Desenvolvedor independente e cofundador do estúdio Miniboss, Pedro ficou em primeiro lugar na Ludum Dare 22, uma maratona solo de desenvolvimento de games em 48 horas – e sem tomar energético.
Já jogou Frostbite? Então baixe e jogue, agora. É de graça. Vai lá, eu fico esperando.
Esse joguinho inteligente que você acaba de curtir é fruto do trabalho de Pedro Medeiros (@Saint11), popularmente conhecido nas quebradas do desenvolvimento de jogos como Santo. Ele é um desenvolvedor independente e cofundador do Miniboss, um estúdio brasileiro que você já conhece bem (e se não conhece, deveria).
Pedro fez todo o jogo sozinho, do começo ao fim, em 48 horas. Isso porque Frostbite foi criado para participar do Ludum Dare, uma maratona de desenvolvimento de games que, diferente da Global Game Jam e de outros eventos do tipo, foi feita para ser jogada no modo single-player. Depois da maratona, o Ludum Dare vira competição, com votação feita pelos participantes que conseguiram terminar seus jogos. O prêmio é o reconhecimento do seu trabalho, o que já é o bastante para maioria dos desenvolvedores indies.
Frostbite ficou em primeiro lugar na categoria geral do Ludum Dare 22, que rolou no começo de janeiro e resultou em 891 jogos completos ao fim de suas 48 horas. O que quer dizer que Pedro ficou em primeiro entre quase 900 competidores. É do Brasil? Mais uma vitória para o Jogo Justo?
Vamos perguntar diretamente para o criador.

Kotaku Brasil: Como é a experiência de desenvolver um jogo sozinho, na raça, em apenas 48 horas? Como ficou a contagem de “latas de energético consumidas?”
Pedro Medeiros: No geral, é uma experiência bem intensa e cansativa, mas ao mesmo tempo é muito divertida e criativa. O que mais gosto de uma jam é que depois das 48 horas você olha para trás e vê que transformou uma ideia em um pequeno jogo. Depois de tudo é legal ver que você criou algo.
Por incrível que pareça, a contagem de energético ou xícaras de café foi zero! Acredito que não adianta nada virar a noite para trabalhar o máximo de tempo possível se o meu rendimento vai cair pela metade, então uma coisa importante em qualquer jam é dormir! É claro que não foram 8 horas de sono bem dormidas, mas sem dúvida a idéia de ficar 48 horas acordado normalmente não termina bem.
Kotaku Brasil: Frostbite nasceu de um tema abstrato, a palavra “alone”. Como é o processo criativo de transformar um conceito tão básico em um jogo completo que se adapte à temática proposta? Na hora de conceitualizar às pressas um jogo, o que é mais importante?
Santo: Inicialmente, eu costumo sair um pouco do computador e rabiscar algumas coisas, depois eu pesquiso um pouco sobre o tema e algumas vezes jogo alguns jogos como referência. No caso do Frostbite, eu demorei um pouco mais para fechar o conceito e as mecânicas, então fui montando o conceito enquanto fazia outras partes do jogo.
Isso, é claro, não é o recomendado para um jogo normal, mas em uma jam temos que improvisar. O importante é saber o que você quer fazer e o que você consegue fazer no tempo dado. É melhor terminar uma ideia não tão boa do que ter uma ideia excelente incompleta.
Kotaku Brasil: Como gerenciar sozinho o desenvolvimento de um jogo, que exige tantos focos de trabalho distintos, em tão pouco tempo? Como alguém pode se preparar para um Ludum Dare e adquirir todas as “skills” (música, animação, arte, programação, design, texto) necessárias para participar?
Santo: Bom, distribuir o tempo é sempre complicado, mais ainda em uma jam. O que eu sempre tento pensar é: se tivesse que entregar esse jogo daqui a meia hora, o que eu teria que fazer? Esse pensamento mantém o jogo sempre no estado mais “aceitável” possível e normalmente me ajuda a priorizar o que fazer.
