17 de Maio de 2012

Quarenta e oito horas aprendendo a fazer games na Global Game Jam

31 jan, 2012 - 08:15 - por:

52 Comentários


Enquanto você curtia seu final de semana em partidas clandestinas de Call of Duty, milhares de desenvolvedores do mundo todo tentavam sobreviver ao Global Game Jam, uma maratona de 48 horas de criação de jogos. E o Kotaku Brasil estava lá para (tentar) aprender como se faz.


Uma serpente mordendo o próprio rabo. O Ouroboros, um símbolo milenar reciclado por diversas culturas e religiões, pode significar ciclo, infinito, repetição, equilíbrio, autodestruição.

Pode significar qualquer coisa, principalmente quando Ouroboros é o tema de um jogo que você precisa formular e executar, do começo ao fim, em 48 horas. Como foi na Global Game Jam 2012, a maior maratona de desenvolvimento de jogos do mundo, que aconteceu neste final de semana.

Eu estava lá, como espectador, em uma das sedes do evento, na Unicamp, em Campinas. O Brasil nunca teve uma participação tão grande na maratona como em 2012, contando com mais de 20 sedes no país inteiro e criando mais de 150 jogos.

Descobri que a Global Game Jam é muito mais legal do que eu pensava. E que você, mesmo não “manjando nada”, deveria participar da próxima vez.

Temas, ideias, cigarros

O Global Game Jam começou às 17 horas da sexta-feira (27). Antes disso, já havia dezenas de pessoas arrastando cadeiras, montando gabinetes e testando voltagem de tomadas (na base do “será que queima?”). No início do evento acontece uma apresentação da sede, com explicação das regras e a revelação do tema. Depois disso, cada um dos grupos escolhe seu cantinho e começa a labutar. O Jam não é competitivo, então a corrida é apenas contra o próprio relógio.

Assim que o tema foi revelado, após alguns discursos de motivação de grandes nomes do desenvolvimento de jogos (como John Romero, BAiYON e Will Wright) transmitidos via internet para todas as sedes, algumas equipes (tanto estúdios já estabelecidos quanto grupos formados na hora) correram para fora das salas para pegar um ar, curtir um silêncio ou fumar. Outras recorreram ao açúcar, ou simplesmente sentaram na frente de seus computadores e começaram a fazer rabiscos ou brincar com linhas de código.

Todos buscavam alguma espécie de epifania, alguma musa inspiradora. Era notável a inquietude. Uma ideia errada, pouco funcional ou exagerada poderia acabar com qualquer chance de sair da Jam com um jogo pronto – e por mais que o fracasso também seja experiência, ninguém quer fracassar.

Aos poucos, a inquietude se transformou em objetivo. Não havia tempo para genialidades, era necessário começar a trabalhar. Enquanto eu ainda estava tentando entender o que poderia ser feito com um tema tão abstrato, os grupos já haviam feito alguns brainstorms, definido tema, mecânicas e estilo e olhavam receosos pela aprovação dos programadores. O programador, de modo geral, parecia ser um “moderador” nos grupos. Um “isso não rola” dos programadores era, pelo que pude acompanhar, respeitosamente aceito pelos artistas, músicos e designers.

E assim, a cacofonia das discussões dos projetos foi sendo substituída pelo silêncio compenetrado do trabalho. Nunca vi tantas mesas digitalizadoras em ação simultaneamente. Era divertido também tentar imaginar o que os músicos estavam elaborando em seus teclados ou sintetizadores, silenciados por fones de ouvido. Não ousei me aproximar muito dos programadores.

As próximas 30 horas seguiram nesse clima. Pilhas de Cup Noodles se formando para todos os lados. Alguns saíam para dormir, outros voltavam com cara de fim de balada para retomar o trabalho. Alguns se levantavam e iam conferir o trabalho de outras equipes, trocar ideias e pedir sugestões. Não é uma competição, afinal, e o clima entre todos era de companheirismo:

- “A gente queria fazer isso, mas não vai dar tempo”
- “Pô, mas vocês poderiam fazer [adicione termos técnicos aqui], será que não rola?”
- “É verdade, valeu!”

