O jogo dos Cavaleiros do Zodíaco foi feito para os fãs. Para aquele que sabe gritar os nomes dos golpes, tem bonecos em casa e tenta esconder que o cavaleiro de ouro do seu signo é o Aldebaran. Mas é uma homenagem que poderia ter sido de Ouro, e acabou sendo de Bronze mesmo.
O que temos em Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (ou Saint Seiya: Sanctuary Battle) é um bom trabalho no sentido de recontar toda a história da Saga do Santuário, o arco de histórias que é, provavelmente, o mais famoso da série clássica. Desde a abertura tocando Pegasus Fantasy até os diálogos e as cenas, reproduzidas perfeitamente, é praticamente como se você estivesse assistindo à série com uma animação melhor, sem muita enrolação e com legendas em português.
Mas o combate repetitivo e limitado acaba comprometendo tudo. E então temos um Cavaleiros do Zodíaco que não consegue ser épico – se é que isso é matematicamente possível.
Vários elementos da série foram traduzidos como mecânicas para o jogo, e nesse ponto os japoneses da Dimps tomaram cuidado.
Miro de Escorpião, por exemplo, tem as suas Agulhas Escarlates. Na batalha original contra Hyoga, ele avisa que vai acertar o cavaleiro de bronze 15 vezes até atingir o último golpe – Antares – e acabar com a vida dele. E no jogo existe um marcador para saber quantas você já tomou. No desenho, o Cavaleiro de Gêmeos prende os heróis na sua “Outra Dimensão” – e no jogo escapar de lá é como se fosse um minigame dentro da luta.
Mas esse (bom) serviço aos fãs não muda o fato de que este Cavaleiros do Zodíaco é um jogo de ação… mediano. No limite do que faz um game do gênero ser divertido e sem muita coisa para se diferenciar.
Boa parte dele você passa em um modo meio Dynasty Warriors, meio God of War: as estradas entre as casas do Santuário estão repletas de guardinhas e você precisa limpá-los. Como? Com golpes fortes, fracos, e especiais, mas sem a mesma fluidez do semideus grego nem com a variedade e a profundidade dos heróis chineses.
Mesmo sendo divertido distribuir Meteoros de Pégaso por aí, você fatalmente vai acabar sempre recorrendo aos mesmos (poucos) combos e táticas para sair por cima – sempre um fraco-fraco-forte ou fraco-fraco-fraco-forte seguido de um especial. E mesmo que você possa gastar pontos de experiência para destravar novas sequências, a variedade ainda acaba sendo não muito grande.
As coisas ficam potencialmente mais interessantes nas batalhas contra os Cavaleiros de Ouro. Em vez de vários inimigos, o confronto é um contra um, sempre em arenas cheias de estátuas, colunas e desníveis, quase tudo devidamente quebrável. A câmera fica sempre travada no seu inimigo dourado – o que dá um clima legal às lutas – e cada golpe funciona bem como você espera. Um exemplo é o Lightning Plasma, de Aioria, que vira praticamente uma cama de gato laser.
Mas, apesar da proposta bacana, as batalhas cometem o maior crime que pode existir no universo de Cavaleiros do Zodíaco: “um golpe não funciona duas vezes contra o mesmo oponente”.
A tática para derrotar qualquer Cavaleiro de Ouro é bem específica: defender um dos seus ataques, entrar em modo “Sétimo Sentido” (que deixa tudo mais lento e fortalece os seus golpes) e acertar quantos golpes conseguir. O problema é que, em muitas dessas situações, você se sente como uma navinha de bullet hell, tendo que se esquivar de luzes psicodélicas que perseguem de todos os lados. E, se uma delas pegar você, fatalmente vai acertar duas ou três vezes até que você possa se recompor e tentar de novo.
O que acaba sendo mais frustrante do que divertido, porque o processo é sempre mais ou menos o mesmo. E alguns dos chefes – como Shaka de Virgem, por exemplo – conseguem atacar de tantas direções diferentes ao mesmo tempo que fica difícil até de chegar perto. E nem em momentos quando, na história, você deveria ficar mais forte, existe alguma ajuda. Pelo contrário: você arranca a armadura fora, e a sua defesa despenca, apesar de a força dos seus golpes especiais ficar bem maior.
