17 de Maio de 2012

Deus Ex e o vício de hackear computadores e passar a vida lendo emails

03 nov, 2011 - 09:55 - por:

58 Comentários

Chato e devagar para alguns, profundo e envolvente para outros. Deus Ex junta ação, RPG, tiros e stealth para chegar num resultado que é muito maior que a soma das partes. E que não tem medo de implantar na sua cabeça, sem permissão, assuntos delicados e práticas viciantes.


Stephen Totilo, do Kotaku US, disse em um artigo que “se removermos as consequências de nossas ações e o contexto de nossa missão, Deus Ex: Human Revolution é lento e tedioso.”

É verdade, e uma verdade que pode ser aplicada a poucos jogos da atual geração. Remova a campanha solo de Battlefield 3, e ainda temos um excelente multiplayer. Esqueça seus principais objetivos em Fallout 3, e mesmo assim temos um universo imenso e interessante para explorar. Remova o clima de terror de Dead Space 2, e você ainda tem um divertidíssimo jogo de ação com mecânicas originais, ainda que fora de contexto.

Em alguns casos, a soma de todos os elementos pode até mesmo prejudicar a qualidade final de um jogo. Rage, por exemplo, é um shooter excelente quando ignoramos toda a burocracia que ele nos força a enfrentar entre um tiroteio e outro.

Mas não é assim com Deus Ex: Human Revolution: remova um de seus alicerces, e a estrutura desmorona completamente. O que torna muito mais difícil o trabalho de explicar porque o considero uma das melhores experiências interativas que tive o prazer de experimentar em anos.

Vamos… começar pela história?


No futuro fictício (mas totalmente plausível) de Human Revolution, a onda do momento são os implantes biomecânicos, conhecidos como melhorias (“augments”). Braços, pernas e órgãos inteiros podem ser substituídos por próteses avançadas que aumentam a força, resistência, agilidade ou até mesmo a inteligência da cobaia em questão.

Obviamente, ver a natureza sendo manipulada de forma tão drástica não agrada a todos, e a humanidade se encontra às margens de uma verdadeira cisão social entre “puristas” e “melhoristas”. Esse conflito é o principal foco do jogo e Adam Jensen, o protagonista, terá que resolvê-lo de uma maneira ou de outra.

Adam foi pego no fogo cruzado dessa crise social. Ele é o chefe de segurança das indústrias Sarif, uma das maiores produtoras de implantes biomecânicos do mundo, e teve a maior parte do seu corpo substituída por implantes após ser mortalmente ferido em um ataque terrorista à sede da empresa. A história, um suspense policial sci-fi melhor que muitos filmes por aí, começa a partir desse ataque – que prova ser muito mais do que um evento isolado.

Jensen pode parecer, logo de cara, só um amontoado de clichês de heróis dos games: a voz rouca e sem emoção, a frieza distante, o passado trágico. Mas essa disconfiança não dura muito. Além de ter óculos escuros implantados na cabeça – o acessório mais legal da história dos games -, ele prova que toda essa pinta de durão é um escudo para esconder suas emoções e ideais tão perturbados pelo acidente que mudou completamente sua vida.

“Eu nunca pedi por isso”, diz ele quando perguntam como se sente com seus novos e poderosos implantes. Além de ter virado um semi-robô, discriminado por si mesmo e por um grupo inteiro da sociedade, Jensen ficou sem Megan Reed, sua ex-namorada e a mulher pela qual ele ainda nutre fortes sentimentos. Megan era uma cientista da Sarif, e morreu porque estava prestes a revelar uma forma de tornar os implantes biomecânicos mais seguros e acessíveis a todos. Ou pelo menos é nisso que Jensen acredita.

Obviamente, Jensen começa o jogo odiando todos os “puristas”. Mas conforme as conspirações se revelam, ele percebe que as coisas nunca são muito bem o que parecem ser, e passa a nutrir um desdém desconfiado e amargo por tudo e todos, inclusive por si mesmo.

Adam tem uma personalidade forte o bastante para que você sinta que nunca está controlando-o de verdade, mesmo que suas opções definam até mesmo as respostas que ele dá nos diálogos. A sensação é que todas as ações determinadas pelo jogador afetam apenas a “ética no trabalho” do herói (a maneira como aborda seus adversários, por exemplo), e nada mais profundo do que isso.

Os coadjuvantes da história são igualmente bem trabalhados, e escapam dos arquétipos habituais. Seu par romântico não é lá muito romântico, seu amigo mais próximo é um técnico de TI que nunca foi com sua cara, seu chefe é uma péssima figura paterna, mentiroso e sem colhões para colocar você no devido lugar. Nenhum deles mantém a mesma postura e ideias do começo ao fim do jogo, reagindo naturalmente às novas revelações da história.

Todas essas personalidades únicas, aliadas à história progressivamente envolvente, ajudam a fortalecer nossos laços com esse universo. E assim fica mais fácil curtir as vastas possibilidades de jogatina à disposição.