Zen e a arte da manutenção de Motocicletas

Um maluco tentava programar um jogo inteiro com um iPad (ele conseguiu). Um grupo era formado por vários programadores e um engenheiro elétrico. Casos inusitados que mereciam, cada um, uma tese de conclusão de curso. Mas não digo que a Jam é algo extremamente emocionante de acompanhar como espectador.

Isso porque é muito difícil acompanhar uma maratona de desenvolvimento de jogos de maneira passiva. A minha vontade, às vezes, era de largar a câmera, sentar no meio de um dos grupos e sair palpitando (ninguém gostou do meu “text-based shooter adventure” controlado com Kinect).

Pizza era o banquete dos campeões, e eu realmente perdi a conta de quantas foram consumidas. Colchonetes se transformavam em suítes de luxo, mesmo que por poucas horas. Enquanto nas três salas de desenvolvimento os pedidos por fast-food e o entra e sai de participantes eram constantes, as duas salas de descanso, no andar superior, eram sagradas. E há rumores de que Bruno Melo, organizador da sede da Unicamp e presidente do Gamux, foi flagrado revendendo papelão nos lixões da região, dada a quantidade de lixo gerada. Prova definitiva de que os games são os maiores inimigos do meio-ambiente? A IGDA ficou de nos responder.

A Jam tem mais cara de reunião de velhos amigos do que de um show do Iron no Morumbi. Não há grandes feitos heróicos, não há grandes dramas – salvo um ou outro grupo corajoso que resolveu chutar o pau da barraca e recomeçar seu projeto do zero no meio da maratona. Alguns computadores explodiram, alguns aparelhos pifaram, algumas tomadas foram chutadas antes de a arte ser salva… mas nada disso causou um grande estardalhaço.

“Tivemos problemas, mas acontece. Fizemos o que deu para fazer.” era uma frase recorrente durante a apresentação dos jogos – um ritual sagrado após o fim da Jam. O jornalismo verdade dos folhetins de 50 centavos ficaria decepcionado com o clima de normalidade das coisas. O Lifehacker deveria pegar algumas dicas de Nirvana com os maratonistas.

E boa parte do público desligado dos processos também ficaria revoltado com os resultados alcançados pelas equipes, talvez embasbacado com a salva de palmas que todos os grupos recebiam após as apresentações. Nem todos os projetos eram bonitos. Alguns não estavam totalmente terminados. Alguns sofriam para rodar. Mas o potencial de cada um dos conceitos apresentados era inegável.

De qualquer maneira, a realização para quem estava lá desde o começo justificava a empolgação. Todos ali mereciam as palmas, porque o objetivo da Jam não é “agradar aos fãs da série”. É um evento de desenvolvedores, para desenvolvedores, feito para criar laços, experiências e resultados difíceis de serem apreciados por quem não estava lá.

E, honestamente, se você espera mais do que boas ideias e boas intenções de um projeto feito em 48 horas, você está se deixando levar demais pelas grandes produtoras de blockbusters internacionais. Os participantes da GGJ2012 terminaram um jogo em dois dias; eu não imagino nem por onde começar. E você?

Diversão para toda a família

Quando cheguei na Jam, eu não sabia o que iria descobrir por lá. Dois dias depois, responder a essa pergunta não ficou mais fácil. Gostaria de colar as fotos aqui e falar que “aqueles dias foram fodas, você deveria ter ido”, como seus amigos fazem com aquela viagem de formatura que seu pai não tinha grana para bancar.

No fim, ainda estava sobrecarregado com o excesso de informação. Não apenas com o processo de ver um conceito sendo criado e saindo do papel mais rápido do que eu conseguiria acompanhar, mas também com os jogos desenvolvidos. A veterana Miniboss, por exemplo, terminou a Jam com Trapped! um shooter multi-directional carismático e cheio de potencial. A Catavento Games fez Viktor the Nth, possivelmente a maior “sacada” da sede da Unicamp. É impossível terminar esse plataformer em uma só partida: você vai, inevitavelmente, morrer, mas pode facilitar o caminho para as futuras gerações do protagonista.

