19 de Maio de 2013
l10

Lollipop Chainsaw: muita maluquice por nada

Por - 17 jul, 2012 - 06:00

40 Comentários

Jogo do Suda 51, você já sabe, é aquela coisa: você se empolga, curte a trilha sonora, ri das referências e do humorzinho, termina e fica com aquela sensação de que faltou alguma coisa. É um banquete com mais estilo do que recheio. Quisera eu que Lollipop Chainsaw fosse diferente.

Por mais que o designer japonês e a Grasshopper Manufacture tentem vender a ideia de anarquia, personagens descolados e situações malucas, o “gameplay”, as mecânicas e tudo aquilo que faz um game ser um bom game não conseguem ficar à altura e sustentar a proposta um-tanto-quanto-irada.

Essa aventura pelo mundo zumbi começa quando Juliet Starling, a heroína “barely legal”, faz uma macumba para manter a cabeça do namorado viva depois que ele é mordido por uma criatura dessas. Então ela precisa enfrentar um exército de mortos-vivos e de demônios invocados pelo clássico adolescente emo/gótico da escola. Para isso ela vai usar a motosserra e “golpes” de líder de torcida, passando por cenários como o próprio prédio do colégio, fazendas e um “mundo de videogame”.

Como um bom “Suda 51″, o jogo segue firme e forte a filosofia (correta) de não se levar a sério, principalmente com insinuações sexuais - você ganha uma Conquista/Troféu por mover a câmera para tentar olhar por baixo da saia da protagonista. A epopeia colegial não é ruim, nem chata. Você ri com os diálogos, curte a trilha sonora e fica engajado com a mecânica. Mas eu já fiz isso antes. Várias vezes. Todas as vezes. E de um jeito quase igual, em 2008, quando o mesmo Suda pariu No More Heroes.

Lollipop não tem mundo aberto e nem minigames 8-bit para quebrar o clima. Também não tem uma loira com saia justa e blusa decotada para motivar o seu personagem (na verdade, o seu personagem é uma outra loira, com uniforme de líder de torcida).

Mas Lollipop tem a mesma pegada de No More Heroes.  A mesma combinação de golpes altos, baixos e chutes (que viraram bundadas). O mesmo esquema de atordoar os inimigos para dar um pilão (que virou cortar a cabeça). A mesma repetição eterna de salas e corredores com batalhas intercaladas por ceninhas engraçadas. E com a desvantagem de não ter chefes tão interessantes, seja no personagem ou na batalha em si, no fim de cada fase. Porque uma hippie toda costurada que prende você num mundo de LSD é legal, mas um clone do Charles Bronson metido a cantor de churrascaria é muito mais.

Pelo menos, Lollipop Chainsaw resolve um grande problema que No More Heroes tinha: a progressão de personagem. Em Heroes, Travis Touchdown tinha golpes de luta-livre, mas só podia usá-los para finalizar os inimigos. De resto eram os mesmos combos, dia e noite. Agora você pode parar em uma das lojas multicoloridas e gastar suas moedas em extensões dos combos de Juliet, upgrades variados, roupinhas e músicas.

lollipop chainsaw

Mas nada que vá deixar as mais ou menos sete horas de viagem pelo mundo dos mortos-vivos muito mais interessantes ou duradouras, a não ser que você queira refazer todas as fases para bater a pontuação do seu pai (não o seu, o da Juliet), um senhor de respeito que usa RayBan, um terno com estampa de zebra e um topete mais ou menos invejável.

É uma situação meio triste e confusa, como um zumbi que pegou a cabeça de outra pessoa por engano. Porque Chainsaw é aquele mais do mesmo bom, simpático, limpo e atraente. Mas não deixa de ser uma repetição daquilo que todo mundo (ainda mais quem acompanha a obra do “51″) já viu.

Além disso, ele reforça a tese de que Suda tem sempre grandes ideias, mas nunca consegue criar uma mecânica de jogo à altura. Muito estilo e pouco “videogame”. Funcionou com Shadows of the Damned porque ele tinha Shinji “Vanquish” Mikami para segurar a onda. Mas aqui ele é o velho Goichi. Que sabe colocar uma novinha na tela como ninguém, mas que talvez, de tanto querer inventar, já está ficando sem imaginação.

