
Killzone 3, um dos jogos de tiro mais esperados do ano, chega ao Brasil em 22 de fevereiro. Nós enviamos nosso fuzileiro espacial para a base da Sony para experimentar um pouco de tudo que o jogo exclusivo de PlayStation 3 oferece: tiroteios em 3D, missões cooperativas e ceninhas com a sempre discutida dublagem em português brasileiro. Confira as primeiras impressões dessa jogatina.

Na manhã ensolarada desta terça-feira (8) a Sony Brasil convidou o Kotaku BR – e alguns outros veículos especializados em capturar telinhas – para fazer duas coisas. Primeiro, colocar nossas mãos ligeiramente suadas em Killzone 3, o novo jogo de tiro da Guerrilla Games e, segundo, trocar umas palavras com o solícito Hermen Hulst, o diretor do jogo, por telefone. Tudo guiado pelo gerente de produto Ricardo Filó. E ao nos acomodarmos em nossas cadeiras na sala de reunião e superarmos alguns problemas técnicos, vimos – ou melhor, ouvimos – a primeira novidade do dia. Que, para você, já não era tão novidade assim.
Português brasileiro
A Sony já havia avisado que o novo Killzone seria lançado com áudio e legendas em português na terra verde-e-amarelo, mas saber e ouvir, como você pode imaginar, são coisas completamente diferentes. O jogo abre com um discurso das autoridades de Helghan incentivando seu povo a partir para a guerra. O que ouvimos são frases de efeito, mas com uma qualidade de texto que talvez não fizesse você levantar da cama.
Um exemplo do próprio discurso: várias passagens são terminadas com “Mas esse tempo é passado”, dando a entender que a época em que o povo era servil já tinha acabado. Em outro momento, um general diz que está “mortificado” em comandar suas tropas no confronto contra as forças da ISA. Mais adiante, um indicador na tela mostra o “Destino do Objetivo”. A impressão, em alguns momentos, é que a equipe responsável se limitou apenas a traduzir e realizar pequenas adaptações no texto, em vez de pensar no que soaria mais natural aos ouvidos brasileiros. Por outro lado, a Sony não teve medo de pegar pesado, mantendo as falas o mais próximo possível das originais – incluindo as centenas de palavrões. Classificação “Para Maiores de 18 Anos” totalmente justificada.

O trabalho de dublagem também sofre de uma inconsistência grave. De um lado você tem Stahl, comerciante de armas do mundo Helghan cujo tom de zombaria e irritação foi bem captado pelo ator brasileiro. Já os dubladores de Sev, Rico e Nerville, os protagonistas da ISA, não são capazes de demonstrar uma emoção corretamente. A referência de qualidade mais próxima é o trabalho feito na versão nacional de WarCraft II.
Mas nem por isso você deve deixar de comprar a edição nacional do jogo. Será possível, por exemplo, deixar o áudio em inglês com legendas em português, e vice-versa. Há diversos idiomas disponíveis e prontos para acariciar os seus ouvidos.
Filó contou que o trabalho de dublagem e localização foi feito todo pela Sony americana e a própria Guerrila Games, com a divisão brasileira da empresa participando apenas com algumas sugestões. Durante nosso encontro, tanto ele quanto Anderson Gracias, o gerente da divisão de games da empresa no Brasil, demonstraram bastante interesse na opinião dos jogadores que, pelos comentários no YouTube e aqui no Kotaku Brasil, não foram tão positivas assim.
Bang-bang do futuro
Felizmente, a insatisfação com a dublagem desaparece quando você começa a arrancar as primeiras cabeças de nazistas espaciais, e quem experimentou um pouco da fase beta já sabe disso. Killzone 3 é um jogo muito mais ágil e variado que o seu antecessor, e isso ficou bem claro durante as primeiras missões da campanha principal.
A narrativa acontece em dois momentos (SPOILERS A SEGUIR): minutos depois de Rico ter matado o ditador Visari no final de Killzone 2, e seis meses depois quando, aparentemente, a guerra já está chegando aos seus momentos finais. O tempo entre esses dois eventos está recheado de todo tipo de missão em todo tipo de lugar, ao contrário dos tiroteios comuns e em tons de cinza e bege do game anterior. Com exceção da cidade-padrão do começo do jogo, a aventura leva Sev e Rico a geleiras, florestas e até a confrontos com robôs gigantes (pilotáveis!).