A importância do contexto


Os piores defeitos de Rage se tornam evidentes nos intervalos entre a excelente ação que o jogo proporciona. Quando você não tem escapatória senão encarar o fato de que tudo é raso e sem personalidade, tudo é chato e desnecessário. Seu personagem não é ninguém, os coadjuvantes não despertam interesse e o cenário serve apenas de desculpa para obrigar essas interações. Como uma casquinha de sorvete, sem o sorvete.

Deus Ex oferece intervalos ainda maiores entre os momentos de ação mas, felizmente, esses intervalos são avessos aos de Rage. O mundo é tão denso, cheio de vida e relevante, que logo nas primeiras horas de jogo você já está completamente envolvido.

Se pararmos para pensar, as distrações que Deus Ex nos oferece são, superficialmente, até menos divertidas do que as de Rage. Em vez de brincar de corrida ou jogar baralho, temos que organizar, planejar, estudar, ler e pesquisar. Tudo isso pode parecer muito chato à primeira vista mas, no contexto envolvente do jogo, tudo isso deixa de ser um sacrifício para constituir um vício.

Com a óbvia excessão da vida real, nunca foi tão divertido invadir o computador de um colega de trabalho só para descobrir o que ele anda fofocando nos emails.

90.000 emails não lidos


Sendo Deus Ex uma obra tão contextualizada, espalhar demais a narrativa poderia causar rachaduras arriscadas no simulacro que o jogo propõe. Então, apesar de ser bastante semelhante em diversos aspectos mecânicos, o jogo não alcança aquela abertura libertina de um Fallout, por exemplo. Pode parecer frustrante, já que sempre esperamos liberdade de um RPG, mas em Deus Ex a ausência dela não chega a ser uma desvantagem. O foco em uma linha narrativa principal restringe, mas em compensação condensa.

É uma questão básica de densidade, massa dividida pelo volume (eu conferi na Wikipedia). Deus Ex é extremamente denso para seu tamanho, o que significa menos tempo gasto procurando o que fazer em um gigantesco mapa, e mais tempo gasto lendo uma infinidade de emails, e-books e agendas espalhadas pelo jogo. Ou conversando com alguém. Ou simplesmente explorando cada um dos cantinhos das duas cidades que você visita, que podem até parecer pequenas, mas oferecem centenas de possibilidades e pequenas recompensas pela exploração cuidadosa.

Em resumo, você sempre vai estar fazendo alguma coisa, indo do ponto A ao B, do B ao C com objetivos bem traçados. Tudo isso, novamente, ajuda a construir o universo do mundo à nossa volta. Há propósito em suas ações, mesmo que elas tenham sido criadas apenas a partir da sua compreensão, como jogador, desse mundo à sua volta. E o que é melhor: você vai estar fazendo tudo do seu jeito.

Pague 1, leve 3


Como todo bom RPG, Deus Ex oferece múltiplas possibilidades de resolução para qualquer problema. A gama de possibilidades, no entanto, é aquela que você conhece muito bem: hackear, matar, papear, botar para dormir, infiltrar. Seria a mesma experiência de tantos outros RPGs de mundo aberto por aí, não fosse por um diferencial importante. Human Revolution não limita suas mecânicas às regras pré-estabelecidas pelo gênero.

Você já descarregou um pente de balas inteiro na cabeça de um oponente em Fallout 3, para vê-lo continuar vivão, correndo na sua direção com aquele simpático machado? Isso acontece porque Fallout 3 é um puro RPG. Cada tiro passa por uma complexa rolagem de dados para definir a chance de acerto e o dano causado.

Enquanto isso, em Deus Ex, quando você pega uma arma e atira, o resultado é o esperado. O inimigo leva alguns balaços e morre. A chance de ele morrer depende apenas da sua mira. Se você está se esgueirando por uma base inimiga, não são 100 pontos em furtividade que irão salvar sua pele caso você cometa a besteira de passar no campo de visão inimigo. Convencer as pessoas com seu ponto de vista depende apenas do que você fala, da personalidade do indivíduo e da ocasião. Nem mesmo todos os bônus em carisma vão facilitar a aceitação de uma resposta mal formulada.

Essa flexibilidade do jogo pode ser vista até mesmo no eterno “puzzle” de invasão de computadores, que consegue ser um puzzle de verdade (pasmem), e não apenas um mero empecilho irritante e repetitivo. [N.R: o minigame de hackeamento é um show à parte; lance uma versão portátil disso e saia do vermelho, Square Enix].

O jogo mantém, sim, suas bases firmes no RPG. Pontos de experiência, missões, evolução, itens, personalização. Mas quando é conveniente, o jogo extrai elementos de um gênero e de outro para tampar os buracos que um RPG puro jamais conseguiria preencher.

E veja bem, eu disse “tapar” em oposição a “preencher”. Deus Ex não é o melhor shooter, nem o melhor stealth, nem o melhor puzzle, nem o melhor RPG. Simplesmente porque ele não é 100% de nada disso. E aí nós caímos na discussão de o jogo ser maior que a soma das partes etc etc etc. No fim das contas, 60% RPG + 50% shooter + 40% espionagem tática + 20% puzzle + 10% bate-papo = 180%.

