Operation Raccoon City não é um bom Resident Evil – e nem um bom jogo de tiro. Ele não cumpre nenhuma das promessas que fez e acaba desaparecendo com a sua “normalidade” em meio a tantos outros jogos muito melhores.
E não pela questão do terror. Querendo ou não, a Capcom já deixou bem claro que o novo negócio da franquia que praticamente inaugurou o gênero Survival Horror (nunca te esqueceremos, Alone in the Dark), não é mais assustar ninguém. A não ser que seja para assustar com zumbis de mais e munição de menos.
A ideia de Operation Raccoon City era interessante: um jogo de tiro cooperativo em terceira pessoa ambientado no mundo de Resident Evil e dando uma visão de outro ângulo sobre acontecimentos importantes do passado da série. Mas dar o projeto para a Slant Six, o “estúdio B” de SOCOM, não foi uma boa escolha. É como pedir para o cara da barraquinha de churrasco grego preparar um jantar italiano.
Raccoon City deveria ser, em tese, um agrado para a facção mais fiel dos fãs, mostrando eventos que acontecem em paralelo às histórias de Resident Evil 2 e 3, episódios que provavelmente são os mais amados da série. Mas, cadê?
A campanha mostra as aventuras muito loucas dos membros da U.S.S., uma força especial da farmacêutica Umbrella que lida com problemas corporativos de uma maneira bem peculiar: esfaqueando-os com balas. São seis capítulos que duram de meia hora a quarenta minutos cada, dependendo da sua habilidade, e que contam com zero desenvolvimento de trama.
O elenco é um amontoado de estereótipos na linha “João Assassino nasceu nas selvas do Camboja e gostava de explodir cabeças desde pequeno. Por isso foi contratado pela Umbrella e agora continua explodindo cabelas… por dinheiro”. A personalidade dos seus agentes aqui não vai além de um eventual sotaque forçado de francês, russo ou alemão. Se Resident Evil perdeu um pouco do aspecto terror com o tempo, pelo menos ele sempre tentou ter personagens minimamente interessantes, o que não é o caso em Raccoon City.
Além desses textos de introdução, nada mais se explica ou se aprofunda sobre os personagens. E além de o jogo não explicar, ele ainda atrapalha, porque esses textos são a única coisa que o jogo mostra quando você vai selecionar seu personagem. Amigo, eu não quero conhecer os sonhos e a ideologia dessa oriental gatinha com máscara de oxigênio – eu só quero saber que armas ela usa e que habilidades ela tem.
Já a história falha em duas frentes: não consegue dar um bom “fan-service” ao jogadores mais fervorosos e não consegue trazer para a festa quem não se importa muito com a mitologia de Resident Evil – quem acha que o Hunk era só um personagem secreto qualquer de RE 2, por exemplo, e não o maior agente secreto com fetiche por máscara de gás da humanidade.
Em cada episódio da campanha você resvala em algum evento desses dois games clássicos: uma passadinha na delegacia, um encontro com Nemesis, uma pequena troca de tiros com Ada Wong, a fachada da Kendo Gun Store. Mas, além de o jogo nunca dar a sensação de que a sua aventra está correndo em paralelo com algo maior, os eventos originais parecem um pouco bagunçados nessa nova visão da Slant Six.
Nikolai explodiu o hospital de Raccoon City antes de Leon e Claire chegarem na cidade? Nemesis já estava lá antes do começo da história de RE 2? A Kendo ficava perto de um posto de gasolina? Isso sem contar os encontros com os heróis da série. Quando você vê o ex-policial em uma garagem da cidade, ele grita “Por favor não atirem! E u não sou um monstro!”, e sai correndo, com a arma em punho. Mais para frente, ele se esconde em um edifício alto e tenta abater a sua equipe com um rifle. Quando foi que isso aconteceu, mesmo?
Por que mexer com a memória dos jogos que você está tentando homenagear?
Não é um bom jogo de tiro
O Resident Evil da Slant Six é minimamente funcional, e só. Você consegue andar, mirar e atirar como você faria em qualquer outro jogo do gênero – a mecânica, apesar de tudo, funciona. E, para dizer a verdade, explodir cabeças mortas-vivas pelas ruas escuras e molhadas da cidade com seus amigos é bem divertido. Mas o resto – Jesus, o resto…
É difícil encontrar pessoas para fechar um grupo e jogar a campanha, então você passa a maior parte do tempo em companhia do bando de bots mais imbecis já concebidos pela Ciência da Computação – piores, sim, do que Sheva em RE 5. Companheiros que ficam parados no cenário e não deixam você avançar e inimigos que correm no meio da linha de fogo e pegam cobertura do seu lado são a ordem do dia, todos os dias.