A missão de infiltração em meio a uma selva com plantas carnívoras e vegetação explosiva foi um dos pontos altos de 2011 até agora. É um trabalho de pura furtividade: é preciso avançar com cuidado, sem fazer barulho e usando apenas o veneno das plantas para matar os guardas em patrulha. Um passo em falso e você precisará enfrentar não apenas todos os inimigos comuns, mas também um tipo de unidade especial que pode desviar dos seus tiros e eliminar você com uma só facada. Tudo isso em um cenário interessante e cheio de cores, ainda que um pouco linear.
Quem está acostumado com os Halo e Call of Duty recentes, aliás, vai se surpreender com a dificuldade do game da Guerrilla. Mesmo na dificuldade padrão, não basta saber a hora certa de colocar a cabeça para fora da cobertura para vencer. Para compensar um pouco, agora você pode ser revivido uma vez a cada vida por um companheiro, dependendo da ocasião. Além disso, existe o tão comentado multiplayer cooperativo que, infelizmente, só funciona com um amigo sentado no mesmo sofá – nada de suporte online.

Nesse modo, a tela é dividida verticalmente e os dois heróis (normalmente Sev e Rico, sendo que o segundo pode ser substituído por Natko, por exemplo) andam sempre pelo mesmo caminho. A novidade, como (quase) tudo o que se refere a multiplayer, é bem-vinda, mas nesse caso específico faltou variedade. Até o momento em que pudemos jogar não houve rotas alternativas para cada jogador, por exemplo, e não há um indicador na tela que mostre onde está o seu parceiro. Ainda assim, há situações em que os dois podem se organizar para pegar um inimigo de surpresa, por exemplo, o que dá aquele gostinho todo especial.
Mas o gostinho é especial mesmo quando você coloca aqueles óculos do futuro e começa a enxergar tudo em 3D – balas perdidas voando no seu rosto enquanto a tela fica cheia de geleia de morango. Eu sou o tipo de pessoa que fica enjoado quando assiste outra pessoa jogando FPS e quase fui hospitalizado ao assistir à sequência inicial de Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Mas jogar Killzone 3 naquela televisão cara me deixou feliz. A sensação de imersão é realmente maior, e você pode ter uma noção mais apurada da profundidade e distância de tudo. É uma outra experiência.

Já jogar com o Move e a Sharpshooter é divertido, mas nada que vá mudar a sua vida. Brincar com a metralhadora de verdade de mentira é uma experiência meio dolorida depois de alguns minutos, comprovando que, quando o negócio é jogo de tiro, um bom controle normal é imbatível – na ausência de mouse e teclado, claro. Por falar nisso, nada mais de ficar preso a só um esquema de controle: existe agora o padrão, que mantém a mira de precisão no clique do R3, e o alternativo, que manda esse comando para o L1 e deixa tudo mais confortável para quem está acostumado a outros FPS.
Fuzilando o diretor
Quando se aproximava a hora do almoço – e já estávamos devidamente abastecidos de quitutes -, Filó pediu que redirecionássemos a artilharia. Era hora de conversar com Hermen Hulst, diretor do jogo. Quando a ligação foi feita, um grupo de jornalistas chilenos estava terminando sua rodada de perguntas. Em seguida a caravana brasileira entrou em ação.
Hermen começou explicando os avanços gráficos em relação ao Killzone anterior: um trabalho que rendeu o dobro do número de polígonos, uma maior Distância de Renderização (até onde o jogo “monta” o cenário e outros elementos na tela) e ambientes muito maiores – e que isso é apenas uma das grandes melhorias. Para Hulst, um dos maiores trunfos de Killzone é como ele integra bem os sistemas do jogo. A física, os comandos, o realismo das armas, a reação dos corpos dos inimigos às balas e a grande variedade de situações apresentadas durante a história.

O modo multiplayer, diz o diretor, também representa uma grande evolução, baseada no que os jogadores pediram. Antes era preciso desbloquear classe por classe num processo um tanto quanto demorado – mas agora todas elas já vêm habilitadas, e você pode escolher em quais habilidade investir na ordem que quiser. Esse, segundo Hulst, é um esforço consciente da Guerrilla para dar escolha ao jogador. Além disso, as partidas online contarão com veículos (algo inédito até agora) e os melhores jogadores vão virar astros no fim de cada rodada, recebendo cutscenes próprias para enaltecer sua mira precisa ou a sorte absurda.