Para adquirir as habilidades, é o de sempre: estudo. Não tem como escapar. Normalmente tento respeitar meus limites também, por exemplo: já que não sou bom com música e som, utilizo programas que facilitem isso para mim.
Kotaku Brasil: É possível pensar seriamente em uma carreira de jogos sem se especializar em alguma das “áreas principais” do desenvolvimento, como arte, música, animação ou programação? Uma pessoa que sabe um pouquinho de tudo também tem seu espaço?
Santo: Eu sinceramente acredito que não. Acho que todos devem ter uma especialidade, a minha, por exemplo, é desenho. É muito importante saber um pouco de tudo, mas isso só se aplica se você tiver algum foco. Em um jogo maior, a menos que você planeje fazer tudo sozinho (é possível! Cave Story, por exemplo), você vai trabalhar em grupo, onde cada um vai ser responsável por alguma área do desenvolvimento.
Kotaku Brasil: Qual, na sua opinião, o erro mais comum que é cometido por quem está começando a fazer jogos?
Santo: O que eu mais vejo são pessoas que “miram alto demais”. Eu conheço um monte de estudantes que querem fazer o próximo Gears of War e nunca fizeram um Pong na vida. Ou nem sabem o que é Pong. Eu acho que o erro mais comum é as pessoas começarem tão ansiosas que esquecem de passar pelo o básico antes de fazer algo avançado.
Kotaku Brasil: Você é bastante ativo em maratonas de desenvolvimento, como a Global Game Jam, a SPJam e a própria Ludum Dare. O que você pensa sobre essas maratonas? Além da experiência, no que mais elas podem ajudar um aspirante a desenvolvedor?
Santo: Eu acho que as jams são essenciais para todo mundo que quer entrar nessa área. Além da experiência e de nos ajudar a conhecer nossos limites, depois das jams nós saímos com um fruto de nosso trabalho, um jogo! Isso é ótimo, seja para portfólio ou para continuar trabalhando no projeto depois.
Kotaku Brasil: Fala-se muito do cenário de desenvolvimento brasileiro (tanto o independente quanto o “mainstream”) como se ele fosse algo totalmente isolado do resto do mundo. Você acredita nisso? Esse isolamento (ou pretensão de isolamento) atrapalha os desenvolvedores nacionais?
Santo: Eu acredito que sim, a maior parte dos desenvolveres brasileiros de jogos não trabalha com jogos de entretenimento, e sim com advergames, jogos educativos ou sob encomenda, isso vem mudando um pouco agora com o mercado mobile (embora não seja muito nosso foco). Ou seja, temos aqui no Brasil pouquíssimas pessoas com alguma experiência em fazer e vender jogos de entretenimento. Se temos alguma dúvida, temos que procurar alguém lá fora ou descobrir como fazer nós mesmos.
Kotaku Brasil: Mesmo entre o nosso público, podemos notar uma certa discriminação em relação aos jogos e desenvolvedores brasileiros. Desde o velho discurso do “só fazem jogos para celular” até coisas como “se tenho Call of Duty, por que vou perder meu tempo com isso?”. O que você acha desse preconceito em relação à produção nacional?
Santo: Quanto ao “só fazem jogos para celular” vou ter que concordar que a grande maioria das empresas brasileiras está indo para esse caminho mesmo, e isso não é algo que eu gosto também. Nada contra jogos de celular, mas ver toda a produção de um país voltada pra isso não me parece boa coisa.
Nós e mais algumas poucas equipes brasileiras temos foco em jogos independentes, que são bem menores do que qualquer “Call of Duty” por aí, e sim, existe um grande preconceito com isso. Acho que o problema não é com jogos brasileiros, mas com jogos independentes, sem os orçamentos milionários dos jogos “mainstream”. Os indies focam em inovação e arte, o que não é muito valorizado na cultura dos jogadores daqui.

