II</em>, <em>Neverwinter Nights 2</em> e, mais recentemente, <em>Fallout: New Vegas</em>. Chris Avellone, um dos membros do estúdio, foi designer de <em>Fallout 2</em>, <em>Planescape: Torment</em> e <em>Baldur&#8217;s Gate</em>, todos clássicos do gênero.</p>
<p>Parabéns à Obsidian! Vamos torcer para que o jogo – um &#8220;RPG em grupo para PCs ambientado em um novo mundo de fantasia&#8221; –  seja tão bacana quanto soa.</p>
<p><strong>&gt;&gt; </strong><a href="http://www.kickstarter.com/projects/obsidian/project-eternity" target="_blank">O recorde de Project Eternity</a> [Kickstarter, em inglês]</p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/recorde-kickstarter-obsidian/">Com US$ 3,9 milhões, o Kickstarter tem um novo game recordista</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Números, níveis e chefões: o futebol americano é praticamente um RPG</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Sep 2012 14:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jason Schreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Random Encounters]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[chris kluwe]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Eu assisto muito futebol americano. Também jogo muito RPG. E não consigo ignorar a ideia que os dois têm muito em comum. Então, resolvi perguntar a um jogador profissional de futebol americano que também é fã de RPGs para saber o que ele acha. E ele concorda. &#8220;Dá até para traçar um paralelo no começo [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/futebol-americano-e-rpg/">Números, níveis e chefões: o futebol americano é praticamente um RPG</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu assisto muito futebol americano. Também jogo muito RPG. E não consigo ignorar a ideia que os dois têm muito em comum. Então, resolvi perguntar a um jogador profissional de futebol americano que também é fã de RPGs para saber o que ele acha. E ele concorda.<span id="more-118180"></span></p>
<p>&#8220;Dá até para traçar um paralelo no começo – todo mundo começa no nível 1, seja quando é criança ou no colegial&#8221;, disse Chris Kluwe, que atua como punter no Minnesota Vikings e é assumidamente louco por RPG. &#8220;Você tem que se aperfeiçoar até chegar na universidade e, então, entrar na liga profissional. As lutas contra chefões são um tanto brutais às vezes, confesso.&#8221;</p>
<p>Como exemplo, Chris menciona Devin Hester, um dos defensores mais perigosos da NFL e certamente grande inimigo do punter. &#8220;Com certeza, eu diria até que ele é um daqueles <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cyGdnKPaO3w" target="_blank">chefões de final de jogo</a>&#8220;, disse Chris, rindo.</p>
<p>Mas não se trata apenas de níveis e chefões. Existem vários paralelos a serem feitos entre futebol americano e um jogo de RPG tradicional. Os times atacam e defendem em turnos alternados, cada um tentando causar o máximo de dano – ou pontos – possível. Os técnicos de cada time sempre procuram atualizar seus jogadores com melhores equipamentos e até mesmo cada atleta tenta constantemente melhorar suas habilidades.</p>
<p><a href="http://www.kotaku.com.br/futebol-americano-e-rpg/futebolrpg_kotakubr02/" rel="attachment wp-att-118185"><img class="aligncenter size-full wp-image-118185" title="As similaridades entre RPGs e futebol americano" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/futebolrpg_kotakubr02.jpeg" alt="" width="640" height="1400" /></a></p>
<p>&#8220;Descobri que era bom em chutar a bola quando fui a um acampamento de verão para chutadores, que era comandado por antigos punters e kickers da liga profissional, e que me disseram, &#8216;Se você se empenhar, tem o potencial de chegar à liga universitária e tem, até mesmo, uma chance na NFL&#8217;&#8221;, disse Chris.</p>