Hulst ainda confirmou que os participantes do beta de Killzone 3 já abateram mais de 15 milhões de inimigos e que, apesar de não ser possível dizer exatamente quantos desses são brasileiros, a comunidade daqui é forte e vem crescendo, tanto que convenceu a produtora a localizar o game para o nosso país.
No meio de um mercado tão abarrotado quanto o dos jogos de tiro em primeira pessoa, o diretor é otimista. Para ele, o jogo tem uma identidade própria e traz uma experiência única no meio dos Call of Duty e Halo da vida. Isso porque, além da da base, da física e das mecânicas que já havia mencionado, Hermen acredita que Killzone está em um ponto ideal entre ficção e realismo, tanto em termos de história quanto de elementos do jogo em si. E o futuro do gênero, avalia, está na mistura do estilo tradicional com coisas vindas de outros tipos de jogos – como os RPGs, por exemplo, cujos sistemas de evolução já são quase obrigatórios nos shooters de hoje.
Por fim, ele confirmou: um novo episódio da série deve pintar no NGP, o novo portátil da Sony.
Abrindo a lojinha
Killzone 3 chegará ao Brasil em duas edições: a normal, que custará os já conhecidos R$199,90, e a especial – aquela que vem com o capacete, sem preço definido. Mas antes de se empolgar, preste atenção: a edição limitada brasileira não terá a miniatura de Helghast nem a trilha sonora – teremos apenas a cabeça sinistra e o livro de arte. Segundo Filó, os brindes são importados, e por isso há uma dificuldade burocrática de trazer tudo para cá. O código para o beta de SOCOM 4, que acompanhará todas as cópias do game nos EUA, será substituído por um tema estático exclusivo para os consumidores da América Latina.

Os fãs mais fiéis poderão participar dos eventos de lançamento do jogo que acontecerão na virada do dia 22 de fevereiro. Ainda não foram divulgados os locais, mas se a tradição for mantida, é bom ficar de olho na Sony Style mais perto de você. Também é possível que apareçam quiosques de testes para você experimentar um pouco dos pipocos em 3D.
Passamos algumas poucas horas com Killzone 3 no escritório da Sony e mais algumas no beta disponibilizado via PlayStation Network. E, mesmo com esse pouco tempo, podemos dizer que, depois de um começo quase incógnito, a série não deve nada a nenhum fuzileiro naval do espaço. Aguardemos o jogo final, portanto.
[Fotos 1, 2 e 3: Fernando Mucioli/Kotaku Brasil]
[Imagem 3: Edição Limitada de Killzone 3 para os Estados Unidos]

Mtoloka essa "arma".. só taca um sprayzão preto com prata q ja da pra toca o puteiro na paróquia
colocar também uma caneta laser em cima pra mira, vai ficar doida
Pior que tem suporte de luneta no topo dela. O.o
Ainda bem que a tradução é exata a do inglês…
ODEIO ouvir ''shit'' ou ''fuck'' e isso virar um ''porcaria'' ou ''que droga''
Invejei forte.
Até o momento prefiro o fuzileiro naval do espaço…
Mas parabéns por terem feito uma versão local do game.
No forum da bioware, por exemplo, já teve vários tópicos, brasileiros e lusitanos, pedindo por uma versão em português, mesmo que fossem apenas legendas. Fica aí a dica para o pessoal.
Vamos tentar mostrar, que mesmo com a pirataria rampante que existe no brasil, há pessoas que querem que a coisa mude, que outros "grandes" vejam que aqui há mais além de pessoas com perna de pau, um papagaio no ombro, carnaval e floresta amazônica, e que pelo menos uma legenda em português(brasileiro ou não) seria uma boa ter nos games mais novos.
vale a iniciativa, mostra que a sony esta cedendo antes de acabar a pirataria por aqui. Pena que tem grandes chances de dar errado, brasileiro só pensa em se dar bem agora…
Agora? Acho que é desde sempre que brasileiro tenta se dar bem passando por cima dos outros…
na verdade portugal chegou por aqui já querendo se dar bem em cima dos outros e por aqui ficou a índole cultural do brasileiro que acho difícil tirar.