Experimente morrer: os personagens controlados pelo computador são tão burros que nem têm a decência de lhe reviver – é game over direto. E eles também não têm a decência de se curarem com as Ervas espalhadas pelo cenário.
As batalhas contra os oponentes “vivos” são chatas não só por causa disso – é porque elas são… chatas, mesmo. Não há variedade. Qualquer problema é resolvido por um Sniper Rifle, algumas granadas, alguma paciência, e uma troca de arma aqui e ali. Você não pode pular por cima de obstáculos e nem se esquivar rapidamente, então fica refém da mecânica de cobertura, que funciona “automaticamente”: você aperta o direcional perto de uma trincheira possível e o seu herói já se esconde. Isso tira muito do controle que você tem sobre o campo de batalha e tira mais um pouco da diversão que você poderia ter nos tiroteios.
E se existe uma parte em que você precisa enfrentar muitos zumbis, ou zumbis e soldados, normalmente você consegue passar simplesmente correndo como uma vaca louca até o próximo checkpoint.
Os zumbis, aliás, foram uma boa novidade. Eles trazem um elemento de imprevisibilidade que se encaixa perfeitamente no contexto do jogo. Mas há momentos em que o equilíbrio entre “apimentar” o jogo e atrapalhar a experiência vai para a vala – uma horda infinita de zumbis corredores faz um grande campo aberto cheio de militares com rifles ser menos divertido.
Nos Resident Evil tradicionais, encontrar um chefe era um negócio emocionante. Eles eram grandes, fortes, arrancavam muito da sua vida, e era preciso saber gerenciar bem ervas e balas para sair com o menor prejuízo possível. Operation Raccoon City, que, em tese, teria mais liberdade para brincar com esses combates, conseguiu transformar essas batalhas em só mais um trabalho repetitivo.
Em um dos episódios eu devo ter passado – sem exagero – 15 minutos brincando de pega-pega com dois Mr.X, dando voltinhas em torno de um ônibus escolar em chamas e correndo, de vez em quando, para escapar de eventuais encontrões ou pisões voadores. Mais uma vez, como em todo o resto: não é desafiador, não é interessante, é só chato. A única coisa que eu estava aprendendo no processo era nunca mais confiar em empresas americanas que tentam fazer jogos originalmente japoneses.
Os modos multiplayer (fora da campanha) são divertidos, mas nada fora do normal – mata-mata, “capture the flag” etc etc – nada que Uncharted 3, Gears of War 3 ou Mass Effect 3 não façam melhor. O único elemento interessante são , mais uma vez, os zumbis, que entram para zonear tudo e transformam partidas sérias em um grande Super Smash Bros. do tiro, desorganizado e caótico.
Algumas horas depois, Resident Evil: Operation Raccoon City não parece nada mais do que uma grande perda de tempo. Minha, sua, da Capcom e da Slant Six.
___________________
RESIDENT EVIL: OPERATION RACCOON CITY
___________________
Operation Raccoon City foi a tentativa de transformar Resident Evil num shooter totalmente voltado para a ação cooperativa, com o bônus de revisitar alguns momentos importantes de jogos clássicos anteriores. Não deu certo: ele acaba sendo um jogo sem graça e genérico, que deve interessar, no máximo, a quem estuda cada acontecimento da história da série. Tem alguns momentos divertidos, mas perde o sentido quando você lembra que existem muitas outras opções melhores por aí. Para o teste, usei uma versão de Xbox 360 enviada pela Capcom.
Plataformas: Xbox 360, PlayStation 3
Desenvolvimento: Slant Six
Distribuição: Capcom
Lançamento: 20 de março de 2012 (4 de abril no Brasil, com preço sugerido de R$ 199,90)

25/03/2011 - Rumor: um Resident Evil com você do lado Umbrella
15/01/2013 - [REVIEW] DmC: Desventuras de um Demônio Adolescente




Eu poderia ignorar todas as críticas negativas se o jogo tivesse pelo menos um co-op local…
Exatamente. No RE5 deu tão certo, por que ignoraram nesse jogo, que tinha tanto potencial de, pelo menos, ter um co-op local divertido?