Kotaku Brasil: Como desenvolvedor, o que você acredita que está faltando para o mercado brasileiro de games engrenar de vez? Que tipo de profissional faz mais falta, e o que as empresas precisam melhorar por aqui?
Santo: Sinceramente, não sei. Acho que precisamos de alguns “hits” brasileiros, alguns jogos que provem que essa é uma área real, que dá dinheiro. Assim poderíamos atrair mais investidores para a nossa área. O profissional que mais faz falta é o próprio game designer, quase não tem aqui no Brasil, porque os cursos de game design são muito novos e, na maioria, ruins.
Kotaku Brasil: Os indies estão ficando cada vez mais populares lá fora, graças a iniciativas como o Humble Indie Bundle e a plataformas como a Xbox Live Indie e o Steam. Uma iniciativa nacional nesse sentido faz falta por aqui?
Santo: Essas iniciativas são globais, temos acesso a elas daqui do Brasil ou de qualquer outro país. O que faz falta são indies brasileiros participando disso. Temos um caso ou outro, mas espero que no futuro a gente consiga aumentar esse número.
Kotaku Brasil: O que você espera para os próximos anos, como desenvolvedor nacional? Vai melhorar?
Santo: Eu espero que melhore, e tudo indica que vai melhorar. Eu vejo outros grupos independentes muito bons surgindo por aí (como o Taw Studio, confiram esses caras!) que fazem um trabalho maravilhoso, enquanto empresas que recebem investimentos para fazer jogos de iPhone ou advergames estão quebrando. Na minha visão, isso indica que a vez é dos indies.
Pedro “Santo” Medeiros é de Pouso Alegre, MG, e tem 25 anos. Fez curso de design digital na Anhembi Morumbi, mas avisa que o que “ajudou mesmo” foram os cursos de escultura, sketch e pintura digital que fez na escola Melies. Entrou nessa vida bandida de desenvolvedor há quase dois anos, e fundou o estúdio Miniboss em agosto de 2010.
Os atuais projetos de Santo e de seu estúdio são Talbot’s Odyssey e Out There Somewhere, além do retiro espiritual para encarar mais uma Global Game Jam que vem aí.



Desenvolvedor de games só de dá bem qdo tem pé no chão, e não um sem noção q não sabe o trabalho q dá fazer um simples personagem de um jogo AAA
Nunca pensei que veria Jesus desenvolvendo jogos!
O fim do mundo está próximo.
Calma, o cara é Santo mas pra Jesus falta muito ainda…
"Mais uma vitória para o Jogo Justo?" HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Muito bom poderia aparecer na nossa igreja tb e públicar umas coisas extras junto aos meus livros e cds.
tais como joguinhos extras,povo que paga dízimo tb curte games.
Glória a Deus
Parabéns, cara!
Como diz aquele ditado: pra jogo todo Santo ajuda! Oh wait…
Parabéns pro cara, mas na boa, eu quero ser desenvolvedor de jogos e não queria estudar e ralar pra desenvolver um jogo desse tipo não… é impressionante como o mercado de jogos nacionais é tosco, nego aqui não consegue criar nem jogo ao nível de PS2! O Taikodom chegou perto disso, mas ainda não é um jogo ao nível de um Resident Evil 4 ou God of War… eu fico decepcionado com isso… quando vamos começar a produzir jogos ao nível internacional? Eu tô falando de jogos de última geração!!! Vamos torcer que essa situação mude em breve…
Isso é o que acontece com quem foge às aulas de literatura. Releia o texto:
"Kotaku Brasil: Qual, na sua opinião, o erro mais comum que é cometido por quem está começando a fazer jogos?
Santo: O que eu mais vejo são pessoas que “miram alto demais”. Eu conheço um monte de estudantes que querem fazer o próximo Gears of War e nunca fizeram um Pong na vida. Ou nem sabem o que é Pong. Eu acho que o erro mais comum é as pessoas começarem tão ansiosas que esquecem de passar pelo o básico antes de fazer algo avançado."