<p>E ele se esforçou, e continuou ganhando mais experiência e novos níveis. &#8220;Essa é uma diferença interessante entre o futebol e o RPG. Você só percebe que subiu de nível quando chega lá e pensa, &#8216;OK, cheguei no mesmo nível que esses outros caras&#8217;&#8221;.</p>
<p>Talvez os designers de RPG aprendam alguma coisa com essa comparação. Em um RPG, tudo é arrumado e pré-determinado. Para subir de nível, tudo o que você deve fazer é conseguir mais pontos de experiência. Não há possibilidades de seu personagem não ter sucesso. Não há como não atingir seus sonhos.</p>
<p>Claro, essa é justamente uma das razões pelas quais gostamos tanto de jogar RPGs: é confortante saber que, ao contrário do mundo real, não importa quantas vezes você errar, você sempre terá sucesso. Kluwe não sabia que, um dia, ele seria punter na NFL, mas sabíamos que Cloud se tornaria um super guerreiro em <em>Final Fantasy VII</em>. Esse era o seu destino, afinal, é um game.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-118193" title="nfl13_kotakubr" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/nfl13_kotakubr.jpg" alt="nfl 13" width="640" height="360" /></p>
<p>Mas é divertido pensar em um RPG cuja progressão do personagem seja mais realista. Um game que coloque você na pele de um herói que, talvez, não chegue a ser um super herói. Talvez você falhe permanentemente. Talvez você nem mesmo consiga ficar forte ou bom o bastante para se tornar o herói de todo o mundo. Talvez você se torne apenas um soldado que vigia a cidade enquanto outros aventureiros desbravam o mundo tomando flechadas no joelho. Afinal, não é fácil chegar na liga profissional – como a NFL.</p>
<p>&#8220;Acho que os RPGs deveriam esconder todos esses números, em alguns casos&#8221;, disse Chris. &#8220;Muitas vezes, os games acabam focando apenas nas estatísticas – seja uma espada que dê mais dano ou o poder do personagem em absorver ataques – enquanto que, no futebol americano, você não tem muito como saber das suas habilidades até que chega o momento de usá-las. Nos games, se você entra em um área e não tem certeza se é forte o bastante para sobreviver ao seu chefão, no final das contas, acaba aprendendo padrões e táticas até finalmente derrotá-lo. De certa forma, o futebol também é assim. A princípio, quando você começa, não sabe muito bem o que está fazendo, mas quanto mais se pratica, mais próximo da vitória você sente que está chegando.&#8221;</p>
<p>No entanto, sempre existirá espaço no coração dos jogadores para os jogos de RPG que adoram processar números. E Chris concorda: &#8220;Grande parte da diversão do RPG se dá quando você chega no nível máximo do personagem e pode finalmente andar por todo o mundo imbatível. Por exemplo, veja um game como <em>Disgaea</em>. Acho que definitivamente existe espaço para todos esses números e estatísticas. É divertido pensar em teorias, descobrir quais estatísticas funcionam melhor para cada caso.&#8221;</p>
<p>Mesmo assim, eu adoraria ver um RPG que é mais próximo do futebol americano, no sentido de tratar o seu personagem como um atleta profissional. Talvez não seja muito divertido jogar um RPG em que exista a possibilidade de falhar, mas, ao mesmo tempo, é muito recompensador. Certamente, é uma escolha de design interessante e inovadora.</p>
<p>E quanto a Madden? Perguntei a Chris o que os próprios jogadores de futebol americano pensam sobre o game mais representativo desse esporte (e que já foi comparado a um RPG em vários momentos).</p>
<p>&#8220;Games de esporte são o único gênero que não jogo&#8221;, disse o jogador. &#8220;Apesar de que as pessoas já me falaram que Madden atualizou as minhas estatísticas este ano, acredito que tenha passado de um típico jogador nível 70 para um jogador nível 80 agora.&#8221;"</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-118194" title="nfl13_kotakubr2" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/nfl13_kotakubr2.jpg" alt="nfl 13" width="640" height="360" /></p>