Thiago Coser e Rodrigo Takase provaram que é possível fazer 3D em uma Jam com Run, Pig, Run. Henrique Manfroi e Vini Tambasco reviveram o bom e velho gênero dos text adventures, agora em versão para Windows Phone. A Taw Studio, do divertido e masoquista Mr. Bree, brincou de “do contra” e fez Soroboruo para você “matar o infinito”. E esses são apenas exemplos de alguns entre tantos bons jogos feitos na sede da Unicamp. E a sede da Unicamp é apenas uma dentre tantas organizadas no Brasil. Dentre tantas organizadas no mundo

Cabeça fria e pé no chão

Poderíamos passar semanas falando dos excelentes jogos que a GGJ 2012 rendeu, mas acho que preciso chegar logo à moral da história, então lá vai: se você quer fazer jogos, você precisa participar pelo menos uma vez de uma maratona de desenvolvimento de jogos.

Além da óbvia vantagem de estar cercado de pessoas que gostam das mesmas coisas que você, mas pensam sobre essas coisas de maneiras totalmente distintas, ser desafiado a criar um jogo em 48 horas ensina muitas habilidades importantes para qualquer desenvolvedor. E não falo de “modelar um Kratos no Paintbrush”. Estou falando de pé no chão, abertura, cabeça fria, humildade, foco, trabalho em equipe, paciência, e um pouquinho assim de gambiarra.

E se você acha que não manja o bastante para se aventurar, lembre-se que, como bom jogador que é, você já treinou outras duas habilidades prioritárias para uma maratona de desenvolvimento: dormir pouco e comer mal.

>> [Fotos: Marcus Oliveira/Kotaku Brasil]

52 comentários sobre “Quarenta e oito horas aprendendo a fazer games na Global Game Jam”

  1. joton disse:

    Tô começando nesse mundo indie games, e sinto uma imensa vontade de participar de algum jam como esse, agora que vou começar um curso de programação de jogos, sem duvida vou montar um grupo pros próximos jams e aparecer na kotaku brasil. shuashuashuashua

  2. Herp Derp Jíguisáu disse:

    Foi uma honra estar lá!

    E um viva às marmitas da Tia Rita!

  3. Berstarke disse:

    Teve em Brasília. E eu perdi isso. Burro, burro!

  4. joaohm disse:

    Eu só prestaria como beta tester numa parada dessas.auuahuahauhauahu. Skills para isso ae é 0 aqui.

  5. Envy disse:

    E não me chamaram? fuuu

  6. HagiLoundor disse:

    Muito legal, quero participar de uma, um dia!

  7. raphalee disse:

    Teve um pessoal que conheço que foi.
    Eles criaram algo muito longe do tema. Ficou legal, mas ficou fora do contexto…

    Em tempo: O Kotaku poderia fazer "shots" de matérias antes desse tipo de evento aqui no Brasil, uh? Assim o pessoal poderia ficar ligado que tá chegando.

    • Marina Val disse:

      Eles avisaram no twitter e aqui também: http://www.kotaku.com.br/conteudo/global-game-jam
      Inclusive esse post ficou bastante tempo nos destaques.

      • raphalee disse:

        Sim, essa matéria foi dia 11/01/2012.
        E a GGJ foi esse fim de semana. Eu quis dizer que poderiam ter feito algo do tipo "Não esqueça!" no dia 19.
        Eles, eventualmente, lançam matérias fora de contexto pra sair da tensão do assunto. Por quê não?

        E eu não uso Twitter, acho isso muito dispensável. Só tenho Facebook e o G+ foi criado automaticamente pelo meu Defy.

        Não estou dizendo que deveriam fazer (aqui eu não pago pra usar, não posso exigir). Só acho que seria uma ideia "legalzinha" pro pessoal que fica "desconectado".