Fico pensando, se colombo tivesse vindo pra cá em vez do pedro safado cabral, seríamos desenvolvidos que nem os EUA, ou seríamos os EUA?
A nossa "índole" nada tem a ver com Cabral. O Brasil era quase uma "colonia penal", todos os ladrões, safados, prostitutas, etc… eram mandados de portugal para cá. Fomos colonizados assim, com a "corja de Portugal". Como vc queria que o país se formasse ? A cultura que se formou, obviamente, foi muito ruim e perdura até hoje.
Quanto a Killzone 3, tenho o 2, mas ainda não zerei. Eu não gostei de como a mira é "pesada". Segundo os fãs da franquia, é pra dar mais realismo. Na minha opinião, funcionou de maneira inversa: jogar FPS em um joystick já é difícil, quando vc adiciona um "lag" proposital ao movimento, aí ferra de vez….
Mesmo assim, gostei do jogo. Os gráficos são imbatíveis e não deixa de ser um bom FPS. Com certeza comprarei o 3, até porque tenho o Move e gostei muito da idéia de jogar um FPS com ele.
A dublagem em português do Brasil eu acho ótimo. Pena que a qualidade dos dubladores ainda é muito ruim (o mesmo ocorreu com o Starcraft 2, acho que é a mesma empresa que dubla, certo?), pois eles não passam nenhuma emoção. Mas como isso acontece até mesmo com filmes atuais, fazer o que…..
)))
Espero que continuem com a iniciativa de dublar e legendar os jogos. E sempre deem a opção ao jogador de mudar o som para original ou dublado. Parabéns, Sony, e que venha a versão do Killzone 2 com suporte ao Move !!!!
com certeza "não foi" a "corja de portugal" que levou 'toda' a nossa matéria prima daqui, que roubou e catequizou os índios e os fez de escravos…
e o que vc disse sobre o jogo, 200% verdade
Gustavo, não sei se te entendi…. O meu ponto de vista é que o Brasil foi colonizado com pessoas da pior espécie e a cultura que se formou foi em cima dessas pessoas.
Agora, o Brasil era uma COLONIA, o que quer dizer que só existia para ser explorado. Simples assim. Só depois da independência é que isso começou a mudar. Mesmo assim, algumas regiões (como o Sul do Brasil) foram colonizadas por outros povos, sem a intenção de explorar e sim de morar e se desenvolver no país. É por este motivo que se vc é do RJ ou de SP, por exemplo, e viaja para Santa Maria, no RS, vc se assusta MUITO com a educação das pessoas. Nem parecem Brasileiros…..
eu disse quase a mesma coisa, mas que o pessoal da realeza também se aproveitou de nós, e não só o povo que foi enviado pra ca, infelizmente
Pow, cara joguei a demo hoje e achei a mira BEM mais suave que o segundo.
Acertaram a mão dessa vez!
[...] This post was mentioned on Twitter by Fernando Mucioli, Herbert Scheunemann, Fernanda Alves, pedrotruegamer, tibgames and others. tibgames said: Jogamos Killzone 3: em português, em 3D e até com a metralhadora do Move | Kotaku Brasil http://t.co/r4nQcJO via @kotakubr [...]
SEU COVARDE DE MERDA!
Jogo muito foda, Dublagem em português poderia ser mais tosco que ainda seria bem vindo… pensem gamers brasileiros a gente estava a 0% num exemplo maluco qualquer coisa q nos tire do 0% é lucro…
No entanto você não deve se contentar com qualquer coisa que lhe empurram. Elogie a iniciativa, mas você tem o direito e o dever de exigir uma dublagem e tradução melhores.
a iniciativa é o bastante para apoiar e comprar o jogo por aqui. Com certeza eles lerão as opiniões da galera e vão se tocar na próxima dublagem, fazer algo mais brasileiro e menos teatral.
Agora se ninguém comprar, não terá proxima
de graça até injeção na testa né?
pelo menos é melhor que o primeiro filme 3d do Brasil
Resta saber qual região vai vir com a dublagem em pt-br.
Provavelmente será a 1, vou importar, não dá para pagar tudo isso de imposto. É uma pena, gostaria de mostrar para eles potencial do mercado nacional. Mas 200 reais em um game é muito para meu orçamento.