A matemática não faz sentido, mas você vai entender quando jogar. Isso se você encontrar tempo para pensar sobre as mecânicas no meio de tantos problemas que Jensen tem para resolver, seja no trabalho ou fora dele.

Não é filantropia


Se um existe um vício na indústria de games que mereceria ser punido com 80 chibatadas, esse vício são as missões opcionais descontextualizadas, irrelevantes e tediosas que muitos RPGs incluem só para preencher tabela (Oi, Dragon Age II).

Quando temos um personagem tão legal quanto Jensen, envolvido em uma missão de grande importância como é a de Deus Ex, a coisa mais irritante do mundo é transformá-lo em pombo-correio para algum coadjuvante que nunca mais vamos ver, só para arrecadar um pouco mais de experiência ou grana.

Esse seria outro problema que facilmente destruiria o clima de Human Revolution, e que foi facilmente resolvido simplesmente tratando as missões opcionais como partes bastante relevantes, mas não essenciais, da narrativa. Em nenhum momento o jogo cospe na sua cara um “faça isso, e eu vou te dar 500 XP, 300 GP e um rifle maneiro”. Você ajuda, na maior parte das vezes, porque isso faz sentido no contexto (olha ele aí de novo) geral do jogo.

O necessitado pode ser um velho camarada, um colega de trabalho, um personagem interessante o bastante para justificar o esforço. Talvez aquela missão vá ajudar Jensen em seus objetivos principais. Ou, quem sabe, simplesmente consideramos que aquilo é a coisa certa a ser feita.

A escolha pela coisa certa a ser feita, aliás, não é algo que o jogo vai decidir por você. Não há um medidor de karma para catalogar suas decisões em boas ou más. Você não vai desbloquear opções de diálogo maniqueístas com suas atitudes moralmente corretas ou duvidosas. É tudo tão ambíguo e relativo que, após um tempo em Deus Ex, você estará naturalmente se perguntando: “o que eu faria se estivesse nessa situação?”

É o que acontece quando você se importa com as pessoas ou situações que pedem pela sua intervenção, e é justamente isso que Deus Ex oferece. Quanto mais orgânico são um mundo e seus habitantes, mais difícil será fazer as escolhas que podem alterar esse meio. Principalmente quando cada uma dessas decisões resulta em consequências, muitas vezes, imprevistas.

A terceira lei de Newton


Em Human Revolution, toda ação tem uma reação. Você chuta, e terá boas chances de receber um chute de volta. Você ajuda alguém, e as chances de que aquela pessoa retribua o favor ou tente lhe passar a perna dependem apenas do caráter dela. Nem tudo é recompensa no mundo de Deus Ex, mas nada – nada (nada mesmo) – está ali por acaso.

Um exemplo claro dessa sempre presente cadeia de atitudes e consequências surge logo no começo do jogo. Adam é chamado por seu chefe para resolver uma crise em uma das fábricas da empresa. Um grupo extremista que se opõe às melhorias biomecânicas invadiu o lugar e fez os funcionários de reféns. Você pode ir ajudar imediatamente, como seria lógico. Ou você pode fazer como eu, e ficar explorando os escritórios da Sarif feito um imbecil deslumbrado.

O tempo costuma ser tratado superficialmente na narrativa dos games. Você precisa resgatar a princesa que está prestes a ser devorada, mas que na verdade vai ficar esperando até que você passe todas as fases. Mal-acostumado com essa conveniência, qual foi minha surpresa ao descobrir que meu atraso resultou na morte de todos os reféns. É uma forma de Deus Ex avisar: “aqui o negócio é sério”.


Esses tapas na cara estão em todo o jogo. Experimente esperar demais para dar uma resposta para um coadjuvante, e ele vai chamar sua atenção para o fato de que ela está esperando uma resposta, seja te provocando, perguntando se você está bem ou te mandando para aquele lugar.

Mas mesmo sabendo que toda atitude geraria consequências, ainda é difícil não se dar mal de vez em quando. Afinal, é impossível calcular todas as nuances de um acontecimento e é mais difícil ainda prever a reação das pessoas às suas atitudes. Mais ou menos como acontece na vida real, o tempo todo. Eu poderia falar de uma ocasião, em especial, que me fez simplesmente dizer “putz, eu devia ter pensado nisso”. Mas seria um spoiler tremendo, e eu não quero me sentir burro sozinho.

É uma pena que, no final, toda essa relação de causalidade termine em um tom abrupto demais. A escolha entre uma das quatro resoluções possíveis para a história não é baseada nas nossas ações durante toda a trama. Ela é resultado de um mero e arbitrário apertar de botões. Anticlimático, no mínimo.

Mas talvez haja uma explicação para essa mudança brusca de ritmo. Deus Ex lida, de forma explícita, com temas bastante delicados, que não poderiam ser alterados conforme a moralidade ou a sabedoria de nossas atitudes. Definir uma resolução sem nos oferecer a chance de pensar a respeito seria perigoso.