        • unseven disse:

          Acredito que não seja o foco da Kotaku, né? E tem outras maneiras de ficar sabendo, mas acho que o que faltou no caso foi INTERESSE, porque notícia e meios não faltaram, ainda mais sobre um evento grande e global como esse.

          • raphalee disse:

            Me desculpa, mas a GGJ não é um evento grande aqui no Brasil. E que tem divulgação limitada a cursos tipo Seven.

            E eu não estava falando de mim. Como mencionei, tenho conhecidos que foram (e que ficaram enchendo minha timeline no Facebook com isso a semana toda). Tampouco eu iria.

            Aliás, quais as outras maneiras você diz de ficar sabendo, além de sites como o Kotaku ou cursos de criação de jogos? Não vi nada sobre a GGJ nos jornais, por exemplo (nem em revistas "descoladas", como a Super).

            Cosplay não é o foco do Kotaku, né? Vídeo de um cara dizendo que tá jogando com dois controles contra si mesmo não é o foco do Kotaku, né?

            E eu acho que um mini-evento de criação indie de games poderia, sim, ganhar um espacinho a mais aqui só por pessoal que se interessa por ele poder lembrar que isso existe. De fato, interesse existe, mas nem todo mundo fica ligado em 21839721983 redes sociais ou fica no computador o dia todo!
            Basta verificar outros comentários aqui dizendo que não lembraram.

          • unseven disse:

            Brasil teve 17 sedes, um dos maiores números por país, e a da PUCPR foi a com mais participantes do mundo. É grande o suficiente, amg.

            Foco da Kotaku é falar um pouco de tudo. Você quer saber de gamedev, tem que ir atrás de coisas específicas, correr por fora, com QUALQUER coisa é assim. Ferramenta é o que não falta (tipo Google, sabe?), falta mesmo é vontade. Você vai sentar no G+ e esperar as coisas chegarem? Sinto muito.

          • raphalee disse:

            "Amigo", você entrou em contradição e não leu nada do que eu disse.

          • unseven disse:

            O que? Falar que "não faltou meios" e depois falar pra "correr atrás"? Eu também disse que faltou INTERESSE, isso você leu? É o que eu tô tentando te dizer faz tempo, rapaz, o cerne da coisa.

          • raphalee disse:

            Ok. Nitidamente você não cojita que existem pessoas interessada que nem sempre têm tempo pra "correr atrás", uh?

            Infelizmente, eu fui defender a menoria errada…

          • "mini-evento de criação indie"?

            Releia o texto, é a maior maratona de desenvolvimento do mundo. E eu não entendi o que você quer. Você está cobrando o Kotaku Brasil por um espaço que estamos, obviamente, nos esforçando para oferecer?

            "E eu não uso Twitter, acho isso muito dispensável."

            Não é porque você considera o Twitter dispensável, que nós devemos fazer o mesmo. A conta do Kotaku Brasil tuitou diversas vezes sobre o GGJ antes e durante o evento.

          • raphalee disse:

            Vocês focaram como se eu estivesse insatisfeito com algo. Não estou.

            "mini-evento de criação indie" foi porque é um evento que só é reconhecido por um ramo específico (e em processo de reconhecimento aqui no Brasil – de novo, estou falando NO BRASIL). Isso não há como negar.
            Um exemplo: Não só os compradores de carros que vão à feiras de automóveis. Entende?

            "Não é porque você considera o Twitter dispensável, que nós devemos fazer o mesmo. A conta do Kotaku Brasil tuitou diversas vezes sobre o GGJ antes e durante o evento."
            Sim, eu sei. Sigo vocês no Facebook e não perdi nenhuma informação.

            Vocês levaram pouco literal o que eu disse.
            Em suma, foi apenas um "podiam ter feito um pequeno lembrete (ou ter dado UP na matéria original) pro pessoal que ficou perdido (e eu usei como base APENAS os comentários aqui)".