Já não tava com tanta vontade de jogar por causa disso. Agora, após esse review, muito menos
Quando o jogo fica em split-screen os gráficos são reduzidos, e isso deve dar um certo trabalho pra eles, mais fácil botar no online pra você e seus amigos comprarem uma cópia cada. Aí fica difícil jogar com os amigos, a gente tá vivendo a base de FIFA Street e Halo: Reach.
Foda-se se fica mais dificil pra eles. Estão perdendo muitas vendas por causa disso.
A Capcom sempre dá um jeito de sair ganhando né
Vou correndo comprar!
Eu sou dos que estuda cada acontecimento da história da série, então… De qualquer forma devo experimentar na casa de um amigo, o cara é fã doente (menos que eu) e já comprou rapidinho.
Quando a Capcom não faz os fãs de besta com DLC e versões infinitas de seus jogos de luta, ela lança esses jogos genéricos e bota o nome Resident Evil, só pra vender.
Por um lado eu até fico feliz pela empresa não querer mexer no Mega Man, sabe-se lá o que sairia hoje em dia…
Mas pior que ela mexeu! Ou você realmente acha que aquele Mega Man do Street Fighter X Tekken é uma "homenagem" da Capcom. Aquilo tá mais é pra trollagem na minha opinião.
Acho quê ele ta falando dos jogos principais dele.
que lixo!
Lamentável… mas já esperava isso desde que anunciaram RE como "shooter cooperativo".
Uma coisa é spin-off, outra é sugar o nome da franquia com jogos genéricos até não poder mais.
Se fosse uma PI nova, talvez a responsabilidade de ser um bom jogo não fosse tão grande.
Resumindo: Nem por Counter-strike com zumbis o jogo se passa.
Eu me convenci a não comprar essa bomba desde quando foi anunciado! Esse jogo é uma vergonha ao bom nome de Resident Evil.
Eu pude sentir o desapontamento do FERNANDO MUCIOLI com o jogo e acho perfeitamente compreensível… eu iria comprar o jogo.. mas depois do "bot burro" e "falta de história".. resolvi continuar no meu GoW3 e BF3.. !
R$ 199,00 é muita grana pra gastar em um jogo que foi feito sem amor e respeito aos fãs da série, e com uma suprema inclinação visando lucro, dinheiro, verdinha e mais lucro.
Acho melhor a CAPCOM lançar o Street Fight II HD pra sair da zona de falência.. as coisas estão ruim pra ela.
Querendo fazer média com o ocidente, agora toma! Cara.. americano nunca teve a tendência em ser um bom desenvolvedor de idéias e roteiros.. Os livros nos mostram isso, a história nos conta isso!
Tá nada, apesar das controvérsias que aconteceram ultimamente Street Fighter X Tekken é bom demais… e não vou comprar os 12 lutadores, já jogo muito bem com os que tem.
velho, ja tem um Street Fighter II HD, o Super Street Fighter II Turbo HD Remix, tem na live e na PSN.
Opa! Vlw.. tai uma coisa q eu nao sabia realmente..! hehe
como assim cara , mass effect (tirando o final do 3) , assassin's creed , tudo americana que fez e os roteiros são ótimos!
Cara… Assassin's Creed é da Ubisoft Francesa..
Já os "Mass Effect" (1,2,3) eu realmente nao curti.. sei que muitos idolatram essa série.. mas na minha garganta não desceu =/
Parei pra pensar e percebi que todos os meus jogos preferidos são japoneses com idioma em inglês…
Sonic
Daytona USA (sim, foi feito no Japão!)
Street Fighter 2
Resident Evil
entre outros…
Esperado, quando se trata de Slant Six, só lançou lixo.
Espero q todas essas criticas negativas ao jogo façam a capcom refletir e tentar investir mais no lado terror do RE, Revelations foi um ótimo jogo q manteve as mecanicas atuais sem abdicar completamente do terror, gostaria d ve-los melhorar esta formula, ao inves d seguir pelo caminho do RE 5…
Como dizem, opnião é que nem bunda, cada um tem a sua…
Estou jogando Resident Evil: Operation Raccoon City e estou curtindo…
Achei muito bom a forma como os zumbis se movimentam agora, nao é aquela coisa lerda só, eles correm tb…
A mecanica do jogo ficou legal tb.