Proposta de redação: tema “aborto”


Qualquer meio de expressão tem o potencial de despertar em nós questões sobre a vida, o universo e tudo mais. A resposta, claro, é 42, mas novas questões sempre podem ser feitas.

No caso dos games, esse potencial permanece adormecido, na maioria dos casos, em favor de outros fatores tão ou mais importantes, como a essencial diversão. É uma rara exceção encontrar jogos divertidos que acertam a sua cara com dilemas mais complexos do que a mera manutenção de um compasso moral. BioShock foi uma dessas exceções, com sua metalinguagem sobre a obediência. Human Revolution é outra.

O grande conflito filosófico que move Deus Ex é um com o qual eventualmente nos deparamos na vida real: teria o homem o direito de assumir o controle sobre a ordem natural das coisas e “brincar de deus?” É a eterna discussão da clonagem, do aborto, da eutanásia e do uso de células-tronco em estudos científicos.

Usando a crise social dos implantes biomecânicos como metáfora para esse tema, o jogo traz conflitos com religião, extremismo, ética científica, manipulação da mídia e outras pautas não muito distantes de nossa realidade. Tudo isso abordado com a elegância provocativa de um lorde inglês vestindo a camisa do seu time rival.

Mas e se você simplesmente não estiver interessado nessas baboseiras filosóficas? Se mal nos preocupamos com esses questionamentos na vida real, o que um jogo poderia fazer para despertar esse interesse pelo pensamento? Muita coisa, eu diria. Muito mais do que aquela aula chata de filosofia ou aquela redação valendo nota no vestibular.

Novamente (prometo que é a última vez), o contexto faz toda a diferença na relevância dessas discussões. Se não fosse criado um nível acima do normal de comprometimento com o universo de Deus Ex, poderíamos descartar as perguntas que Human Revolution tenta injetar em nossas veias.

Mas não podemos. Simplesmente porque desde o começo de Deus Ex estamos mergulhando em um universo profundo demais sem sequer se preocupar com as reservas de oxigênio. É tudo tão envolvente que nosso cérebro deixa de selecionar o que pode entrar e o que fica de fora.

Quando você nota que existem diversos questionamentos pesados em Deus Ex, eles já estão na sua cabeça, não no jogo. E aí você já vai estar socando os habitantes da cidade que chamarem Jensen de “monstro” por causa dos seus implantes biomecânicos, ou tentando sabotar a Sarif simplesmente por perceber que é contra essas perversões da natureza.

Human Revolution é um jogo que rende muitas conversas de bar, no melhor sentido.

Quando o jogo é mais do que um jogo


Se queremos, como jogadores, que videogames se tornem cada vez mais relevantes (seja da forma que for), precisamos abandonar o comodismo de dizer “é só um jogo” quando um ou outro título investe no potencial de mover as pessoas, e não apenas entretê-las.

Human Revolution é um desses títulos. Ele não é “só um jogo”. Ele aborda temas relevantes através de um universo envolvente que nos cativa e emociona. Ele nos força a pensar, sentir e, quem sabe, até rever alguns conceitos.

Se fosse um livro ou um filme, isso seria chamado de “arte”, não é mesmo? O que torna um jogo diferente? A interação, aquele processo que nos envolve e nos prende de forma muito mais intensa do que em qualquer outra mídia? Irônico, não?

Deus Ex é o que é porque assume que nós esperamos mais de um game do que apenas uma forma de entretenimento. Isso pode não ser verdade para parte dos jogadores, que provavelmente vão achar o jogo “chato e tediso”. Não há absolutamente nada de errado com isso. Cada um na sua, como diria aquele comercial de cigarros.

Quem busca algo mais, no entanto, não poderia desejar por nada melhor do que Human Revolution. É uma daquelas experiências que você vai querer levar para a vida toda. Nem que seja apenas pelo fato de que você pode jogar boliche com os corpos de seus inimigos.

DEUS EX: HUMAN REVOLUTION
Plataformas: PC, PS3, Xbox 360
Desenvolvimento: Eidos Montreal
Produção: Square Enix
Lançamento: 23 de agosto

Log: Joguei a versão para PlayStation 3 de Deus Ex: Human Revolution, disponível no Brasil por R$ 199,90. Atravessei a campanha na dificuldade máxima (“Give Me Deus Ex”) e preferi a aproximação sorrateira e não-letal. Foram cerca de 40 horas de jogo, das quais 10 provavelmente foram gastas lendo emails, e-books e jornais.

 

58 comentários sobre “Deus Ex e o vício de hackear computadores e passar a vida lendo emails”

  1. Rodolfo disse:

    Jogo LIXO

  2. Oh my! disse:

    O Marcus Oliveira gostou mesmo desse jogo!

  3. Guilherme disse:

    Halo Combat Evolved 10th Anniversary por 89,10 !!!
    Estamos chega do lá…

  4. espantalho555 disse:

    Realmente, jogos como Deus Ex exigem muito mais do jogador do que apenas apertar botões, o que acaba transformando ele em uma experiência mais profunda.