<p>As estatísticas é que determinam o valor de cada jogador em Madden. As pessoas adoram analisar os números e ver como cada jogador evolui a cada semana. É a gamificação da vida real. Eu disse que, se fosse um jogador da NFL, ficaria obcecado com as minhas estatísticas no game. Os outros jogadores fazem isso?</p>
<p>&#8220;A gente conversa sobre as nossas estatísticas no vestiário&#8221;, confessou o atleta. &#8220;Na maioria das vezes, esses números são baseados em popularidade.. Se o seu nome aparece nos jornais, se eles falam de você na televisão, então os seus números vão estar lá em cima. Mas não tem como saber nada disso. Como você consegue quantificar as habilidades de alguém se elas mudam de ano em ano?&#8221;</p>
<p>Boa pergunta. De certa maneira, a quantificação dos jogadores em Madden é uma maneira de transformar a NFL em um jogo mais limpo e sem eventos aleatórios – transformando o futebol americano em um RPG.</p>
<p>Talvez devêssemos inverter essa relação. Se os designers de RPGs olhassem para a NFL, poderiam aprender com histórias de revelações de talento, aleatoriedade e todo o drama que permeia todo elemento do futebol americano profissional. Gostaria muito de ver RPGs em que o sucesso não é pré-determinado; é conquistado. Como o futebol americano.</p>
<p>__________</p>
<p><strong>Random Encounters</strong> <em>é uma coluna sobre RPG japonês publicada semanalmente no Kotaku US.</em></p>
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		<item>
		<title>Algumas ideias de como o Wii U pode melhorar os nossos RPGs</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 18:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jason Schreier</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O controle-tablet do Wii U &#8211; que está constantemente conectado ao jogo e pode ser usado em todo tipo de experiência de duas telas, quase como um DS maior e mais versátil &#8211; abre muitas oportunidades. Vamos falar sobre algumas delas? Eu não sou game designer. Eu já fiz jogos antes, mas eles não eram [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/wii-u-rpg-ideias/">Algumas ideias de como o Wii U pode melhorar os nossos RPGs</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O controle-tablet do Wii U &#8211; que está constantemente conectado ao jogo e pode ser usado em <a href="http://www.kotaku.com.br/uma-turminha-jovem-e-descolada-jogando-wii-u-com-um-sorriso-no-rosto/" target="_blank">todo tipo de experiência de duas telas</a>, quase como um DS maior e mais versátil &#8211; abre muitas oportunidades. Vamos falar sobre algumas delas?</p>
<p><span id="more-116060"></span></p>
<p>Eu não sou game designer. Eu já fiz jogos antes, mas eles não eram muito bons. Meus talentos são outros. Então, quando escrevo sobre jogos, eu conscientemente tento evitar ficar dando minhas próprias sugestões sobre o que os designers deveriam colocar ou tirar. Meu trabalho é criticar o que está lá, não falar o que eles deveriam ter feito.</p>
<p>Mas hoje é um dia especial. Eu passei a maior parte de um dia desta semana brincando com o Wii U durante o <a href="http://www.kotaku.com.br/wii-u-nintendo-eua-lancamento/" target="_blank">evento da Nintendo em Nova York</a>, e eu não conseguia parar de pensar em todos as coisas legais que o console poderia trazer para o mundo dos RPGs.</p>
<p>Então vamos abrir as comportas do cérebro. Eis algumas coisas que os RPGs podem fazer com o Wii U.</p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_kotakubr3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-116119" title="wiiu_kotakubr3" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_kotakubr3.jpg" alt="wii u gamepad" width="640" height="359" /></a></p>
<h1>Mapas, mapas e mapas</h1>