___________________

LOLLIPOP CHAINSAW

___________________

lollipop chainsaw capaLollipop é mais um jogo desencanado e que não se leva a sério de Goichi Suda 51, que já fez No More Heroes, Diabolical Pitch e Shadows of the Damned, entre outros. Ele pode render cosplays legais e vídeos engraçadinhos, mas é só um jogo de ação com muito estilo e pouca substância.

Plataformas: Xbox 360 e PlayStation 3
Desenvolvimento: Grasshopper Manufacture
Distribuição: Warner Bros. Games
Lançamento: 12 de junho de 2012
Preço: R$ 179,90



40 respostas para “Lollipop Chainsaw: muita maluquice por nada”

  1. marco_b disse:

    Bela resenha. Tem uma galera que defende esse tipo jogo por ser diferente e descolado, por fazer uma tentativa no campo do humor, mas o que tentam esconder é que se a jogabilidade não se sustenta, não tem piada que torne um jogo bom.

  2. Poorapha disse:

    O conceito de diversão varia muito de pessoa para pessoa.
    Eu acho um jogo interessante (assim como achei NMH).

    Se todo mundo fosse se fixar nessa história de "ah, é a mesma produtora? então é a mesma mecânica" não haveria tanto Battlefield e Call of Duty fazendo sucesso por aí…

  3. @halan_prado disse:

    Espero que o jogo do Deadpool não fique nessa de encher de piadinhas e esquecerem a jogabilidade. Depois de ver o trailer foi esse o meu maior medo :(

    • Marcos Krock disse:

      O jogo do Deadpool será pior, acredite.
      Estufaram o peito daquele X-Men Destiny, dizendo que seria o "Mass Effect" dos X-men.

      E deu no que deu.

    • marco_b disse:

      Deadpool é o novo Duke Nukem, pode anotar pra cobrar depois.

      • DanielGalvani disse:

        Se for, pra mim ta beleza. Diferente de muitos jogos paguei pra ver na promo do Nuuvem. Cheguei na represa e to me divertindo a beça com o jogo.

        • marco_b disse:

          Eu também não achei o jogo tão ruim quanto a crítica e a galera da interwebs.

          Achei um jogo de médio pra fraco, mas que tenta se sustentar no ícone que foi o Duke Nukem e no humor escrachado dos anos 90, e justamente isso que não segura no Duke Nukem, nem nos jogos do Suda, e nem vai segurar no Deadpool.

          Os caras continuam batendo nessa tecla do humor fácil, Zorra Total, de falar "booooobies" e usar trocadilhos, ao invés de buscar alguém que realmente possa criar situações engraçadas. Talvez o jogo do Penny Arcade seja uma referência para humor, mas ainda não pude jogar. Deve ser pelo menos contextualizado e com a cara das tirinhas.

          O dia que trouxerem um cara como o Larry David pra escrever um jogo eu compro 5 sem pensar.

          • DanielGalvani disse:

            O humor faz parte do Duke.. se jogou o duke 1 e 2 (não só o 3D) sabe disso.

            E não considero o jogo médio pra fraco não. pra mim é nota 7 de boa. Pra ter uma idéia… Crisys 2 eu parei na metade, Duke não.

            eu o acho um shotter honesto que quer ser apenas isso, um shooter, tipo Serious Sam. Po uma metralhadora de misseis! não é pra levar a sério mesmo… é só… divertido. E as piadinhas são melhores que mais um "Tango Down". '"In Desert… without gas… AND NO CHIKS?? What a hell"

            Outra que eu achei genial foram várias fases em que ele ficava pequeno pra resolver problemas.. e a cada vez que ele encolhia, ele xingava, e eu dava risada disso… nada de "Eagle for Neast, we have a problem".

            Sim eu achei Duke um sopro de ar fresco pros shotters… tem os melhores gráficos? Não. Tem a melhor história? Não (mas é uma das mais diferentes dos ultimos anos).

            e ainda digo mais, eu não fechei o jogo, mas aposto que o final vai ser melhor que o Mass Effect 3 :P

          • marco_b disse:

            Haha, não joguei o Mass Effect 3 ainda pra saber, mas o final do Duke é uma homenagem à série.