Isso acaba tornando as batalhas mais frustrantes e metódicas do que simplesmente divertidas, e isso deixa a “experiência Cavaleiros de Zodíaco” um pouco mais pobre.
Seria muito mais interessante se a dificuldade (e a situação) das batalhas fosse regulada pelo que acontece na história, como acontece nos games de Naruto da CyberConnect 2 e, porque não, em Asura’s Wrath. É essa sensação de “eu posso destruir a Terra com um soco bem dado” – junto com um visual bem feito – que faz os jogos de anime serem únicos e valerem a pena, e A Batalha do Santuário falha nos dois quesitos.
No fim, o jogo dos Cavaleiros do Zodíaco é para os fãs e, praticamente, só para eles. Faltou bastante para o Cosmo queimar como deveria.
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OS CAVALEIROS DO ZODÍACO
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Cavaleiros do Zodíaco: A Batalha do Santuário é um jogo de ação que faz o mínimo possível para ser divertido. Mas, ao mesmo tempo, é um bom serviço aos fãs da série criada por Masami Kurumada, com todos os golpes, cenas e personagens que os fãs acompanharam por quase 30 anos.
Plataformas: PlayStation 3
Desenvolvimento: Dimps
Distribuição: Bandai Namco Games/Zap Games
Lançamento: 15 de junho de 2012
Preço: R$ 179,90
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O unico jogo de anime/manga que não foi de luta e eu curti foi o berserk do Ps2. Esse sim foi um jogo epico pra quem é fã da serie.
Jogo muito bem citado
Saudades desse jogo.
Nossa, aquele berserk de ps2 é lindo. Saudades :/
Gostaria mto de ver uma continuação ou remake pro ps3
Dragon Ball Z Budokai 3 é um bom exemplo também.
"O unico jogo de anime/manga que não foi de luta"
Passei rápido olho e não vi isto. Mas é um ótimo game mesmo assim.
Eu teria de jogar este jogo, mas só saindo para PS3, só tenho de me confiar no trailer e na crítica e realmente parece ser algo fraco de doer… combos estilo DMC e God of War? E baseado na série das 12 casas? Até que poderiam ter feito algo inedito, uma nova história… uma nova aventura.
Acho que aí não teria graça nenhuma mesmo. Seguindo a história já ficou ruim, se inventassem moda aí zoava o coreto de vez…
Espero que façam uma sequência mais trabalhada em cima disso,que contenha além da saga 12 casas a saga Asgard,Poseidon e Hades…além de claro,sair pra Xbox como aconteceu com o Naruto Storm.
O jogo sofre de muitos problemas, dentre eles destaco dois que me incomodam profundamente:
1- Querendo ou não, o jogo nada mais é que um "Mod" de Dynast Warrios adaptado. É divertido, sem sombra de dúvidas, mas os cavaleiros mereciam mais, do mesmo modo que Luffy e o seu nado merecem mais. O mercado atual de games está tão focado em resultados rápidos e imediatos que lançam um produto incompleto, mal adaptado e pior, que não convence.
2- Por ser um mod, a inteligência artificial dos inimigos (com exceção dos chefes) é, maneirando no eufemismo, MEDÍOCRE. E isso é inaceitável. Os inimigos são uns fanfarrões que ficam esperando você bater neles. E como dito acima, isso cansa ao longo do jogo.
Enfim, eu ainda fico na esperança de alguma produtora fazer uma adaptação decente tanto dos cavaleiros quanto do bando do chapéu de palha.
Que isso aconteça antes do PlayStation 5…
"O mercado atual de games está tão focado em resultados rápidos e imediatos que lançam um produto incompleto, mal adaptado e pior, que não convence"…
Nuff Said
2- Por ser um mod, a inteligência artificial dos inimigos (com exceção dos chefes) é, maneirando no eufemismo, MEDÍOCRE. E isso é inaceitável. Os inimigos são uns fanfarrões que ficam esperando você bater neles. E como dito acima, isso cansa ao longo do jogo.
Ninguém reclama disso em God of War.
GOW 1 e 2 tem IA bem fraca… mas pelo menos os bixos vem te atacar.
Joga no titan e tenta reclamar disso de novo
É.. os chefes ficam apelões. >.<
Jogo mediano à módicos 179 reais! É muita cara de pau mesmo.