Ta certo q o Brasil nao tem jogos impressionantes, mas tem jogos de hoje em dia q utilizam (alguma parte ou sei la como funciona) a linguagem Lua q foi criada aqui! Isso ja serve de algo!
"quando vamos começar a produzir jogos ao nível internacional? Eu tô falando de jogos de última geração!!!"
Simples !
Agente vai fazer jogos no nivel internacional de ultima geração (e vc parece um "dudebro" q gosta de Modern Warfare, intão usaremos ele como exemplo) quando vc tiver afim de liberar "entre 40 e 50 milhões de dolares" ¹ só pra produzir o jogo, sem contar produção de discos e principalmente marketing (que ai ja sobre pra 200 milhões de dolares).
Mas vc pode reclamar que Modern Warfare é "alto nivel demais" … intão eu uso o exemplo que vc mesmo usou : 44 Milhões de dolares para o God of War 3 ²
Mas vc esta começando …. não precisa de tanta verba … com 25 Milhões de dolares ³ da pra fazer seu joguinho de ultima geração de nivel internacional !
Antes disso, as pessoas vão fazer jogos com o que elas podem … o que geralmente significa fazer jogos que você chama de "tosco" e eu chamo de "puta jogo divertido" … e taikodom é bem chatinho ein ? =P
Mas se você tiver pelo menos 1 milhãozinho pra liberar, eu te ASSEGURO que pessoas como esse moço supimpa ai da matéria te fariam algo bem mais divertido e foda que qualquer God of War mais do mesmo
Mas se vc tentar mesmo assim, estarei na porta da loja um dia antes de sair oficialmente =D
¹ fonte : http://ve3d.ign.com/articles/news/51534/Modern-Wa…
² fonte : http://www.joystiq.com/2010/03/09/god-of-war-3-ha…
³ fonte : http://www.planetxbox360.com/article_9268/Game_De…
"… intão eu uso o exemplo que" … intão foi foda…….
Se Serve de consolo eu sou um Game Design que estou trabalhando em um grupo de 4 pessoas (Contando comigo + exatamente) e o nome do projeto se chama "Damned Soul" é de terror.
Se quiser conferir mais um pouco sobre o projeto aqui está alguns vídeos:
Trailer mais Atual: http://www.youtube.com/watch?v=ZRpNqtbS5eY&fe…
Trailer mais antigo: http://www.youtube.com/watch?v=9-ZkdObVfsg&fe…
o jogo tem pelo menos uma qualidade de ps2, mas como eu comecei a desenvolver sozinho , isso é fruto de 5 meses de trabalho, dia-e-noite, e posso dizer que ainda estou bem no começo do Projeto
Mas atualmente estou recebendo várias pessoas que querem me ajudar a concluir o Projeto , então estou como falei atualmente com um pequeno grupo de 4 Pessoas.
e posso dizer que ninguém começa direto nesse ponto, antes de mexer em 3D e esse tipo de coisa, mexia demais em programas mais "simples" tal como o RPG Maker, onde fiz alguns Projetos aqui e lá.
Bem se quiser saber mais sobre o Projeto, os próprios vídeos já redirecionam para o meu canal de YT.
é isso ai. o.
Corre que você deve ser o primeiro [2]
E parabéns, achei seu jogo irado, e você usa um software tb irado que é o UDK! É disso que eu to falando cara!
Bem legal o teu jogo cara, espero que consiga terminar e que faça sucesso. Boa sorte no projeto!
Só vi um cenário navegável e imersivo. Cadê o jogo?
Corre que você pode ser o primeiro.