<p><a href="http://www.kotaku.com.br/mapas-rpg-game-design/" target="_blank">Mapas do mundo.</a>. Mapas de calabouços. Mapas de batalhas. Uma das coisas mais legais de ter uma tela separada no seu colo é que ela pode ser usada para complementar o que você está vendo e fazendo na TV. E uma das coisas mais irritantes das telas de jogos, como qualquer designer de interfaces vai dizer, é como elas podem poluir o visual e atrapalhar a imersão. Estamos falando de <a href="http://www.kotaku.com.br/pelo-fim-do-maldito-minimapa-em-gta-iv/" target="_blank">minimapas</a>, barras de vida, medidores de status, entre outras coisas.</p>
<p>O Wii U pode consertar isso. A tela grande pode ficar livre de toda a bagunça, mostrando nada além dos belos gráficos do próprio jogo. Toda a &#8220;sujeira&#8221; da interface de usuário &#8211; como mapas interativos &#8211; passam a caber no seu colo.</p>
<h1>Gerenciamento de personagens e inventário</h1>
<p>Novamente, a tela secundária pode simplificar toda a bagunça da interface. Talvez nem precisemos mais de menus. Em vez de pausar o jogo para abrir um conjunto separado de telas para trocar os equipamentos dos personagens e usar itens, poderemos confiar no tablet do Wii U pode mostrar todas essas informações o tempo todo. Não há motivo para não poder fazer todas essas coisas enquanto andamos por aí.</p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_metroid-kotakubr.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-116122" title="wiiu_metroid-kotakubr" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_metroid-kotakubr.jpg" alt="wii u" width="640" height="412" /></a></p>
<h1>Minigames</h1>
<p>Quem se lembra do Triple Triad, aquele jogo de cartas terrivelmente viciante de <em>Final Fantasy VIII</em>? Ou das sensacionais batalhas de chefs em <em>Suikoden II</em>? Imagine como seria mais legal poder deslizar as cartas em uma tela sensível ao toque no seu colo, ou cortar sushi furiosamente enquanto alguém te julga na tela grande.</p>
<p>Vimos o DS e o 3DS brincar com ideias como essas antes, mas são escalas completamente diferentes. E se existe alguém que sabe fazer minigame, é a Nintendo.</p>
<h1>Sistemas de combate malucos</h1>
<p>Talvez uma mecânica que force você a batucar num ritmo, como em <a href="http://www.kotaku.com.br/review-theathrhythm-final-fantasy-3ds/" target="_blank"><em>Theathrythm Final Fantasy</em></a>. Ou lutas em que você tenha que fazer desenhos na telinha enquanto controla personagens com botões na telona. Basicamente, o Wii U permite que mais RPGs copiem <em>The World Ends With You,</em> o que é muito bom.</p>
<h1><img class="alignnone size-full wp-image-116116" title="wiiu_kotakubr1" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_kotakubr11.jpg" alt="wii u" width="640" height="359" /></h1>
<h1>Chefões GG</h1>
<p>Chefes que ocupem as duas telas. Alguns jogos de DS já fizeram isso &#8211; <em>Bowser&#8217;s Inside Story</em>, por exemplo &#8211; mas, de novo, não é algo que vemos com frequência, nem nesta escala. Imagine uma torre gigante cuja cabeça precisa ser atacada por personagens na tela grande, enquanto a base é derrubada pelos seus dedos no GamePad. Ou um chefe que só pode ser derrotado por ataques simultâneos em ambas. O potencial é enorme.</p>
<h1>Detonados e mensagens úteis</h1>
<p>Eis uma boa oportunidade para os desenvolvedores implementarem elementos sociais &#8211; uma palavrinha que deixa os jogadores loucos &#8211; de uma maneira que não seja intrusiva. Você pode estar andando em uma área e ver as reações, em tempo real, de outros jogadores, na tela inferior. Você poderia até receber mensagens misteriosas, como em <em>Dark Souls</em>, ou ver outros jogadores, como em <em>Journey</em>.</p>
<p>E uma ajuda extra? Você poderia jogar em uma tela e ler dicas úteis na outra. Talvez se você pagar um pouquinho a mais, pode receber um guia digital que reconhece exatamente onde você está no jogo e dá informações complementares enquanto você progride.</p>
<h1>Rotas e ordens de batalha</h1>
<p>[viddler http://www.viddler.com/mini/14b8a3d0 640 400]</p>