            Concordo que podia ser bem pior, tanto o humor quanto a jogabilidade, e admito que me diverti com algumas piadinhas, como a hora que as gêmeas perguntam se o jogo é bom e ele responde "Depois de 12 anos também, tinha que ser.", mas acho que o estilo de humor é reflexo de uma época que já passou, assim como o humor de hoje não vai fazer tanto sentido daqui 10 ou 20 anos. Não sei quantos anos você tem, mas talvez o resgate dessa época na geração atual acrescente uma magia a mais.

            Só discordo do sopro de ar fresco pra shooter. Ele se destaca dos FPS tradicionais nesse quesito de estilo e humor por ser um Duke Nukem, mas em termos de tiro mesmo eu achei bem comum. Não que isso seja uma coisa ruim, afinal quase nenhum shooter trouxe nada de novo.

          • DanielGalvani disse:

            Exato, em termos me mecanica ele é só mais um shooter… porém tem o crédito de não ter tentado ser nada além disso.. o frescor que eu digo é justamente não ser sério.. tipo CoD, BF, Homefront e etc.. Po se fica pequeno e duke fala "Whata fuck" e aparece um monstro tamanho normal, se sai metendo bala nele e mata.. "dunce"..

          • Gustavo Lima disse:

            Cara, pelo que vocês estão falando, DNF não é um jogo tão ruim assim. Eu estava louco de vontade de jogar, porquê embora eu seja moleque, joguei pro gasto o 3D e o Land of the Babes. Eu não ligo muito pra gráfico, tanto que até hoje jogo o primeiro PS.

            Enfim, falaram tão mal do coitado que em menos de um ano o preço caiu pra 1/3 do que era o lançamento.

  4. dextervelasquez disse:

    Jogo pra segurar o controle com uma mão só.

  5. gouken2008 disse:

    Eu já sabia. Quando eu disse que seria uma merda, ninguém acreditou. Chupem.

  6. Marcos Henrique disse:

    Excelente matéria. Quando joguei No More Heroes, um certo tempo atrás, tive essa sensação, a de um jogo que tem um carisma extraordinário, mas que se for analisado friamente, irá parecer um produto inacabado por causa das suas falhas, sejam elas gráficas ou de gameplay. A moto do Travis no NMH 1 pode ser descrita como um bug ambulante, tanto é que tiraram a parte de mundo aberto do 2. Enfim, as obras do SUDA necessitam de mais esmero técnico, porque ele sabe criar personagens e chefes carismáticos como poucos.

  7. Fanjos disse:

    Ok mas para quem não jogou NMH ele vale a pena os R$ 85,00 ?? Ou não vale a pena para ninguem?

  8. Feijão disse:

    Oi reviewer, que tal jogar Shadows of the Damned? é do suda e o que mais prestou, bem bom.

  9. leoreaper90 disse:

    Gosto é que nem @#@#$$, cada um tem o seu. Eu já gosto bastante do trabahlo do Suda 51, Lollipop Chainsaw é um jogo que diverte, que que a única coisa que prejudica mesmo o jogo é sua duração. Shadow of Dammed e Fatal Frame IV são 2 exelente jogos, o mais fraco que joguei dele foi NMH, mas não é um jogo ruim, diverte também, mas me enjoei rápido do jogo e meu ódio pelo Wii mote não ajudou muito. Não estou dizendo que esse é o caso de quem escre a matéria, mas a verdade é que quando aparece um jogo muito louco assim e tenta uma abordagem diferente do que o usual voltado para diversão deescompromissada a maioria torce o nariz, pois prefere a mesmice dos shooters de sempre.

    • Mucioli disse:

      Com certeza isso acontece, isso do pessoal torcer o nariz para jogos que fogem do padrão. Mas acho que o Suda, em específico, perde a chance de tornar os jogos realmente memoráveis (e diferentes) não conseguindo alcançar uma jogabilidade tão boa quanto os conceitos por trás do jogo. E esse é um problema do qual vários jogos dele sofrem.

      Abraço!