Galera, eu sei que as coisas começam pequenas, no básico, o meu ponto é que, eu ficaria mto mais animado se visse mais jogos nacionais com gráficos tipo o do primeiro Quake/Half-Life… se rolasse um gráfico tipo do Duke 3D, Blood, Heretic, Hexen, Doom, sei lá eu tb já ia achar muito foda! Eu só fico meio bolado é que na maioria das vezes que eu vejo um jogo nacional sendo desenvolvido, é um jogo de plataforma que eu diria que é ao nivel de um SNES!
Tem muito jogo de SNES melhor que de PS2, amg. Aliás, só o que a Platy falou já deveria ser o suficiente pra você repensar sua coloção, rapaz.
Ou vocês do Kotaku me entenderam errado ou são meio manés, eu não tô criticando o desenvolvedor, o outro disse que se desse 1 milhão para esse designer da matéria, ele poderia fazer um jogo melhor que qualquer God of War. Ok, a principio me pareceu meio zoado demais esse comentário, mas não, o cara pode fazer sim um jogo melhor que God of War, MAS SÓ COM R$1.000.000,00. É disso que eu tô falando, eu tô falando da situação em que se encontra a indústria nacional de jogos. Que empresa brasileira faz disponibilizar, vai investir milhões numa equipe com o intuito de criar um jogo ao nível internacional? É disso que eu tô falando, e podem criticar à vontade, eu aceito criticas numa boa, afinal de contas, eu preciso delas para aprender algumas coisas. Mas se o pessoal quer sair me "negativando" ta beleza, só porque fui negativado lá em cima, no primeiro comentário, nego veio negativar alguns comentários meus aqui embaixo que não fazem sentido algum com o que eu disse lá em cima. Só acho que algumas pessoas não sabe enchergar a realidade e dizer que a indústria nacional de jogos é FRACA. Eu disse A SITUAÇÃO, A INDÚSTRIA e não O DESENVOLVEDOR. Mas é isso… se gostaram ótimo, se não gostaram que se dane, vão à m3rd4!
Olha sinceramente, muito bom o trabalho do cara e tudo mais, mas em relação a produção de jogos em geral o Brasil ainda tá começando a se levantar, porque estava ou está engatinhando no mercado de jogos, eu sei que tem muita gente que gosta de jogos simples, mas também há os que gostam de jogos complexos e de grande produção e dizer que como tá é melhor é comodismo puro, pois aqui há pessoas bastante promissoras, e o que eu acho muito engraçado é vir gente dizer que "brasileiro só da valor pra coisas estrangeiras", "só da valor quando é internacional" CLARO! não é algo que nós optamos, é a realidade, um exemplo são artistas que trabalham com modelagem, escultura, pintura, 3d, comic,manga… não é dado o devido valor aqui, e só é reconhecido lá fora, e com salários melhores onde valoziram o seu trabalho..
Made in Porto Alegre, RS
"Kotaku Brasil: Qual, na sua opinião, o erro mais comum que é cometido por quem está começando a fazer jogos?
Santo: O que eu mais vejo são pessoas que “miram alto demais”. Eu conheço um monte de estudantes que querem fazer o próximo Gears of War e nunca fizeram um Pong na vida. Ou nem sabem o que é Pong. Eu acho que o erro mais comum é as pessoas começarem tão ansiosas que esquecem de passar pelo o básico antes de fazer algo avançado".
Isso aqui é sensacional e quebra as pernas de boa parte de um pessoal que acha que desenvolver Games é desenvolver sucessos. O cara começou bem, participou legal do Jam e tá se dando bem. Provavelmente vai ter uma carreira de sucesso se continuar nesse ritmo: Paciente.
Muito bem colocada a observação dele quanto aos Hits brasileiros. O Brasileiro só vai começar a investir num jogo quando, infelizmente, esse jogo começar a fazer sucesso no exterior ("Santo de casa não opera milagre"). Notem que o brasileiro só valoriza o que é seu quando isso faz sucesso internacionalmente.
Cara o que ele disse sobre o cara querer fazer o próximo Gears Of War, e nunca ter feito um Pong é a pura verdade.
