25 de Maio de 2013

A guerra com arco-e-flecha: o que há de novo em Crysis 3?

Por - 24 abr, 2012 - 05:12

20 Comentários

Em Crysis 3 você ainda tem a mesma super-armadura futurista, e os inimigos ainda são alienígenas cibernéticos. Por que, então, a arma principal do herói vai ser um conjunto de arco e flechas? Porque é o jeito mais fácil de abater inimigos sem ser visto, já que agora é você contra o mundo.

O novo shooter da Crytek se passa em 2047, 20 anos depois do final de Crysis 2, ainda em Nova York, como nos mostrou a Crytek em uma “tech demo” apresentada em San Francisco. Mas a cidade foi destruída, fatiada, e agora é dividida em partes isoladas, graças ao conflito com os Ceph – a raça extraterrestre que chegou no começo da série para eliminar os humanos.

A Cell Industries, empresa que também já deu as caras em outros episódios, criou redomas em diversas partes da cidade para conter os alienígenas e suas células e, assim, “limpar” a cidade. O resto dos humanos foi ou movido para outras áreas ou morreu por causa do vírus que veio do espaço.

O herói da aventura é Prophet, que voltou dos mortos desde sua última aparição em Crysis 2 (é que, aparentemente, ele não morreu de verdade). A sua Nano Suit mantém várias das habilidades anteriores, como a invisibilidade, que é extremamente útil em conjunto com as flechas, para abater os inimigos sem ser visto. Os projéteis vêm em diversos tipos, como os normais e os explosivos.

Mas essa é só uma das possibilidades. Segundo a Crytek, o combate no jogo se baseia na filosofia do “AAA”: “Assess, Adapt and Ataque”, ou “Analise, Adapte e Ataque”. Em cada situação de combate em potencial, Crysis 3 quer que você estude o ambiente, identifique inimigos, decida qual o melhor curso de ação (derrubá-los sem ser visto ou entrar metralhando todo mundo) e execute o plano. Além dos alienígenas “capangas”, a Crytek também incluiu novos tipos de unidades, os Seekers e Decloakers, que conseguem detectar o herói mesmo que ele esteja camuflado, além dos quadrúpedes Scorcher e Pinger.

Isso leva a crer que, mesmo com armas de fogo poderosas no arsenal (como a Typhon, que dispara 500 tiros por segundo), a furtividade será um elemento útil e necessário.

Além de tornar Prophet invisível, a Nano Suit de Crysis 3 ainda é capaz de se adaptar para usar armas que os vilões derrubam no chão – coisa que não era possível antes – e também de hackear máquinas à distância, meio como em BioShock 2.

Crysis 3 sai apenas em 2013, com versões para PC, PS3 e Xbox 360.



20 respostas para “A guerra com arco-e-flecha: o que há de novo em Crysis 3?”

  1. MS555 disse:

    Não entendo a necessidade de arco e flecha para um personagem que tem um arsenal enorme à sua disposição.

  2. Eduardo_bm disse:

    A mudança radical da floresta pra cidade que teve do Crysis pro Crysis 2 tá fazendo com que esse jogo pareça um "mais do mesmo" pras pessoas. Eu tenho confiança na CryTek, e acho que ela vai fazer um jogo digno o suficiente pra ser chamado de Crysis 3, e não um Crysis 2.5. O estilo mais stealth, o tema mais escuro e os cenários que misturam florestas com a cidade são promissores e abrem várias possibilidades, vamos ver no que vai dar (afinal, ainda faltam pelo menos 8 meses pro lançamento)

    • Diogo Mendonça disse:

      Cara, te digo: nunca consegui jogar Crysis (mês que vem vou comprar na psn pra jogar), mas o segundo jogo me atrai mais do que o primeiro justamente por ser mais urbano. Mesmo sem conhecer muita coisa da história dá pra sacar que não é mais do mesmo ou igual as outras coisas que tão no mercado.

      Assim como você, também acho que a CryTek vai saber fazer um puta jogo.

      • DanielGalvani disse:

        O primeiro jogo é zilhões de vezes melhor, embora não tenha ambiente urbano por um simples fator, não é tão linear.
        No 1o se vc precisa atacar uma base inimiga, vc pode chegar de qualquer lado e planejar bem como e de onde atacar.
        No 2o vc simplesmente vai andando e atacando, um shooter meio comum (pelo menos pra que jogou o 1o)

  3. Envy disse:

    Acho que a pessoa não vai ter mais o joelho se uma flecha vier a cair…

  4. Bernardo (Vizier) disse:

    Warhead é obviamente um 1.5 porque é uma expansão do primeiro jogo.
    Crysis 2 tem puta foco alternativo, mas ele é fps na alma, facil de entender, é um jogo pipocão, industrial, mas em diferença a BF ou COD, ele tem seus esquemas artísticos e seu gostinho de "Algo a mais".
    O Arco é o de menos, consigo imaginar que com 2/3 horas de gameplay você já trocou de arma e só usa o arco quando tiver algum Steath necessário. O que grila mesmo é o fato de ser um arco. Um arco contra alienígenas cibernéticos. A CryTek poderia ter feito algo mais divertido que nem aquela arma do Crysis 1, aquela que o Profeta te dá quando sai da Space Ship.

    Crysis 3 me deu vontade. As florestas são parte do jogo, já ficou explicado que existiram mais de um biomas, misturados ao padrão urbano de NY.
    O que o jogo precisava mesmo era de fugir de NY, fazer operações pelo mundo todo, porque agora ele tem a mesma bosta do conceito do Prototype 2 (colocar a metropole em quarentena e isolar o vírus e os alienígenas para eliminar a infeção). Vamos ver no que vai dar.

  5. JasonWalking disse:

    Só espero que a campanha tenha mais tempo.
    O que eu to esperando esse ano são jogos de mais de 20 horas, o que tá dificil.

  6. Paulo Avelar disse:

    Os ETs serão derrotados porque "they took an arrow to the knee".

  7. kranioo disse:

    Sinceramente a franquia Crysis, até então, vêm sendo uma grande decepção para mim. Espero que este terceiro game venha com uma proposta mais desafiadora, algo mais além de belos gráficos, pq os 2 jogos anteriores são ridiculamente fáceis e cheios de bugs.

    • DanielGalvani disse:

      Bom, tire a dificuldade do facil, ponha no mais dificil, e jogue numa máquina de qualidade. Eu comprei o Crysis 1 original no lançamento e de boa, nunca deu uma travadinha sequer

    • guigoecv disse:

      A engine física do Crysis 1, eu não ví algo tão bem feito em nenhum outro jogo… Physix é só sujeira…

  8. @LVS1001 disse:

    todo mundo vai levar uma flechada no joelho em Crysis 3

  9. IruDraco disse:

    em um futuro super distante, super tecnológico, com roupas que te "dão poderes", armas que atiram 500 tiros por seg …. só não pensaram em uma arma mortífera silenciosa! … ok, vamos de arco então!

  10. DanielGalvani disse:

    "a furtividade será um elemento útil e necessário."

    No primeiro Crysis era mesmo!

  11. gumetall disse:

    E como todo trailer de fps novo: TEM QUE TER DUBSTEP! lol

  12. Skiegaard disse:

    Crysis ta um franchise que nunca me impressionou alem dos graficos.

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