A PlayStation Network já está no seu quinto dia fora do ar e, enquanto investiga as causas e tenta remediar o problema, a Sony está determinando se os dados dos usuários (e de seus cartões de crédito) foram comprometidos.

A Sony ainda não determinou se as informações pessoais ou dos cartões de créditos dos usuários da PlayStation Network foram roubadas durante a queda do sistema, revelou um representante da empresa.

Em declaração ao site PC World, Satoshi Fukuoka disse que a Sony Computer Entertainment japonesa está conduzindo uma investigação para determinar o escopo do ataque que derrubou a PSN, mas que ainda não é possível saber exatamente qual o tamanho do estrago. Caso seja identificado algum problema, os usuários serão prontamente avisados, garante a empresa.

Em paralelo, Patric Seybold, o porta-voz do caso do lado americano da empresa, postou novamente no blog oficial da família PlayStation dizendo que não há novidades ou uma previsão para que o serviço volte ao normal. A PlayStation Network está fora do ar desde quinta-feira (21), tendo afetando mais de 70 milhões de usuários cadastrados.

No sábado (23) Seybold disse que os esforços para resolver essa questão envolvem “reconstruir o sistema” – o que dá a entender que a Sony está refazendo todo o sistema de segurança da rede ou a própria rede do zero.

O que gera outro problema, relacionado diretamente com os dados de cartões de créditos: muitos dos usuários cadastrados na PSN também pagam o serviço PlayStation Plus – US$ 50 por um ano ou US$ 18 por três meses em troca de conteúdo exclusivo ou gratuito. Até agora a Sony não mencionou se haverá algum tipo de reembolso para esses usuários que estão há cinco dias sem poder acessar a rede.

O Kotaku BR entrou em contato com a Sony Brasil para perguntar qual seria a recomendação para os jogadores daqui mas, uma vez que não há posicionamento oficial por parte da SCEA, também não há nada para os usuários brasileiros. Não há previsão de quando a PlayStation Network voltará ao ar.

Sony investiga danos à PSN [PC World, em inglês]