<p>Uma das coisas mais legais de <em>Madden 13</em> no Wii U é o jeito com que você pode traçar as rotas dos receptores desenhando-as no GamePad. Você consegue imaginar um RPG estratégico usando uma mecânica assim? Talvez você pudesse dar instruções simultaneamente a todos os seus personagens em um hipotético <em>Valkyria Chronicles 4</em>, ou movimentá-los pelo tabuleiro de um possível <em>Final Fantasy Tactics 2</em>. Bacana, não?</p>
<h1>Ângulos de câmera extra para cutscenes</h1>
<p>Sem querer dar uma de Hideo Kojima, mas não seria bacana ver sequências animadas de vários ângulos ao mesmo tempo, cada um em uma tela? Sim, pode ser caro, e não é uma prioridade.</p>
<h1>Livros</h1>
<p>Poucas coisas são tão chatas do que ler grandes blocos de texto virtual em televisões grandes. Vamos deixar isso mais fácil. E se você pudesse pegar um livro de <em>Skyrim</em> ou de um <em>Tales</em> e abrir na telinha? Mais conveniente e mais fácil de ler.</p>
<p><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_kotakubr2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-116117" title="wiiu_kotakubr2" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/09/wiiu_kotakubr2.jpg" alt="" width="640" height="451" /></a></p>
<h1>Combate e exploração simultâneos</h1>
<p>Vamos extrapolar um pouco. Todos já tiveram que lidar com batalhas aleatórias. Ninguém gosta muito delas. Mas e se elas não interrompessem seu progresso? E se os personagens pudessem lutar e continuar explorando?</p>
<p>Digamos que você está explorando um calabouço na TV, certo? Visão em terceira pessoa, 3D e tudo o mais. E se os seus personagens ficassem na tela de baixo enquanto você explora, lutando automaticamente contra inimigos enquanto você anda? Talvez você pudesse ajudá-los acionando a tela para ativar uma magia ou curá-los de vez em quando. Talvez, de vez em quando, você encontre um inimigo mais forte, ou chefe, que ocupe a tela grande também.</p>
<p>Então você teria que microgerenciar, mas não teria que lutar sem parar. O mesmo desafio das batalhas aleatórias, sem o tédio. Parece um equilíbrio interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>____***____</strong></p>
<p>Algumas dessas ideias podem funcionar, outras, não. Mas o Wii U tem muito potencial para evoluir todos os tipos de RPGs. Agora ele só precisa de alguns desses jogos, para começo de conversa.</p>
<p>__________</p>
<p><strong>Random Encounters</strong> <em>é uma coluna sobre RPG japonês publicada semanalmente no Kotaku US.</em></p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/wii-u-rpg-ideias/">Algumas ideias de como o Wii U pode melhorar os nossos RPGs</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Veja o &#8216;novo&#8217; The World Ends With You para iPhone</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 13:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Owen Good</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Desapontando a tudo e a todos (ou quase), a Square Enix revelou que aquele site misterioso com contagem regressiva era, na verdade o anúncio de The World Ends With You &#8211; Solo Remix, que nada mais é que um &#8220;remake&#8221; do jogo para dispositivos iOS. O que você vê acima é o trailer de anúncio. [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/the-world-ends-with-you-iphone/">Veja o &#8216;novo&#8217; The World Ends With You para iPhone</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desapontando a tudo e a todos (ou quase), a Square Enix revelou que <a href="http://www.kotaku.com.br/the-world-ends-with-you-ios/" target="_blank">aquele site misterioso</a> com contagem regressiva era, na verdade o anúncio de <em>The World Ends With You &#8211; Solo Remix</em>, que nada mais é que um &#8220;remake&#8221; do jogo para dispositivos iOS. O que você vê acima é o trailer de anúncio.<span id="more-113138"></span></p>
<p>Para ser justo, as telas desses aparelhos deixam o jogo mais bonito, e ele foi feito para funcionar com controles de toque. Mas, como muitos games que vêm da Square Enix e estão na App Store, o preço é um pouco salgado: US$ 17,99 na versão para iPhone e US$ 19,99 na de iPad. Se você se interessar, já pode comprá-lo em qualquer uma das duas plataformas.</p>