    Estou sentindo um pouco isso com o primeiro Deus Ex que estou jogando agora. E isso vindo de um jogo de 2000. Claro que você pode passar por tudo isso batido, mas o que torna mais especial o "jogar" é justamente essa imersão que o game proporciona.

    Parece que Human Revolution consegue expandir ainda mais esse conceito. Estou muito a fim de jogá-lo logo.

    Aliás, ótimo texto. Prefiro muito mais análises desse tipo do que um simples review apressado para lançamento de jogo. Parabéns

  5. Mario disse:

    Esse jogo e muito bom.Parabéns pelo post.

  6. Mortal disse:

    Valeu Marcus. Estava em dúvida se eu comprava este jogo ou não, e você me convenceu. Ótimo review. Pior, estou cheio de jogos aqui para jogar e você me deixa babando por este game. Haja grana… ai de mim. =)

  7. @desgastada disse:

    Estou de queixo caído diante da MELHOR análise profissional de um jogo que já li em português. É possível até que minha opinião sobre o jogo termine sendo diferente quando finalmente conseguir jogá-lo, mas o texto está tão bem estruturado, os argumentos tão bem expostos que deveria servir de exemplo para todo o resto da mídia especializada. Todas as análises de jogos deveriam ser assim: focadas na experiência da imersão, no prazer do ato de jogar, na paixão de explorar aquele universo. Reparem que em nenhum momento ele cita gráficos ou sons, framerate, antialiasing ou bump mapping. Temos aqui uma análise de jogo inspirada na crítica de produtos culturais e não em revistas de automóveis. Parabéns, Marcus Oliveira!

  8. @joneisdead disse:

    Texto sensacional, assim como o jogo.

  9. Mortal disse:

    Na minha humilde opinião, o Marcus Oliveira deveria pedir pelo menos alguma "comissão" para a Square. Com certeza você fez não só a mim, mas os demais leitores do blog correrem atrás também do referido game.

    Parabéns pelo review. =)

  10. gabriel disse:

    E o adam comemora a review dançando
    http://www.youtube.com/watch?v=Y414Q7vVgYU&fe

  11. morticha disse:

    "apesar de ter voz rouca e vários outro clichês ele tem essa pinta de durão só pra esconder suas emoções e ideais"
    ou seja ele ainda é uma ***** dum cliche

  12. rhss_c disse:

    Deu vontade de jogar, tô jogando um pouco de Mass Efect e GoW 3 tem prioridade quando eu comprar, maldito tempo que sempre falta

  13. Fernando Spina disse:

    BOA NOITE! Tenho 28 anos e jogo desde o Atari! Não sou um viciado demente do tipo que não viveu a vida, não fez baladas, não pegou mulheres ou que não causou bastante pela night da SP city, na verdade, tanto joguei muito todos os consoles quanto curti as demais coisas da vida. Com tudo isso minha opinião é a seguinte, vivemos em busca de novas, boas e de preferência ótimas experiências, tanto na vida real quanto na virtual, pelo que o camarada Marcus Oliveira nos demonstrou acima, esse game nos leva uma excelente experiência! A riqueza de detalhes e a forma como o Marcus discorreu sobre o game demonstra, sem sombra de dúvidas, que o mundo de Deus EX é capaz de surpreender aqueles jogadores de gosto mais refinado que buscam incessantemente por experiências mais completas que sejam capazes de suprir suas apuradas necessidades que se tornaram muito complexas ao longo de anos jogando ótimos títulos como: Final Fantasy, Parasite EVE, COW, Legacy of Kain, GOW, Dante´s Inferno, Medal of Honor, Splinter Cell, Metal Gear Solid, Castlevania (Bloodlines – esse era f* hein!), Kid Chamaleon, dentre outras obras primas! Parabéns pela matéria ilustre Marcus Oliveira! Jogarei Deus EX com prazer!

  14. LeoM disse:

    Concordo com or review. Apesar da escolha final ter sido "como apertar um botão" aquele momento me deixou em um conflito interno como a muito tempo um jogo não conseguia me deixar. Como vc mesmo falou, ele não é o melhor em nenhum dos gêneros que se propõe a apresentar ao jogador, mas esses gêneros estão tão intimamente ligados que o todo o torna um jogo memorável. Parabéns pela equipe que conseguiu pegar uma série consagrada e não deixar a peteca cair.

  15. Gabriel disse:

    Review realmente impressionante. Não esparava algo tão bem escrito, e que falasse do que a gente quer ouvir – do enredo, e do jogo como um jogo, e não como uma torradeira, como citou um gringo ae do Kotaku :P

  16. ivo disse:

    Concordo com tudo que falou de Deus-Ex: HR.
    Mas não precisava falar mau de Rage.

    Rage é Rage, Deus EX é Deus Ex.

    Não é a primeira vez que leio um texto aqui no Kotaku exaltando certo jogo e botando defeitos em outro.
    Você viu defeitos em Rage, mas saiba que tem gente que não viu e adorou o game.
    Não precisava expor seu descontentamento com o jogo num review de outro jogo.