Outro fórum de desenvolvedores, um grupo ta precisando de desenhista, então me candidatei "vamo lá".O pessoal tava perdido mais que meu cachorro e eu perguntei sobre o game, o grupo começou a viajar.Queriam fazer um jogo Sand box com ninjas!!! http://www.youtube.com/watch?v=3TWn5tPZ0MM
Mto obrigado por deixar o trailer do melhor filme q irei ver na vida! Vi ele agora e é perfeito. Mto obrigado mesmo, nao teria achado!
Esse gosta de jogos.
Aeeeee Kotaku, gostei de ver! Não sei se tem a ver ou não, mas quando mandei meu currículo para o dicas@kotaku.com.br eu disse que eu adicionaria artigos de desenvolvimento de games, e é justamente isso que vcs tão fazendo! XD Essas dicas logo antes da Global Game Jam (na qual eu e mais uns amigos participaremos) são muito bem-vindas
A mina do bróder chama amora.
O pessoal daqui que começa a se destacar termina sendo contratado por uma desenvolvedora de fora… Mais um motivo do negócio aqui caminhar devagar.
Muito boa a entrevista.. parabens Santo.
Desejamos boa sorte para todos que vao participar do global game jam da semana que vem
quem sabe nao trocamos boas experiencias de desenvolvimento.
Se não me engano ele ganhou o prêmio de melhor jogo indie na Brasil Game Show de 2011 (com o Talbot's Odissey). também estava com ele uma garota (que não sei se é namorada ou funcionária do estúdio MiniBoss)
O trabalho dele é interessante, tem bastante determinação e já começa a ter um know-how bem diversificado para um indie developer. Seria legal se em um futuro próximo ele tivesse oportunidade de trabalhar em um projeto de médio/grande porte.
Sim o MiniBoss levou tb o Global Game Jam ano passado > ;http://tudonopote.com.br/?p=2576 <
A mina dele que chama "Amora" ta ai na foto e na matéria. Ela também é conhecida como Karen…
A equipe jaz fez muitas outras coisas bacanas como o Talbot’s Odyssey >> http://tudonopote.com.br/?p=2860 <<
Mas eles não são os únicos na cena indie check this out > http://tudonopote.com.br/?p=2028 <<
Acredito que as coisas caminham um passo de cada vez e que o Brasil está dando cada passo mais fantástico que o outro. A vontade da galera é muito maior que os empecilhos!
Correção, tem duas meninas na MiniBoss, uma é a Amora (Raquel), namorada do Santo, a outra é a Bitmoo (Karen), que obviamente não namora o Santo.
muito legal o jogo dele,mas teve um bug que me prendeu lá,aí eu parei de jogar e vim ler o jogo
legal, tinha visto o ganhador e não sabia que era brasileiro, isso é bom hehe parabens ao Pedro pelo trabalho, jogo muito bem feito pelo tempo gasto.
Muito bom o post. Concordo com a visão do Santos sobre o mercado brasileiro. Sou de Brasília e em 2009, eu e um sócio tivemos uma empresa de jogos, porém acabamos produzindo advergames and seriousgames para podermos pagar as contas.
Fechamos no final do ano seguinte pois não estávamos fazendo o que queriamos. Atualmente estamos também visando projetos indies, porém algumas coisas mudaram de rumo em nossas vidas. Eu estou fora do país e ele está concursado, porém ainda estamos trabalhando, mesmo a distância, e espero até o final do ano colocarmos dois projetos indies no ar, como jogos de entretenimento mesmo
Na verdade o que mais gostei do artigo foi esse relato, pq foi realmente o que a gente queria fazer na época mas caimos em uma armadilha. Hoje acreditamos que trabalharmos por conta própria é bem melhor e mais livre (e também não precisamos nos preocupar com os impostos e contas a pagar de uma empresa formal, pelo menos não por enquanto)
I genuinely treasure your piece of work, Great post.