Eu compraria só pq é cavaleiros, mesmo. (apesar de que como falaram, sem a dublagem nacional tem metade da graça)
De qualquer forma, só acredito que o jogo seja péssimo se me falarem que é pior que Saint Seiya Omega. XD
Omega é praticamente Sailor Moon com tematica de CDZ não tem sangue, não tem mortes violentas…ridiculo.
Vou falar alguns defeitos irritantes no jogo:
-NÃO TEM SANGUE! MALDITOS JAPONESES, CDZ tem como caracteristica principal os banhos de sangue
-O mesmo golpe não deveria funcionar duas x, principalmente em um cavaleiro de ouro
-Varias cenas do jogo estão erradas,Shiryu perde o capacete na casa de Cancer ele luta no inferno já sem ele e os olhoa dele ficam azulados, pois representa a visão espiritual na q na real ele é cego.
Shiryu corta o braço de Shura para tentar dar fim na Escalibur, tb não acontece,essas são as mais broxantes mas tem varias outras.
-Que droga é aquele de colocar um monte de cavaleiro morto ressucitado sem maia nem menos entre as casas de ouro?
aquela série Omega é mto sem pé nem cabeça.
Sabe o que um fã de CDZ "das antigas" deveria assistir? Fate Zero!
disse tudo! Uma pena que ja assisti o original e o zero. QUERO MAIS!!!!!!!
Carai,encontrei gente que assiste Fate zero aqui! foda! kk
Mas aí,o Omega foi feito pra geração atual japonesa,não pra meia dúzia de marmanjos brasileiros.
O povo tem um tesão de sangue que eu não entendo.O que não faltava na saga de Hades era sangue,mas aí eu pergunto : As lutas eram melhores que as do Omega só pelo sangue? Não,não eram.Na saga de Hades nem porradaria teve,só um golpe por inimigo,sangue e fim.
Desde o primeiro trailer do gameplay que vi, achei zuado o game….o estilo "dinasty warriors" é muito cansativo e enjoativo….espero que um dia lancem algo decente sobre CVZ…..=/
A única forma de tirar proveito do jogo seria começar jogando no modo HARD e depois nos modos Bronze e Gold. Desta forma subir as 12 casas se torna algo tão difícil da mesma forma que foi o anime, ou seja, você estará se colocando na posição dos cavaleiros de bronze que sofreram, de fato uma digna homenagem.
Pois é…. bem o que eu já tinha falado na minha micro resenha: http://squiter.tumblr.com/post/25240838522/cavale…
Isso tudo por apenas 180 reais
Logo o preço cai para uns 70 reais e que sabe eu pego.
eh um jogo BEEEM ruim mesmo…. alias eu que fiz a classificação etaria dele (10 anos)
Então se o jogo é tão ruim assim ele deve ser bastante fiel ao anime.
True
Cade o negativo para esse blasfemador?
Me lembro do Kotaku levantando a moral desse jogo que, antes de sair, falei que seria bem meia-boca.
É…eu não quis dar chance… pré-conceito total.
E deu no que deu…
" tenta esconder que o cavaleiro de ouro do seu signo é o Aldebaran." malditos eu sempre faço isso,por que nasci com signo de touro.
Às vezes eu tenho a impressão que esse desenho da capa é o único desenho do Seiya já feito.
Vocês podem copiar e colar essa mesma análise para "Fist of North Star: Ken's Rage" (Hokuto no Ken) só substituindo os termos do anime… que vai cair como uma luva.
Pelo menos no HNK deram uma repaginada nos personagens…
No meu primeiro gameplay achei bem dificil mesmo, todos os cavaleiros de ouro foram desafiantes, mas alem da história há diversas missões e historias paralelas após encerrar o game, me desculpem o "cristicos" de plantão mas o jogo ta sendo divertidissimo pra mim, a história é bem contada, os dialogos (inclusive alguns inéditos), as histórias (a do Aiolos é fantástica), as missões (muitas por sinal), e sim, tem a dificuldade extreme hard (nível divino) para os profissionais de plantam que nem jogaram reclamar, o jogo não é perfeito mesmo, mas o que mais me fez falta foi ter mais músicas do anime, de resto e com mais de 30 horas de jogo dou nota 8.
Sério que alguém tinha expectativas altas pra esse jogo. Desde o início ele já tinha cara de geração passada. Além do que, dado o valor mediano que ele tem no Japão, esperar que a produção fosse grandiosa é no mínimo ingenuidade, Só aqui no Brasil, Argentina e França que a série teve uma boa relevância.