    Se você(o cara que fez o review) adora ficar lendo e-mails e chafurdando documentos entre uma missao e outra em jogos como DE: HR, não quer dizer que, por ser o cara que faz reviews, possa pontos negativos a outro jogos em que você não possa fazer isso.

    Se você achou o mundo de Rage tedioso em relação ao de Deus Ex, não precisa cita-lo 4 vezes num review de outro jogo para apontar defeitos.

    Agora que desembuxei tudo, posso ir dormir mais sossegado.

  17. Hear7s disse:

    Na minha opiniao a maioria dos jogos sao arte,e deveriam ser tratados como tal.Human Revolution parece ser um ótimo jogo, estou com muita vontade de comprar.

  18. Mortal disse:

    Eu também considero os jogos uma arte, até mesmo aquelas porcarias como Call of Duty p.ex (minha opinião).

    Digo mais: com a próxima geração praticamente batendo a porta, os gráficos, sons, animação, AI , vão ficar cada vez melhores, e isso vai fazer com que os games recebam cada vez mais atenção, mais do que já recebem pelas pessoas e a mídia em geral.

    É pura questão de tempo (chuto uns 5~8 anos) para os games se integrarem definitivamente no rol daquilo que as pessoas medianas consideram como "arte".

    É incrível quando se olha para o passado. Há mais 20 anos atrás nós controlavamos personagens toscos, quadriculados, sem emoção alguma, e olha que se tornou! Eu com meu Atari naquela época nunca pensei que chegaríamos a este ponto em matéria de games.

    É engraçado como os filmes atuais em matéria de roteiro são um lixo quando comparados com obras-primas como a franquia Metal Gear Solid e seu último título "Guns of the patriots" p.ex.

    Enfim, é apenas minha opinião. Games são a versão evoluída dos Filmes para mim, pois além de proporcionar tudo que este último oferece, ainda nos possibilita a "interação" com o mesmo.

  19. JuniorMTavares disse:

    Provavelmente um dos 3 melhores reviews q já vi sobre um jogo. Perfeito.

  20. Peter_Genius disse:

    Concordo com o que foi dito… boa análise sobre os pontos positivos de enredo e trama.

    Deus Ex, como todas as coisas na vida, tem defeitos e limitações. Mas, suas qualidade superam infinitamente qualquer desses defeitos. (ao menos, para mim, claro)

  21. Jota Eme disse:

    eu estava amando cada segundo do jogo, mas o fato de ser FPS me causou motion sickness e infelizmente tive que deixar de lado.

  22. Tcmaciel disse:

    Excelente o review, sério mesmo.

    Eu estava empurrando esse jogo com a barriga desde que ele foi lançado. Mas depois de ler essa análise, ele deu um salto na minha fila. Assim que eu acabar Batman AC, ele vai ser o próximo, sem dúvidas.

  23. Parabéns pelo review, Marcus!
    Tenho ouvido muitos podcasts sobre Deus Ex, todos traçando os mesmos pontos, mas faltava algo para me convencer a comprar esse jogo.
    Já sei o que vai me tomar uma grana mês que vem

  24. @willyvf disse:

    Pra mim ao lado de RAGE, foi uma das minhas melhores aquisições da década, melhor do ano até agora. Quem ainda não jogou ou nem pensa em jogar, está perdendo um dos momentos mais interessantes da história dos jogos eletrônicos, uma obra prima.

    Eu que até então era órfão somente de Half Life EP 3, agora estou esperando também um novo Deus Ex.

    Genial

  25. IruDraco disse:

    Ótima materia, em cada linha percebemos o deslumbre do redator com o game, isso por si só já mosta o potencial do game, até AGORA nao tinha muita vontade de jogar este jogo … quem sabe no ano que vem (ainda tem muito lançamento bom este ano que são "prioridades" para mim)

  26. Marcos A. S. Almeida disse:

    Texto brilhante.Análise fraca.Quando leio uma análise busco objetividade e imparcialidade,quero saber não só das qualidades mas também dos defeitos, e segundo o texto até os defeitos são qualidades.A paixão sobrepujou a razão.

  27. Pesset disse:

    Eu to no meu segundo playtrhough desse jogo, rumo a platina. Muito bom! Otimo review, btw.

  28. @bornos disse:

    Esse jogo é perfeito, realmente com história muito densa. Passei horas e horas lendo emails só para saber o que falavam sobre o Jensen pelas costas.
    Mas existem duas coisas que me frustam quanto a esse game:
    Primeiro que o jogo lhe dá mais pontos por ser mais furtivo, o que, de certa forma, induz (pelo menos a mim) o jogador a agir dessa forma. Eu dava um tiro de sniper perfeito, ninguém via o corpo, 20 pontos. Eu me esgueirava pelos dutos de ar, sufocava o cara, 50 pontos.
    O outro ponto frustante é que o jogo tem 0 de replay. Não tem como jogar novamente, sabendo todos os atalhos, os inimigos e as surpresas por vir.