<p><em>The World Ends With You</em> saiu originalmente para o DS em 2008.</p>
<p><strong>&gt;&gt;</strong><a href="http://www.square-enix.co.jp/subarashiki-solo-remix/en/specification.html" target="_blank">The World Ends With You para iOS</a> [Site oficial, em inglês]</p>
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		<title>Eu quero aqueles mapas desproporcionais de volta no meu RPG</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2012 21:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jason Schreier</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Aqui vai um brinde ao mapa de mundo. Um brinde àqueles pedaços virtuais de terra, sem proporções ou elegância, que exploramos tanto nas últimas três décadas. E um pedido: que tragam esses mapas de volta. Um mapa de mundo aberto, caso você não esteja familiarizado com o conceito, é o termo nos games para aqueles [...]</p><p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/mapas-rpg-game-design/">Eu quero aqueles mapas desproporcionais de volta no meu RPG</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui vai um brinde ao mapa de mundo. Um brinde àqueles pedaços virtuais de terra, sem proporções ou elegância, que exploramos tanto nas últimas três décadas. E um pedido: que tragam esses mapas de volta.<span id="more-113071"></span></p>
<p>Um mapa de mundo aberto, caso você não esteja familiarizado com o conceito, é o termo nos games para aqueles mapas com escalas bizarras que você podia percorrer para ir de uma cidade a outra. Em vez de atravessar túneis ou usar teletransportes, nos jogos de outrora, era muito comum sair de uma cidade e, de repente, encontrar-se em uma versão bizarra da realidade, onde planetas são planos, e a topografia se encaixa perfeitamente em um retângulo. Você viajava milhas e milhas, não em horas, mas em segundos, atravessando campos como se você fosse do tamanho do Godzilla.</p>
<p>Sabe, antigamente, quando os criadores de games como <em>Dragon Quest</em> e <em>Final Fantasy</em> imaginavam terras fantásticas paras os jogadores explorarem, eles criavam a ilusão de que aquele mundo era gigantesco. Claro, não seria prático criar esse mundo com as proporções ou características do mundo real, já que demoraria tempo demais para se locomover entre os continentes. Logo, os criadores resolveram criar suas próprias leis da física. Por isso, criaram o mapa de mundo aberto, onde a escala é torta e os seus heróis têm o tamanho de cidades. De repente, todas as área do game estão ali, dispostas em uma superfície plana.</p>
<p>Sempre existem regras para esses mapas. O seu personagem, geralmente, não consegue atravessar montanhas e tem alguns problemas com água. Você, então, deve encontrar algum tipo de veículo – como uma nave, um submarino ou até um dragão – para acessar todas as áreas do mapa. O mundo não é criado para fazer sentido geograficamente, mas para que a narrativa do jogo consiga controlar por onde você vai.</p>
<div id="attachment_113082" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/08/mapas_kotakubr.jpg"><img class="size-full wp-image-113082" title="mapas_kotakubr" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/08/mapas_kotakubr.jpg" alt="mapas" width="620" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Do NES ao Xbox 360: consegue identificar esses mapas? (<a href="http://www.realmofdarkness.net/dq/games/nes/dw/maps/world" target="_blank">Fonte</a>)</p></div>
<p>Hoje em dia, a grande maioria dos RPGs deixou de lado os mapas do mundo. Na era dos gráficos realistas, uma tendência deprimente surgiu: tudo tem que ser real. Tem que ser sério. Não existe mais espaço para realidades imaginadas ou personagens do tamanho de montanhas. Os mundos são representados nas proporções corretas: os desertos em <em>Final Fantasy XII</em>, as planícies intermináveis de <em>Xenoblade</em> e até os campos gramados de <em>Pokemon</em>.</p>