      • willyvf disse:

        Concordo com você, a resenha está muito justa, e citando o Shadow of Damned, é um bom jogo, que diverte, os personagens são sempre bacanas, a jogabilidade é ok! mas sempre tem algo desnecessário, que destoa o jogo (neste caso, a parte em que o Garcia "Fucking" Hotspur vira uma "navinha") e depois de zerar, sempre fica aquela sensação de que poderia ter rendido mais.

        A insanidade tem uma linha fina que separa a genialidade do pastelão, um bom exemplo que sempre me lembro é o filme Bastardos Inglórios, insano do começo ao fim sem desafinar, genial.

        Abraço!

  10. IruDraco disse:

    acho que ele ja jogou … só ler a materia "…Muito estilo e pouco “videogame”. Funcionou com Shadows of the Damned porque ele tinha Shinji “Vanquish” Mikami para segurar a onda…"

  11. E Killer 7?! Aquele jogo era uma obra prima .-. O Suda fazia jogos bem mais bacanas antes, pelo jeito.

  12. urubuherbivoro disse:

    Bom… eu só sei de duas coisas: a) Os inimigos são zumbis; e b) a heroína é uma cheerleader com uma motossera.
    Então, a minha única reclamação é que não tem pra PC…. malditos…

  13. William San disse:

    Review super honesto, mas quem gosta do trabalho do Suda (tipo eu) não se importa com isso, joga e se diverte. Depois que você compra algumas habilidades e aprende a desviar, a jogabilidade melhora bastante =)

  14. Kotacu disse:

    Eu gostei bastante do jogo. Realmente, não tem nada de novo, mas, que trilha sonora! Como combina com a doideira que é Lollipop Chainsaw. Achei que o jogo tem um climazinho nonsense da série "Bob Esponja". O personagem mais "normal" do jogo é a cabeça do namorado de Juliet Starling – Nick. Lollipop Chainsaw é como o Motörhead: tem que gosta e quem detesta. Afirmando novamente, eu gostei. Mas lógico, não é para todos os gostos e humores.

  15. ArthurOtaku disse:

    O cara faz um jogo diferente aí todo mundo reclama, os caras fazem um cod igual todo ano aí tb reclamam, vcs já decidiram o q vcs querem de verdade?

    As vezes eu penso, e se os publishers só lançassem os jogos q os gamers de hj em dia querem, não iam lançar nada, já q esses gamers não gostam de nada

    Suda é foda, e não é foda pq é um super cara, e sim pq os outros são uma bosta. Suda é um dos poucos q ainda utilizam alguma mente criativa em seus jogos

    • Kotacu disse:

      E o principal, caro Arthur, ele não colocou a maldita regra do mercado em todos os jogos hoje em dia: o multiplayer. Estou jogando Ninja Gaiden 3, por exemplo, e o jogo é bem inferior aos anteriores e o pior: o jogo vem com multiplayer e com online pass. Eu joguei um pouco o multiplayer para testar e achei totalmente desnecessário, deveriam ter se esforçado só na campanha para entregar um jogo melhor. E olha, na minha opinião, falta muito para Ninja Gaiden 3 ser um jogo "regular".

      • _Mortal_ disse:

        Tem certeza que o Suda não colocou maldita regra de mercado em seu jogo? Pode não ter colocado multiplayer, mas fez um joguinho com 4 horas de duração, seguindo exatamente a tal maldita regra de mercado que você disse. No final das contas ele trocou 6 por meia dúzia, grande coisa…, todos os devs. fazem isso atualmente, e o Suda nunca foi uma exceção.

        O Fernando descreveu certinho o grande problema dos jogos do Suda: rostinho/ estética diferente, com um gameplay básico/entediante, e muitas vezes falho, que não se difere em nada da concorrência.

        Sou "n" vezes mais o Shinji Mikami com seu fodástico Vanquish. Suda não dá nem pro cheiro perto do Mikami.