Gostaria que eles soubessem que estou comprando esse game principalmente pelo fato de ser em português (nunca joguei nenhum outro Killzone). Não mostro meu apoio nacional, mas ao menos ajuda a indústria de games lá de fora =/
é BR, a equipe do Brasil deu pitacos…
Creio que o amigo não entendeu a pergunta.
Eu sei que é BR, mas a duvida é em qual região de disco vai ter a dublagem/legenda.
Se tiver por exemplo na Região 2, importo da Europa que é mais barato dq importar dos Estados Unidos (Região 1)
Boa Fernando valeu pelo review. É bom saber que os reviews daqui sempre serão honestos. Só espero que a Sony e a M$ continuem chamando vocês pra fazer os reviews hehehehehehe.
Com o que joguei no Beta Online fico fortemente inclinado a comprar a edição que tenha PT-BR… mas pelo jeito vou conseguir comprar a minha em março nos states então é uma pena que a galera tenha que pagar tanto pra ter a mesma coisa.
oh beleza hein, sera que vai dar tempo pro 3ds?
Nuss… dublagem do Chaves é melhor que essa! Mas o jogo está sensacional.
conta tudo pra sua mãe kiko
Seguindo as notas e os reviews pelo mundo o jogo não me empolga, juro que tentei terminar Killzone 2 diversas vezes mas o jogo não segurou no single, várias vezes deixava de jogar para jogar outra coisa, não me empolgou. O jogo tem gráficos legais, o multiplayer é muito bom, mas eu não me engano mais, se o Metacritics desse jogo está abaixo de 8.7 sendo que o KZ2 teve 9.2, com certeza deve estar pior, principalmente no que tange a história e as pífias 5 horas de gameplay, ou seja, é um investimento alto, mas para quem quer um joguinho 3D com suporte a controle de movimento e com o diferencial nessa versão que são os Jetpacks, com certeza vale a pena, mas para mim que estou ligado no jogo em si, não passa de um Killzone 2.5 com todos esses suportes que eu citei, fato!
kkk….da onde vc tira esse " fato"?… só pq no minimo nao conseguiu
jogar e fora que quem usa sistema de criticos pra se basear…nao manja porcaria nenhuma
Opinião minha brother, eu não gostei de Killzone 2, se os reviews dizem que o K3 repete os mesmo erros do K2, porque eu compraria? Pela perfumaria? É isso o que quis dizer, tenho PS3 e não preciso ficar puxando o saco da Sony, aliás, sou um dos poucos que pensam assim.
Apesar da dublagem e a tradução serem fracas, achei bem legal esse lance do Hermen Hulst respeitar o publico brasileiro.
e é nessas horas que agente tem que mostrar interesse. Porque daqui a pouco se agente não mostrar, eles também perdem o interesse no publico daqui.
Concordo, eu já reservei o meu.
Eu espero ver em 2011 o Brasil como um destaque na indústria de jogos como ele nunca foi antes e o jogojusto está aí para lutar por nosso direito de termos respeito no mercado nacional.
com certeza, se comprarem esse jogo por 200 não vai atrapalhar a campanha do jogo justo. Vários jogos são vendidos todos os dias aqui por esse preço e comprar esse é importante pela iniciativa
ai voltamos a estaca zero, faz a sua parte ai e compra no card em 10x
uheauhaeuhaeea
com certeza, a iniciativa é excelente
A dublagem não é ruim, o problema é que eles colocam os dubladores para dublar como os americanos, falando enigmaticamente e de um jeito mais profundo, todos sabemos que isso não funciona com portugues(mas fica maravilhoso no ingles xD),
Eles podiam contratar um estudio local para fazer a dublagem…de um jeito mais "localizado".
Eles deviam todos dublar com linguagem de mano. Ficaria engraçado pra cacete.
Zoeira.
No bulletstorm isso certamente iria funcionar…
Não, não é ironia.
Eu pagaria pra ver isso, seria muito bom
é isso mesmo, parece um teatro
Eu compraria um PS3 só pra jogar ele
Eu compraria um PS3 só pra jogar ele
[2]
todo mundo sabe que 200 conto é caro.
Mas fiquei me perguntando se vale a pena pagar para apoiar a iniciativa da sony em fazer o jogo em português (qualidade da dublagem a parte) ou eu ia pedir par alguem trazer de fora como sempre e dar o fodase.
Até agora eu acho que não vai doer comprar UM jogo dos tantos que tenho por 200, podendo dividir em 10 de 20, coisa que lá fora não da, só a vista.