Depois desse review não vou ser assaltado em 180 reais.
Que se fodam os reviews, vou comprar, colocar na dificuldade maxima e me divertir.
Isso mesmo amigo, garanto que terá horas de diversão, falando nisso, foi o primeiro jogo que em muito tempo conseguiu juntar amigos para jogarem juntos e fazer a farra. (localmente, não online, chapado)
Sim, o jogo é isso aí mesmo.
Enjoa de tanto bate rebate do mesmo jeito.
Mas como disse alguns colegas acima…é divertido para quem é fã. MUITO.
Pegar os cavaleiros de ouro e sair trocando porradas no modo fora da história é uma coisa divertida demais.
As missões idem.
Olha, eu acabei curtindo muito e desencanando dos problemas.
E na Submarino semana passada eu consegui pegar ele por 142 reais.
Eu já sabia!!!!!!!
Eu não consigo baixar o dlc, tem q ter a psn brasileira? Ou posso usar a minha conta americana?
Alguem da um help ae =[
Só na PSN Brazuca mesmo cara, nem adianta por outras PSNs.
Eu imaginei, acho q vou ficar sem o DLC mesmo
Eu peguei o de Libra porque alem de ser meu signo acho o Dohko um Cavaleiro muito foda, tambem comprei a 2º armadura dos bronzeados que achei muito lokas, e o Seiya com a 1º armadura reluzindo a ouro (que por sinal vinha apenas na edição limitada japonesa com o Cloth Myth do Seiya…), todos os DLCs adicionam novos desafios e histórias paralelas (como o Dohko subindo des da casa de Áries até Libra levando a armadura dele para o Shiryu usar e quebrar o esquife de gelo em que o Hyoga esta preso).
Jesus.
O pessoal fez muita merda então, desde quando o mestre ancião leva a armadura?
Na epoca ele ainda usava o presente q Athena deu o Misopheta Menos, a armadura é enviada atraves do cosmos dele.
Mais uma viagem dos criadores do jogo =
É irritante para quem é fan ter q aturar essas coisas
Amigo, por "historias paralelas", entende-se o que? Algo que não tem, ou não há no desenho, uma hipótese, comos muitos e o proprio texto reclama por falta de criatividade, acho que não foi bem assim neste caso, achei bem interessante apesar de estar gaga de saber que no anime não tem isso, assim como tambem tem a historia do Aiolos descendo da câmara de Athena após a rebelião de Saga até chegar na casa do Shura e tomar uma surra, as conversas entre Aiolos, Afrodite e Camus (esse principalmente) são bem interessantes, tem historias paralelas inclusive da Marim, subindo até StarHill (muito bem represantada por sinal) procurando o então já falecido mestre do santuário. O jogo, pra quem é fã claro, é muito menos superficial do que diz no texto, não é só porradaria genérica, quem ja jogou "bastante" sabe.
Bah, me acordem quando fizerem a saga de Poseidon.
Saint seya só vai ficar legal em games quando resolverem fazer um Spionff e desenvolver os games em um tipo de "universo alternativo".
A serie tem potencial, mas não conseguem tirar nada de realmente bom dela para os games.
Só vai sair um jogo legal de Saint Seiya quando a Bandai entregar os malditos direitos pra uma softhouse que saiba fazer um jogo de verdade, que não seja um Dinasty Warriors genérico. Ainda sonho com um grande jogo de luta de animes feito pela Capcom.
Saint Seiya só vai ficar legal quando "Seinerizar" a série visando os telespectadores antigos.
Quase todos os jogos de anime vão do mediano para o ruim (um jogo de anime para ser bom, deve manter alguém que não conhece o universo, interessado no game).
A questão é o "serviço ao fã" que validará a compra.
Exatamente amigo, eu não jogaria um jogo do Shurato por exemplo, por achar genérico de CDZ ,maaaasssss acertará em cheio que curte a série, afinal, foi feito pra eles, que coisa de rotualar jogos que existe atualmente, quem não gosta na série, não compra, fato!
Aliás de novo, vejo um monte de moleque que gosta dos jogos do Naruto que achá que é muito bom o jogo, que condiz com a história, as animações e tal…, o jogo pode ser até bom, mas eu não gosto de Naruto, entendeu a ligação.