        • Kotacu disse:

          Calma Mortal, se o Fernando não gostou de LC, ótimo, opinião dele. Não falei que o jogo não tem falhas, mas sim que eu gostei do jogo, principalmente pelo próprio jogo não se levar a sério. E eu devo ser bem estúpido porque levei bem mais de 4 horas para finalizá-lo na dificuldade normal. Na verdade eu joguei curtindo o jogo, as músicas, coletando bastante moedinhas para gastar com combos e roupas para a personagem, procurando itens ocultos, etc. Quanto ao Vanquish, vc tem razão, é um jogão, eu tenho para PS3, segue um ritmo ultra frenético e é maior que LC. Só que tem uma coisa: o jogo é sério. Quem me dera ser amigo do Suda ou do Mikami para eu ficar defendendo um dos caras com unhas e dentes. Os dois são bons, imagine a cagada que daria se Suda 51 fosse responsável por algum Resident Evil, ou se dependessemos do humor de Mikami em LC.
          A opinião do Fernando, assim como a sua é mais que válida, mas quanto a duração de um game, aí é bem relativa de quem está jogando. O mal dessa geração é que quase tudo tem DLC e multiplayer. Call of Duty Elite foi o maior exemplo disso. Os caras querem seu dinheiro mensalmente, não adianta mais ser uma vez por ano. Até a geração passada, não havia essas drogas de DLC's e quando um jogo estava pronto, ponto final. Não tinha patches para corrigir burradas. Os DLC's, quando muito, vinham em forma de complementos via midia do 1º XBox (Halo 2, por exemplo). No caso, estou falando dos consoles e não de computadores.
          Imaginem quando sair a nova geração então, vai ter mais dlc's que santinhos de políticos em época de eleição.

  16. bassvix disse:

    Muito caro para pouco jogo.

  17. @rapltx2 disse:

    Alguém sabe porque a versão do Xbox 360 só vai sair no Brasil em outubro? Procurei esse jogo na Saraiva e essa foi a data que me deram. Parece ser algum problema com a distribuidora (a Warner), pois já é a terceira vez que isso acontece: primeiro foi o F1 2010 e o F1 2011, que a versão do PS3 já estava disponível há quase 3 meses quando a versão do 360 foi lançada. Agora Lollipop Chainsaw só sai em outubro. Depois a gente procura no mercado cinza (produtos originais importados de maneira… não oficial) acha e compra (muitas vezes por um preço menor que aquele que se estava disposto a pagar na loja) e neguinho das distribuidoras/lojas oficiais vem reclamar que não vende bem no Brasil por causa do contrabando…
    Eu até queria comprar na loja oficial, viu Warner, mas não vou esperar até outubro.

    • Kotacu disse:

      Cara, eu comprei na loja virtual "Datishop": Lacradinho, importado, bonitinho. Paguei R$152,00, o jogo está mais caro, é que eu havia comprado meu Vita com eles e eu tinha um desconto nas minhas próximas compras. Ah, e o jogo veio com legendas em português.

      • @rapltx2 disse:

        Valeu pela dica, mas está esgotado lá.

        O que eu queria saber mesmo é o porque dessa atitude idiota da warner de nunca lançar os jogos do xbox junto com os do ps3, é sempre com atraso, e com atraso grande.

        Só pra dar uma idéia, em 2010 fiz a pré compra do F1 2010 em agosto. O jogo foi lançado em setembro (para o ps3 apenas, o do xbox foi adiado). Enquanto isso, o pessoal que comprava em lojas alternativas na região da 25 de março já estava jogando a versão do xbox, e pagando de 20 a 40 reais mais barato que o preço das lojas oficiais. Passou setembro, outubro e nada do jogo sair. Quem tinha ps3 ou foi na 25 já estava jogando desde setembro, quem esperou o lançamento oficial… nada.
        Um amigo meu foi pros EUA em novembro. Arrisquei ficar com duas cópias do jogo e pedi pra ele trazer. Paguei metade do preço aqui do Brasil, cancelei a minha pré ordem e joguei o jogo 2 semanas antes do lançamento da warner no Brasil. Estou vendo que a chance disso acontecer de novo é grande.

        • @Walaxjr disse:

          Vish vei ta se doendo por 152,00 pra que isso tudo num jogo. aqui na lojinha ta por 10R$ e vem ate na caixinha com capinha e tudo bonitinho LOL e se nao roda o cara troca de boa cobra nada XD

  18. @awey21 disse:

    ah vai!
    o jogo é bom!
    se encontrar por 130,vale a pena

Deixe uma resposta