            Só isso.
            EU, não me importo. EU estava bem informado. Sim, acho Twitter dispensável, mas tenho vocês no Facebook e acompanho tudo de lá. já que é, basicamente, a mesma informação.

            Não estou CRITICANDO o Kotaku. Porque eu SEI que não posso EXIGIR algo que vocês JÁ FAZEM.

            Eu só pensei alto numa coisa pequena que eu acharia legal se acontecesse pro povo que é, como eu disse, "desconectado".

            Não precisavam me apedrejar. Eu não estava criticando / exigindo / sendo hostil.

  8. muito bacana seu relato sobre a jam, pela segunda vez, participei da GGJ aqui no Recife, e pela primeira vez por aqui, todos conseguiram apresentar algo no mínimo jogável, foi uma verdadeira conquista…. /

    para terem uma idéia sobre a confusão q é a Jam, mudamos o escopo do nosso projeto 3 vezes, durante as horas q passavam, quem quiser ver como ficou o jogo da equipe q participei, segue o link: http://globalgamejam.org/2012/phoenix-defender

    já estou no aguardo da proxima.

    • joaohm disse:

      Legal, nem sabia que existia polos de GGJ em Recife. Quem sabe na próxima vou lá dar meu apoio moral hehehehehe

  9. Israel_Veira disse:

    Legal o clima de camaradagem que parece existir na Global Game Jam. Parece ser tudo muito organizado, também. Sem contar que nada melhor para um (futuro) desenvolvedor de Games do que começar numa maratona exaustiva para a criação rápida de um jogo criativo.

    =D

    • Ligeirinho 4.0 disse:

      A pergunta é: será que se fosse uma competição de "faça o melhor jogo" por equipes, a camaradagem continuaria? :)

      Mas é bem legal ver isso :D

      • logico q a camaradagem do jeito q é não continuaria, por issso q todo ano os participantes deve responder um questionario sobre o q achou, e tem um questão q pergunta se deveria virar competição, mas acho q o pessoal sempre responde q não….. justamente para não acontecer esse problema…

  10. Galera esse evento é sensacional… Segue o jogo que criei com 1 colega participando em Brasília. Ano que vem iremos tentar realizar um evento maior já que esse foi a 1 vez q realizamos em Brasília… Quem quiser pode me mandar um e-mail…
    http://globalgamejam.org/2012/stopme

    e aqui foram os outros criados em Brasília
    http://globalgamejam.org/og/games/18246/list

    Vlws

  11. felipe_souza disse:

    Não tinha conhecimento deste evento, espero que no próximo eu consiga participar! Muito bom seu relato!

  12. Participei do global game Jam aqui em Curitiba na PUC-PR, segunda maior sede do mundo, e porra, foi do caralho, participarei mais vezes sem dúvida. É demais

  13. JScal disse:

    Sempre quis participar desses eventos, concerteza um dia eu vou poder apreciar isso tudo.

  14. Proximo , estarei em Curitiba pra participar disso!

  15. Igor Esteves disse:

    Não faço parte de nenhuma equipe de games, nem nunca fiz, mas entendo um pouquinho. Quando meu TCC do curso técnico estava atrasado, viramos algumas noites trabalhando, e é uma experiência boa! Você cria um entrosamento legal de trabalho com seus amigos.
    Muito legal a matéria, até fiquei com vontade de seguir por essa área de desenvolvimento indie!

  16. Fábio Valinhos disse:

    foi do lado da minha casa, e eu nem sabia.

    cabeção.

    73 55

  17. Poxa, filtraram um pouco demais as fotos…
    NINGUEM do meu time apareceu!! Sacanagem

  18. Nah, pessoal aí de cima que está falando que não tem talento, isso é bobagem! Existem várias engines alto nível como Construct, Game Maker ou RPGMaker caso vc nao saiba programar, e caso vc nao saiba desenhar, vc sempre pode fazer um jogo sobre o bom e velho quadrado preto! Se a mecânica e a proposta forem interessantes, não tem erro :)

    Linda a matéria, realmente, todos os pequenos detalhes estão reportados aqui, é exatamente isso que uma Jam é :) Espero que possamos ter cada vez mais pessoas aqui no Brasil participando!