    Mas DE:HR é um jogo que todos os gamers deveriam jogar, algo exemplar, único.

  29. Daniel disse:

    Muito bom o review! Captou a essencia de Deus Ex HR, o Jogo é lento, porém denso demais, o que faz aqueles que preferem uma boa história à tiroteiros frenéticos gostarem demais do jogo. O unico problema do jogo, na minha opnião, é realmente o final… brochante.

  30. @048448 disse:

    Li o review pela metade, muito spoiler, mas garanto que quando terminar o jogo volto aqui e leio tudo, fiquei extremamente curioso, como falaram por aí: o escritor realmente gostou do jogo, e não deve ter sido a toa.

  31. flavionfg disse:

    Texto muito bom, zerei a umas semanas, realmente o jogo é uma obra de arte!

  32. eduardoprox disse:

    Esse jogo é fantástico. Acho sensacional a profundidade dele. Tem muito para ler? Tem. Mas isso é opcional. Se você gosta de imersão e tem interesse, você lê. Assim como quase tudo no jogo, ele é aberto para você decidir. A direção de arte é absolutamente fantástica. Para mim, o único defeito são as batalhas com os chefes. O que não tira dele o título de um dos melhores jogos deste ano, junto com Batman.

  33. id_metroid disse:

    Belissimo review Kotaku, a aultura do jogo.. sem nada a acrecentar, simplesmente assino embaixo.

  34. signus disse:

    Resumindo em uma frase? "Publicidade Gigante, Engine Mediocre"
    Olha o jogo é legal a historia é muito boa, com certeza eu leria todos emails se tivesse em portugues, (ler em ingles é chato, na minha opiniao). Mas talvez tenha sido culpa do contexto, depois de jogar Crysis 2, nunca mais vi os jogos com os mesmos olhos, melhores gráficos que eu já vi, infelizmente eu considero graficos como um fator primordial na avaliaçao de um jogo.
    E deux ex tem um bom grafico mas não é nada de mais, os personagens possuem animaçoes repetitivas e em certas cenas eu me senti em um jogo mediano, andando pelas ruas sem me emocionar com nada.

  35. josebuceta disse:

    Mano…

    É só um jogo.

    Já vi gibis do Batman com os mesmos temas, nem por isso eu os coloquei numa lápide e os tratei como "a obra de arte absoluta", até porque nem eram as melhores histórias do Batman…

    "Deus Ex é o que é porque assume que nós esperamos mais de um game do que apenas uma forma de entretenimento."

    Quando os analistas de GAYmes vão perder esse hábito feio de usar "nós", "vamos, "fazemos", "sentimos" o tempo todo, ignorandoo fato do leitor não compartilhar de nenhuma destas experiências? Deus Ex é o que é porque assume que ALGUÉM espera mais de um game do que apenas uma forma de entretenimento, e esse alguém, eu lhe garanto, com toda a certeza do mundo, não sou eu. Por isso enfie esse "nós" no meio do… Ok, talvez eu esteja me excedendo. Ocorre que já me encheu a paciência ler esse bando de "analistas" com suas análises vagabundas e recheadas de vícios impróprios e imperdoáveis.

    • Daniel disse:

      Com um nick desse, só podia dar nisso…
      Revoltinha a toa, ele mesmo diz exatamente o que você acabou de dizer:

      "Isso pode não ser verdade para parte dos jogadores, que provavelmente vão achar o jogo “chato e tediso”. Não há absolutamente nada de errado com isso. Cada um na sua, como diria aquele comercial de cigarros."

      Eu também faço parte dos que preferem ver o jogo apenas como uma forma de entretenimento, mas nem por isso trato opiniões divergentes como ofensas pessoais.

      Além disso, tem uma porrada de outros sites com uma porrada de outros reviews. É só procurar o estilo de texto que te agradar mais.

      Bom Texto, btw.

      • josebuceta disse:

        É exatamente esse o ponto. Opiniões divergentes. O sujeito do testo escreve de uma forma como se quem estivesse lendo tivesse exatamente a mesma opinião dele, e se você realmente tivesse prestado alguma atenção no que eu escrevi, teria sido capaz de compreender isso, sua besta.

        Bye.

        • Daniel disse:

          Eu entendi perfeitamente o que você escreveu. Em palavras mais simples, foi: "eu sou um babaca arrogante"

          Sua capacidade de interpretação do "testo" é assim tão limitada à sua falta de personalidade? Impessoalidade não é sinônimo de imparcialidade, gênio. Ninguém tem a obrigação de escrever as coisas da maneira que VOCÊ considera mais "proprias e perdoáveis".

          Maioria das pessoas aqui têm cérebro o bastante para concordar ou discordar da crítica sem precisar chorar feito uma menininha mimada na internet porque ela está na primeira pessoa, como se isso fosse algum vício manipulativo.

  36. Luiz disse:

    Não custumo postar muito aqui, mas na boa, melhor analise que eu já li, muito bem escrita mesmo, sei que o autor nem vai ler isso mas parabéns.

    Continue analisando jogos.