Agora dizer que nao dá medo, experimentem jogar no escuro e com o novo headset da SONY…fica cagante o negócio….
os unicos jogos que dão sustos , são os silent hill de ps1 , porque era tão ruim jogar , dificil , porém muito divertido , que você ficava sem saber o que fazer , a mesma coisa Re1 , 2 , 3.
isso mesmo…
cagante?
pra fans de 9 anos de idade não conta né…
pega o teu headset da sony e joga re2 então, tua mãe vai ter que comprar um novo carregamento de fraldas kkk
É.. e eu achando que esse RE seria um sucesso… imaginava um Resident Evil mais Dead Space style, uma mecânica de combate/tiro bem elaborada como nos FPS, com momentos de ação, mas com muito mais momentos de terror e tensão. Imaginei momentos tensos onde seus companheiros e você estavam naquela situação do tipo "F*DEO" e é claro, com uma IA bem bolada, cada um se ajuda, rola para um lado e para outro, atira, se esconde, passa uma ervinha do capiroto e talz (ou que rolasse isso no co-op, com aquele medo e tensão em conjunto)… nem julguei pelos gráficos, se o jogo for bom, ele vai ser bom independente de gráficos, enfim, eu achei que esse Resident Evil fosse ser um ótimo jogo à parte, um spin-off dos bons, e acabou saindo essa bosta aí… agora é esperar pelo RE6 e ver se vai ser melhor que o RE5… se o RE6 me decepcionar eu vou declarar oficialmente (para mim) que RESIDENT EVIL MORREU.
Olha essas imagens…
Véy… certeza que isso ae não é game de PS2?
RE morreu no PS2, o 4, 5 e o REC são ridiculos, lineares e atira, corre, atira, corre. Nunca mais fizeram um suspense de verdade, digo que no PS3 não existe nenhum jogo que faça alguém ter medo de jogar a noite sozinho. Saudades de RE I, II, III, Fatal Frame, Sillent Hill, Alone in the dark… etc.
Vai jogar o Resident Evil Zero, Remake e pare de reclamar…
Quer ter medo no PS3? Joguem Dead Space 1 e 2.
Não gasto meu dinheiro sagrado com esse tipo de palhaçada, prefiro esperar para jogar o RE6 e ver se a Capcom aprendeu alguma lição….
Isso porque a indústria japonesa anda mal, né? Terceirizam um Resident Evil e sai isso. Terceirizam Bionic Commando e sai aquilo. Terceirizam Silent Hill e sai um Shattered Memories da vida. Povo só repete o que os grandes sites dizem mesmo.
Eu acho o Shattered Memories mto bom, joguei no Wii e achei um jogo excepcional, ele sai da forma comum dos Silent Hill, mas é uma mudança boa, a forma como os seus atos influenciam o seu final e a forma como os personagens agem com vc é mto legal… sinceramente achei a historia dele melhor do q a dos Silent Hill normais…
Você chegou a jogar e terminar os Silent Hill normais?
Joguei e terminei os Silent Hill do 1 ao 4 e o Origins….
Desculpe cara, falar que shattered memories é melhor que o Sh1, 2, 3 é desrespeitar o terror em si…
Eu não falei q o jogo em si é melhor, mas eu achei a historia do Shattered Memories mais envolvente e me surpreendeu mto mais do q a dos Silent Hill 1, 2 e 3, em termos d terror, os primeiros jogos criam uma ambientação melhor e mais aterrorizante, mas qnd chega no fator, forma coo a historia é contad e se desenvolve, eu gostei mais do Shattered Memories, inclusive pq saiu do lugar comum dos outros jogos em termos d narrativa e por não colocar os acontecimentos como causa d um poder misterioso da cidade (eu queria rejogar os 4 jogos, mas infelizmente meu Ps2 foi pro saco)
"É como pedir para o cara da barraquinha de churrasco grego preparar um jantar italiano."
xDDDDDDDDDDDDD
muciolino manja muito hahahaha
pelo menos dizem q os do 3ds são bons… alguem ae p confirmar?
Eu tenho o RE: Revelations e achei ele mto bom, ele é bem completo, tem uma boa jogabilidade, a ambientação é mto boa e ele tem uma pegada d terror mto maior q os RE 4 e 5 (não é tão terror qnt o RE 1, mas desde o lançamento do 4, este é o q dá mais medo), eu recomendo este jogo….
O Revelations é muito bom, tem uma ótima ambientação e uma história bem interessante. O clima de terror não é tão bom quanto os antigos, mas não deixa a desejar, ainda mais se comparado aos lançamentos recentes, como o 4 e o 5. Recomendo.
Eu já sabia que esse ia ser ruim, assim como suspeito que o 6 vá ser também. A Capcom consegui estragar a minha série de survival horror favorita. Ao menos o Revelations é bom.