  19. O evento foi excelente. Matéria muito boa, Marcus :)

    Aconselho a quem não for, ficar esperto e se inscrever no próximo XD

  20. Ótima matéria, Marcus! Parabéns para todas as equipes participantes! :)

  21. @RamoneSXE disse:

    gostei da matéria…
    só que eu queria saber mesmo como o cara pegou aquele adesivo do Isaac da foto 7.

  22. MiniBoss disse:

    Marcus, que matéria incrível! Adorei! Obrigada por tudo!
    (Amora)

  23. Luiz disse:

    Parabéns pela matéria! Ano que vem mandem um correspondente aqui pra Curitiba também! Tivemos muitos jogos legais por aqui!

    Abraços ;D

  24. Neste ano eu participei da minha primeira Global Game Jam (aqui na minha cidade, Recife), e posso afirmar que a matéria de Marcus Oliveira consegue transmitir muito bem o espírito do evento. Parabéns cara.

    Também gostaria de aproveitar o espaço para divulgar o jogo feito pela minha equipe:
    http://globalgamejam.org/2012/union

    E também gostaria de divulgar os outros jogos feitos pelo pessoal da minha sede:
    http://globalgamejam.org/2012/garbageater
    http://globalgamejam.org/2012/planet-crusher-monk
    http://globalgamejam.org/2012/dave-penguin

    Mal posso esperar para participar da Global Game Jam 2013.

  25. [...] that’s just our side of the story! Go check out Kotaku Brasil’s  take on the experience (portuguese only, sorry [...]

  26. butecoshonen disse:

    Numa próxima oportunidade estarei lá, como desenvolvedor! =D

  27. Participei da GGJ de Porto Alegre, na Unisinos. Encontrei até os caras da SwordtaleS, desenvolvedores de Toren, por lá! Foi mt foda XD valeu a pena :)

  28. @di3go_ctba disse:

    Muito boa a matéria, gostaria de participar um dia desse evento, principalmente para aprender sobre essa área de desenvolvimento de jogos.
    Infelizmente não entendo nada de programação, hehe, gostaria de começar um curso nessa área. Eu me interesso bastante em escrever roteiros.

  29. 3evill disse:

    Orra comida não falta.

  30. Participei da única Jam realizada em Goiânia e foi muito bom! Todos saíram com idéias a mil e uma produtora Goiana pode nascer a qualquer momento!

  31. foi bem bacana o GGJ12 em Campinas eu estava lá e achei muitas idéias e coisas "mirabolantes" que bolaram muito legal!
    Achei muito mais produtivo o GGJ12 do que o SPJAM11, mas o próximos vão prometer cada vez mais!

    Aconselho a quem gosta e curte a ir!

    "conheçi" pessoas muito legais e bem divertidas e o mais legal é sempre cair na sala "certa" :P (a mais lotada, a mais "louca" e a mais divertida sem duvida! e a mais bonita :p)

    não vejo a hora da proxima JAM seja ela qual for global SP Br anw :D

    aconselho a todos !!!!

  32. A matéria ficou muito boa mesmo, parabéns Marcus (com cu, segundo ele mesmo).

    Eu sou designer, nunca tinha me envolvido com projeto de games, foi minha primeira conexão com essa área, mas eu gostei muito (apesar de não termos conseguido terminar o nosso game), ano que vem pretendo estar lá novamente e melhor preparado.

  33. [...] photos were taken by Marcus Oliveira, except for that first team picture, which was taken by Rodrigo [...]

  34. JScal disse:

    Interessante que apesar de ser a primeira vez todos as pessoas da equipe esperam o próximo ano tão ansiosos como nunca. Desenvolvendo também suas habilidades, podendo criar um dos melhores projetos do evento.

  35. Queria compartilhar a minha participação corrida com minha namorada =)
    Espero que gostem – http://globalgamejam.org/2012/little-princes-worl

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