Além disso, reclamamos tanto que as produtoras nunca olham para o Brasil, e quando elas olham e apostam, vou dar as costas pra ela? Acho que nao, vou comprar bonitinho, em real no cartão e espero que ainda venha muita coisa pela frente pensada para o Brasil.
E por fora o jogo justo está lutando contra o imposto…
Eu acho que todas as cópias virão com as opções de idioma. A mesma coisa que acontece com o Beta. O arquivo pra download é um só, depois que instalamos é que ele pergunta o idioma. Tinha uma porrada de linguas lá.
Comprando lá fora ou aqui eu acho que é o mesmo conteúdo.
com a diferença que se todo mundo comprar fora talvez o proximo não tenha pt nem aqui nem la
Isso é verdade. Ou não. Pensei mais um pouco aqui. Comprando lá fora ou aqui, só muda o tanto de carga tributária que pagamos. Não estamos pirateando, estamos comprando um jogo original, só que com impostos mais baratos. Quem deixa de ganhar dinheiro é o governo brasileiro e as empresas daqui, mas os desenvolvedores dos jogos não.
E outra, tu acha que eles não sabem onde seus jogos estão sendo jogados? Certeza que assim que o ps3 conecta na rede a desenvolvedora sabe o idioma que o cara joga e em que lugar do mundo ele tá.
A EA deixou o FIFA 11 em inglês mesmo por causa da pirataria, mas o jogo ainda vende rios por aqui, inclusive vindo de fora. Eles sabem que aqui tem mercado, o que fode tudo é pirataria e impostos altos.
nao concordo muito, fifa é um caso isolado onde ou você tem fifa, ou pes, ou nada para futebol, e o Brasil é o país do futebol.
Para FPS tem muitas opções e acho que o pt faz a diferença um pouco na hora da galera comprar. se ela ver que todo mundo comprou fora não sei se ela investiria tanto na divisão da sony Brasil que deve ser quem briga por nós lá fora
O grande Napa….. O QUÊ? Mais de 8K…
ele tinha q falar isso no Killzone….
As empresas tem que parar de tentar fazer versões dubladas dos jogos, acho que a maioria dos gamers já está acostumado com o inglês e também a qualidade fica bem ruim…
Ainda dói nos ouvidos pessoas falando português tão forçado nos games, As empressas deveriam somente deixar as legendas em PT BR, além de baratearem o custo ainda acho que é o que a maioria dos gamers preferem. Afinal, muitos de nós já vimos filmes assim (com áudio original e legendas em português), então por que não fazer assim com os games também?
não concordo, não a maioria, mas todos estão acostumados com inglês pq não tem pt, vamos ver se vai vender mesmo. eu acho que vai
FAIL a versão especial do jogo não vir completa pra cá, hein!
E anda querem que agente não importe jogo do Playasia ou ebay.
Se as empresas querem que agente compre jogos daqui, é melhor eles trazerem os produtos direitos e completos, querem que agente pegue um absurdo (por acho que essa versão especial não vai sair menos de 300 reais) por um produto incompleto!!??
"a edição limitada brasileira não terá a miniatura de Helghast nem a trilha sonora"
Vou pagar o dobro da versão americana e ainda faltando coisas? Um boneco e um cd de musica atrapalha a importação? Patético sony. Pq a microsoft não tem problemas em trazer as edições lendárias de halo sem nada faltando? Não tem desculpa, é pouco caso, a sony caga e anda para os brasileiros
Outra coisa, sabendo do pouco caso da sony com os brasileiros, eu duvido (e muito) q a versão com audio e legndas em portugues seja uma exclusividade brasileira, a sony nunca faria uma exclusividade pela gente, cada vez fica mais claro q todas as versões de killzone 3 terão idioma brasileiro
se todas as versões de killzone 3 terão idioma brasileiro porque a sony caga e anda pra brasileiro? não entendi, se ela cagasse mesmo seria pt de portugal
Legal, deve ser bacana participar de uma reunião dessas.
as atuaçoes e vozes originais sao impecaveis…. jogo dulabado num caso desses é como dublar um God of War.