“João Assassino nasceu nas selvas do Camboja e gostava de explodir cabeças desde pequeno. Por isso foi contratado pela Umbrella e agora continua explodindo cabelas… por dinheiro” Isso tá mais para funcionário da Capcom do que Umbrella
Eu sentia até uma nostalgia quando via os vídeos do game, e cheguei até colocar ele na minha lista de compras. Depois que o jogo lançou e comecei a ver ele melhor, fiquei decepcionado, é triste ver no que a série está se tornando, daqui à pouco os personagens usam jet pack e teleports igual ao Halo, e quase não dá pra acreditar que fizeram uma IA pior que a da Sheva do RE5. Eu esperava mais.
Shiva ou Chris, pq a AI não é exclusiva da Sheeva, não generalize
Não crie caso, a Sheva foi um exemplo, se você escolhe ela ao invés do Chris é problema seu, a IA vai ser a mesma.
PIOR QUE A SHEVA DO RE5? OMG…
Mas e quanto as vendas? Não adianta dizer que o game é ruim se o mesmo estiver vendendo bulhufas. ;/
o único resident q presta ate o momento e um de 3ds q um amigo me mostrou a demo..
bom nem lembro o nome dele mas joguei a demo e me senti como se estivesse nos residents antigos 1,2,3 e code veronica …
msm tendo a movimentaçao do resident 5
esse ae do review nem considero resident
( nao consegui jogar o resident 4 e 5 todos ,mas ainda considero eles como residents)
O nome do jogo de 3DS é Resident Evil Revelations….
Tão ruim assim? VIXE, com essas notas que o jogo tem levado a versão para PCs que vai sair mês que vem vai encalhar
JÁ NÃO BASTAM FU@#$ COM O NOME DA FRANQUIA NAQUELAS BOSTAS DE FILMES E AINDA FERRAM COM TUDO NOS NOVOS LANÇAMENTOS….É UM DESGASTE MUITO GRANDE COM O NOME RESIDENT EVIL…..ENQUANTO ISSO DEAD SPACE GANHA TERRENO, E COM MUITO MÉRITO…….PARA MIM O MELHOR JOGO DE SURVIVAL HORROR, O QUE NOS RESTA É ESPERAR O RE 6….MAS ESSE DIRETOR AI DA CAPCOM É RETARDADO, NÃO É POSSÍVEL QUE A CAPCOM NÃO PERCEBEU QUE NÃO ESTA INDO BEM DAS PERNAS COM RESIDENT IN SHOOTER E AINDA TEM A CARA DE PAU DE DIZER PARA OS FÃNS SE ACOSTUMAREM COM OS PRÓXIMOS LANÇAMENTOS………SÓ DECEPÇÃO……
unica coisa q faz com q eu joge esse game eh os chefes do 2 e do 3 so isso pq o jogo nao ta muinto bom
o q faz ele ser legal é os chefoes.
Lembro na época em que zerei o Biohazard: 3 The Last Escape, ficava imaginando como seria os próximos games da franquia com os gráficos das futuras gerações, comprava revistas e ficava super entusiasmado com as especulações. Fiquei bastante decepcionado com os RE 4, 5 e esse ai então… parece que esses games foram feitos para pessoas sem cérebro, roteiro fraco, dificuldade nula, linear demais e ainda excluíram os puzzles que grande parte dos fãs adoravam resolver.
Infelizmente não vejo RE 6 voltando as origens porque a Capcom segue a estratégia: um game mais fácil e frenético abrange um publico maior e consequentemente vende mais. Eramos acostumados com games épicos e agora temos que nos acostumar com os bonzinhos.
Que palhaçada esse titulo ein. Achei que esse site fosse um pouco mais profissional que os outros.
Esse Review aqui foi baseado na revolta de um fan que nao teve as expectativas atendida.
Eu sou um apreciador da serie tenho o jogo aqui e jogo todos os dias ja faz 2 semana, jogo campanha online direto, aqui a coisa mais facil do mundo é achar alguem pra joga campanha junto, só escolher a dificuldade e quick match, voala…. Operation Raccon City tem mto mais cara de Resident Evil do que RE 4 e RE 5…A unica coisa ruim que vi no jogo nao vi nada escrito, das travadas que acontece as vezes nos modos versus….O cara que escreveu isso aqui deve ter fechado o jogo em 1 dia, se decepcionou com o final e nem jogou mais, e veio aqui fazer essa review frustrada.