<p>Mas ainda piro muito nos mapas desproporcionais de mundos abertos. Poucas coisas se comparam à sensação de adentrar um novo mundo, imaginando tudo o que ele tem a oferecer. Adoro explorar cada pedaço do mapa, encontrando todos os segredos de cada canto desse mundo fictício. Adoro entrar em uma nave pela primeira vez. Voar para todo lugar. Descobrir novos segredos.</p>
<p>Talvez você se recorde de como era jogar <em>Dragon Quest</em> quando pequeno. Talvez você também tenha sentido algo quando viu, pela primeira vez, o mundo de Alefgard. Talvez você tivesse ficado surpreso com o seu tamanho, maravilhado com o fato de que você poderia explorar tudo aquilo.</p>
<p>Ou talvez se lembre de como era sair de Midgar pela primeira vez (ou fugir, seria mais apropriado) em <em>Final Fantasy VII</em>, só para descobrir que aquela enorme cidade ultra tecnológica não era a única paisagem por onde você passaria os olhos no game. De repente, existiam montanhas, campos e cobras gigantes que imediatamente matavam toda a sua equipe, se pisasse no lugar errado.</p>
<p>Você pode falar que toda essa reclamação não passa de um suspiro de nostalgia, que sou totalmente parcial em relação a jogos retrôs, já que cresci jogando esse tipo de game, mas tenho que avisar que você está errado.</p>
<div id="attachment_113083" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/08/alefgard-kotakubr.gif"><img class="size-full wp-image-113083 " title="alefgard-kotakubr" src="http://cdn.kotaku.com.br/wp-content/blogs.dir/11/files/2012/08/alefgard-kotakubr.gif" alt="" width="620" height="620" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa de Alefgard, mundo de Dragon Quest</p></div>
<p>Um mapa do mundo, mais do que qualquer coisa, é uma coleção de símbolos. Símbolos para castelos, que se expandem quando você entra neles. Símbolos para montanhas que bloqueiam o seu caminho. Símbolos para o seu personagem e sua equipe. Símbolos para a passagem do tempo e do espaço.</p>
<p>O mais importante: os mapas são símbolos que dizem, &#8220;Olha, você poderá ter tudo isso&#8221;. Muito antes que jogos como <em>Grand Theft Auto</em> e <em>Morrowind</em> definissem como seriam os &#8220;mundos abertos&#8221; nos jogos, os RPGs japoneses estavam criando seus próprios caminhos. Esses designers estavam colocando todas as cartas na mesa. &#8220;Aqui está tudo o que criamos nesse jogo: vá explorar. Vá desvendar os seus segredos. Viaje pelo mundo e conquiste-o.&#8221;</p>
<blockquote><p>Há uma razão para quase nunca existirem NPCs em mapas do mundo. Lá é o seu parque de diversões: mate uns monstros, voe por aí, ache aquele tesouro.</p></blockquote>
<p>Um RPG nada mais é do que uma coleção de símbolos. Níveis que simbolizam o seu poder. Estatísticas que dizem o quão poderoso, ou veloz, ou esperto você é. Espadas que podem ser melhoradas ou trocadas por outras que causam mais dano – como se espadas realmente machucassem mais se aplicadas com minerais ou poções. Nós aceitamos esses símbolos porque eles têm significados para todos. Símbolos representam uma ideia. Símbolos nos fazem sentir alguma coisa.</p>
<p>Os mapas não são diferentes. Então, se vocês não se importarem, eu adoraria brincar com esses bizarros símbolos cartográficos novamente, representando nações e cidades. Gostaria de avistar os castelos do tamanho de pessoas, castelos que podem se expandir instantaneamente em fases complexas. Devolvam meus mapas, por favor.</p>
<p>__________</p>
<p><strong>Random Encounters</strong> <em>é uma coluna sobre RPG japonês publicada semanalmente no Kotaku US.</em></p>
<p>O post <a href="http://www.kotaku.com.br/mapas-rpg-game-design/">Eu quero aqueles mapas desproporcionais de volta no meu RPG</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.kotaku.com.br">Kotaku Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
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