é uma aberraçao. tem de apanhar de remo quem jogar isso dublado acabando com o clima do jogo.
e outra. Killzone é o verdadeiro FPS hardcore, pra quem gosta de jogos noobs e genericos como os COD
passem longe e com relaçao a Halo….. da nem pra comparar… Killzone é jogo pra macho
hahahahahah , "jogo pra macho"…
ta de brincadeira né?
as atuações beiram ao ridiculo mesmo na dublagem em ingles
dublagem ruim em ingles e outra ruim em portugues… é.. vou jogar em portugues mesmo
mas mesmo assim nao estou usando isso como desculpa para o dublagem ptbr esta ruim..
Tomara que a dublagem seja melhor do que a de Starcraft II. Lixo total.
parece que não vai ser não, mas só de ter legenda ta bom
nossa cara, a dublagem do Starcraft 2 é excelente
Quero só ver o preço da edição limada, quer dizer, limitada.
600 conto
Finalmente um joguete pra usar na TV 3D. Tow cansado de jogar Wip3out jah xD
"Filó contou que o trabalho de dublagem e localização foi feito todo pela Sony americana e a própria Guerrila Games"
Não gosto de falar isso, mas… EU DISSE!
Nunca que essa dublagem fraca poderia ser brasileira. Espero que nos próximos títulos da Sony, os jogos sejam dublados no BRASIL, por dubladores profissionais. Só assim mesmo para ficar um trabalho decente.
Enfim, pelo menos agora tenho esperanças de ver Uncharted 3 dublado em português… brasileiro… no Brasil.
XD
Inclusive vcs bem que poderiam ter perguntado isso ao Anderson Gracias neh…
must get, killzone….must…*dou um tapa na minha propria cara* EU TO BEM! TO BEM! eu to legal….
Dublagem em Warcraft II? Esse é um site de games, certo?
Só eu que gargalhei alto com o velho falando no começo do vídeo?
Forçado pacas >_>
eu joguei o beta e ate online tambem mais ha um problema nao da pra jogar online com o jogo em portugues da erro
[...] você ainda está na dúvida sobre comprar ou não Killzone 3, leia nossas primeiras impressões do jogo em português. var random = Math.floor(Math.random() * 1000000000); [...]
[...] (25) ao Brasil. Você já viu o trailer com a dublagem em português e leu nossa prévia com um pouco do que teremos na versão final. Toda essa teoria entra em prática nesta quinta-feira (24), quando você poderá [...]
[...] leitor atento do Kotaku BR, leu as nossas críticas à dublagem nacional, e elas se mantêm. A maior parte dos atores não sabe atuar, a entonação [...]
Opa Realmente o jogo parece ser bom,,,
Nao tive a oportunidade de jogalo mas estao na espectativa para jogalo
Mas antes tenho que fazer essa pergunda horenda…
O pessoal esta falando que so da para jogar ele com o playstation move
e outros falam que da para jogar com o controle normal ,,,,
Bom eis a questao se nao der para jogar com o normal vou ter que espera mais um pouco ate compra o controlador correto para ele.
E claro que queria fazer essa pergunta para vcs.. Realmente da para jogar o killzone3 com o controle normal
Agradeço a atençao e aguardo resposta tanto aqui no forum como no meu email Alexandreselencio@ig.com.br
E me add na psn meu nik e xandypey
Palhaçada esse pessoalzinho que acha dublagem algo ruim. Tem tanto filme e desenho que fica perfeito dublado, até melhor que o original (Vide "Curtindo a vida Adoidado", "Toy Story", "Yu Yu Hakusho", etc). Aí vem essa galera que não valoriza o que é feito no seu país e critica. Caras, gosta de algo legendado? Fica na sua, compre seu dvd, jogo ou whatever e assista na sua. O foda é ver que em 2011, onde todo mundo assiste o que quer e quando quer, ainda tem gente que gosta de ficar impondo seus gostos aos outros como se fosse verdade absoluta.
Sobre a dublagem, ela está fraca porque não foi feita em algum estúdio brasileiro (como em Halo 3, se não me engano), logo, provavelmente foi feita em Miami, onde existe um nicho de brasileiros que nem atores são, que fazem dublagem por um preço ridiculamente baixo, fazendo com que a competição com os estudios brasileiros (seja no RJ ou em SP) seja injusta. Vide alguns filmes da tv a cabo como Batman & Robin, que são exibidos com dublagem feita por lá. É ridicula!
na boa a dublagem ficou uma bela duma merda