  37. Erick Mendonça disse:

    Curti bastante. Gosto de reviews assim, pessoais, não uma lista imparcial de qualidades e defeitos. Isso todo mundo pode encontrar em qualquer lugar!

  38. Patrick disse:

    Parabéns Marcus,uma grande análise, Pouco ''seu umbigista''. Mas, descordo desse ponto: ''em favor de outros fatores tão ou mais importantes, como a essencial diversão''. Definitivamente acredito que videogames não precisam ser divertidos, assim como a música não precisa ser sempre lenta ou sempre agitada. Os games vão se superar (e eu sei que vão) quando deixarem a diversão de lado e olharem para sua essência, para a estética (tô falando de Gameplay e Desing; acredito que isso é a expressão nos games).

  39. jNjunior disse:

    Parabéns pela EXCELENTE análise! Há algum tempo venho coletando informações sobre o jogo afim de torná-lo 'amigo' da minha coleção de jogos, e com esse seu review, pude constatar o que já havia percebido e não queria aceitar por outros fatores. EU PRECISO JOGAR DEUS EX. Valeu Marcus Oliveira.

  40. Hominho disse:

    Deus Ex é um jogo de mundo aberto o que traz uma ampla variedade de possibilidades. A imersão no jogo é absurda, faz vc querer viver aquilo. Estava jogando Deus Ex mas parei para jogar Batman Arkham City.

    As possibilidades que vc tem de exploração da cidade é animalesca.. da vontade de todo dia dar uma passada por la só pra dar uma sobrevoada…. Pena que tem fim… Deveria ser sem fim o negócio… rsrsrsrsrs

    Se lançassem um jogo que fosse conectado com a internet e cobrasse uma valor para utilizar deste mundo em que todo dia tivesse diferentes possibilidades… com certeza eu seria um associado…..

  41. Para mim a coisa mais chata desse jogo é ficar hackeando computadores, portas e tudo mais tem uma hora que fica extremamente chato. No Fallout tem isso mas não é obrigatório como acontece algumas vezes em Deus Ex. O jogo não é ruim, é diferente, história muito boa, mas um pouco massante e cansativo. To na metade vou conclui-lo porque não tenho mais nenhum outro jogo para terminar. Fallout é muito maior mas cansa bem menos e é bem mais divertido. Para que gosta de fazer archiviements vai ter muito trabalho em Deus Ex

  42. jjc disse:

    Pay attention to these important information gta v

    1. weatherise gta 5 will be in Los Santos and in some parts of San Fierro
    2. will be possible to fly airplanes, jets and reconnaissance planes
    3. three protagonists will be playable, but the story will focus on only one
    4. gang wars existed, except for one of the characters, who will be involved with trafigo drugs, bank robberies …
    5. you can not customize weapons, custom weapons already existed

  43. jjc disse:

    6. the gameplay is more fun with prostitutes …
    7. their decisions, can they cause the death of some characters playable
    8. Packie will make an appearance in gta v, as shown in the trailer, helping him to rob a bank
    9. their girlfriends are present in only a few playable characters

  44. jjc disse:

    10. the dogs would as well, but might be dead, one of the characters has a pet dog
    11. is cutting back, as in gta 3
    12. have female police officers, including his girlfriend
    13. only the main character is personalisavel in terms of clothing, hair, fitness

  45. jjc disse:

    14. will have a spectacular ending
    15. mini bowling, cycling, target shooting, base jumping, and a kind of challenge
    lowrider
    16. not be in the niko gta v will only be mentioned
    17. Rockstar deserves kudos for their good work

  46. MAD disse:

    Esse jogo eh mesmo uma obra de arte.. com todo a historia das "melhorias" robóticas.. tipo, estariamos prontos para nós mesmo escolhermos qual lado nossa evolução deve tomar?

    Além de ter varios pontos em que se nota varias outras historias.. como a sindrome de Dedalo do dono da Sarif industries [sindrome psicologica em que o individuo acredita poder "salvar o mundo"] e o fato de ele varias vezes chamar Adam de filho.. (junto com o trailer em que ele é Ícaro) tudo remete a alguma historia sobre "o que você faria"

    assim como na historia de icaro, dedalo [david sarif] criou as asas [augmentations] para icaro [Adam] poder fugir do labirinto do minotauro [descobrir a verdade.. poder fugir do mundo de conspirações.. deu as ferramentas para ele VER a verdade]

  47. [...] De um modo geral, Toren, baseado na própria descrição do site e blog oficiais, é um jogo de aventura e puzzles em que baseado no poema da “princesa presa numa torre”. Falando assim soa um negócio bem infantil e sem graça, mas não é só isso: uma árvore vai crescendo sem parar no meio da torre, e o objetivo da garotinha é sair de lá. À medida que o tempo passa, a árvore cresce e a menina vai envelhecendo junto. Como pode ver, o tempo influencia de verdade, o que não é muito comum entre a maioria dos jogos mais famosos (talvez com exceção do novo Deus Ex, baseando-se nessa review do Kotaku BR). [...]

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